26 Junho 2009
“El quite de dos verónicas rematadas con una media, llevándose el imaginario pañuelo de su capote a un supuesto bolsillo en la taleguilla, levantó la Maestranza entera. Cintura veinteañera en cuerpo sesentón. ¡Qué bien huele el romero de mi solapa!”
"Curro Romero dibujó el Toreo a paso de procesión"
Zabala de la Serna (Sobre Curro)
"Curro Romero dibujó el Toreo a paso de procesión"
Zabala de la Serna (Sobre Curro)
25 Junho 2009
18 Junho 2009
"Rijo como o azinho; o Alentejano é um ser marcado com um destino de altivez, de rebeldia e de indiferença pelos nadas da vida - uma expressão acabada do orgulho humano".
José Flamínio Roza
José Flamínio Roza
10 Junho 2009
Entre 1950 e 2002 o consumo de água triplicou, o de combustiveis fósseis quintuplicou, as emissões de CO2 cresceram 400%(...) e à medida que isto ocorre aumenta a contaminação, as mudanças climáticas e a desflorestação, e aumentam também as diferenças entre Paíse ricos e Países pobres.
1700 milhões de pessoas gastam diáriamente mais de 20€, enquanto 2800 milhões vivem com menos de 2€ e 1200 milhões com menos de 1€ por dia.
Worldwatch Institute
09 Junho 2009
Em Portugal assistimos a uma estúpida moda de viragem aos ideais nogentos da esquerda mais radical, disfarçada de cordeirinhos bem comportados.
Mário Tomé nunca conseguiu mais de centenas de votos para a sua UDP, o PSR conseguia dezenas de votos nas eleições em que participava, mas a junção destes e outros da mesma estirpe deram origem ao Disfarçado Bloco de Esquerda, ou melhor de extrema esquerda; sim porque em Portugal País livre e democrático apenas pode existir a extrema-esquerda; ser de extrema direita é crime.
Misturando a tudo isto umas caras bonitas dá sempre imenso jeito; dedender as drogas leves e o aborto vem mesmo a calhar, são estes "propósitos" de "sarjeta" que levam muitos dos nossos jovens a votar neles, por "moda" dizem alguns. Eu digo por manifesta falta de cultura, de cultura política e sobretudo cultura democrática, porque basta analisar a sua génese e dos seus verdadeiros constituintes para ficar-mos a saber aquilo que defendem e sobretudo aquilo que pretendem. Além disso basta olhar á nossa volta, por toda a Europa e ver em que País seja ele mais ou menos desenvolvido este "ratos de campo" (para não dizer de esgoto) conseguem semelhante votação. Em lado nenhum como é óbvio.....
04 Junho 2009
28 Maio 2009
25 Maio 2009
21 Maio 2009
Sobre o Toureio....
Estes pontos foram enviados para o programa Aqui e Agora da SIC, quando o tema foi os direitos dos animais, óbviamente que foram ignorados, mas aqui há lugar para destaque:
"Não existe nenhum outro espectáculo (Tourada) em todo o Mundo em que um animal seja tratado com a máxima dignidade: Poder matar antes de morrer! Isto dá ao toiro um valor que não tem nenhum outro ser no reino animal."
"O toiro não morre, como não morre nenhum animal. O toiro "sucumbe", perde a vida; cái sobre ele a morte como cái a chuva sobre os campos; segundo a lei eterna das coisas efémeras. Ao toiro a morte não lhe causa angústia como ao ser humano; o Homem sim que morre, e fá-lo milhares de vezes antes de morrer."
" A festa dos toiros não está pensada para expressar o pensamento atávico e primário da violência; mas sim para dar-lhe um toque de expressão trágica, sofisticada e misteriosa."
" A tourada é uma reflexão estética sobre a morte. Os toureiros toureiam a morte, e assim mostram o seu imenso Amor pela Vida."
José M. Sanchez Pedraza
"Não existe nenhum outro espectáculo (Tourada) em todo o Mundo em que um animal seja tratado com a máxima dignidade: Poder matar antes de morrer! Isto dá ao toiro um valor que não tem nenhum outro ser no reino animal."
"O toiro não morre, como não morre nenhum animal. O toiro "sucumbe", perde a vida; cái sobre ele a morte como cái a chuva sobre os campos; segundo a lei eterna das coisas efémeras. Ao toiro a morte não lhe causa angústia como ao ser humano; o Homem sim que morre, e fá-lo milhares de vezes antes de morrer."
" A festa dos toiros não está pensada para expressar o pensamento atávico e primário da violência; mas sim para dar-lhe um toque de expressão trágica, sofisticada e misteriosa."
" A tourada é uma reflexão estética sobre a morte. Os toureiros toureiam a morte, e assim mostram o seu imenso Amor pela Vida."
José M. Sanchez Pedraza
20 Maio 2009
Assim se promove um País e as suas Tradições
Tenho o sonho de vir a ser Forcado...
19 de Maio, 2009
Sou natural de Coruche, frequento o 12º ano e pretendo ingressar no Ensino Superior no próximo ano lectivo. Tenho o sonho de vir a ser Forcado e de envergar a jaqueta do Grupo de Forcados Amadores de Coruche, com o qual tenho vindo a treinar desde o início da temporada transacta.
Conjuntamente com 7 colegas representei Portugal na 60ª Sessão Internacional do Parlamento Europeu dos Jovens, que decorreu entre 17 e 26 de Abril em Estocolmo, na Suécia - resultado de consecutivas vitórias nas Sessões Regional e Nacional. Liderados pelo Professor Álvaro Mayer, fomos seleccionados no início do presente ano lectivo de acordo com critérios como o de bom desempenho enquanto estudantes e facilidade nas línguas estrangeiras.
No dia seguinte ao da chegada, tive a oportunidade de me fardar de Forcado numa mostra dos fatos tradicionais de cada país. A partir dessa noite, dois sentimentos tornaram-se meus companheiros de jornada e não mais me largaram durante os extraordinários momentos que passei em solo escandinavo: Orgulho e Responsabilidade. Orgulho de representar a Vila de Coruche, o Ribatejo e um país de diversas realidades e tradições riquíssimas como o nosso e de envergar a jaqueta do Grupo da minha Terra num país tão distante, tendo como certo que ao fazê-lo estava pronto para assumir a responsabilidade de defender e promover a Festa dos Toiros perante mais de 200 jovens de 32 países. E assim foi: tudo começou nessa noite marcante, quando a timidez das primeiras horas desvaneceu-se à medida que dirigiam elogios à indumentária do Forcado, e mesmo sabendo pouco ou nada sobre o seu papel na Corrida de Toiros à Portuguesa, com verdadeiro entusiasmo me abordavam em busca de respostas às suas dúvidas e prosseguiam com interesse redobrado após a primeira explicação. As confusões com o procedimento seguido nas Corridas de Toiros do país vizinho foram uma constante que me preocupei em clarificar; enumerei as diferenças face à cultura de Toiros vigente em Espanha, de forma a destacar as nossas especificidades. Como seria de esperar, a acutilância das questões colocadas aumentava na directa proporção da minha eloquência enquanto transmissor da identidade luso-ibérica. E os pedidos de fotografias multiplicavam-se.
Não há dúvida que as Corridas de Toiros estão hoje na ordem do dia a nível internacional: não passou dia algum sem que um jovem deputado(a) ou organizador da Sessão me procurasse de modo a trocarmos pontos de vista, interrogar acerca de terminologia específica ou simplesmente para me dar a conhecer os seus argumentos - nos corredores do hotel, nas pausas para Café ou Almoço e mesmo no decorrer das actividades que principiavam ainda madrugada em Portugal e acabavam lá pela hora de jantar.
Nos últimos dois dias da nossa estadia em Estocolmo (aqueles sobre os quais incidiram mais fortemente os holofotes mediáticos e as expectativas dos participantes) realizou-se a Assembleia Geral, a parte do programa mais aguardada em cada Sessão Internacional. Estavam em discussão 15 moções propostas por 15 comités direccionadas para temas da actualidade europeia como a crise económica, os direitos humanos, o comércio internacional e as alterações climáticas. Outra das moções indagava acerca do respeito pelos direitos dos animais e apontava o dedo às Corridas de Toiros, comparando-a com experiências científicas efectuadas com animais vivos no Reino Unido pelo facto de ambas ignorarem os direitos dos animais. Antes de mais, de referir uma salutar diversidade de argumentos utilizados na defesa das Corridas de Toiros. Por outro lado, aqueles que estavam contra limitaram-se a exprimir frases que apelavam à compaixão e recusavam qualquer tipo de dor infligida aos animais, pelo que defendiam a extinção das touradas. E foi precisamente em reacção a um apelo à abolição de qualquer actividade que provoque dor aos animais, que usei da palavra: primeiramente aludi à ignorância evidente em grande parte dos detractores do que se passa numa Corrida de Toiros pela simples razão de que nunca assistiram a nenhuma; referi a importância de acreditar na sustentabilidade das tradições através dos séculos e demonstrei à Assembleia o simbolismo e a amplitude da Festa dos Toiros em Portugal, mas lembrando Espanha, França e México. À validade dos ” meus” argumentos ou ao empolgamento verdadeiro que existe quando se julga estar a protagonizar uma acção meritória na defesa de tudo o que nos é mais intrínseco, o auditório respondeu com ovação.
Esta viagem foi uma oportunidade privilegiada para perceber que a continuidade das nossas tradições depende sobretudo da força com que nos fazemos ouvir e da capacidade de aceder a canais privilegiados. Para além disso, é necessário fomentar o intercâmbio de conhecimentos e pessoas para que possamos criar condições para reunir consensos - espero com esta minha experiência ter dado um contributo para a divulgação da nossa Tauromaquia, de um Portugal rural que se quer ao nível dos desafios do século XXI e que se deve diferenciar por ser sinónimo de uma identidade ímpar no Mundo, criador de ecossistemas singulares, de Toiros e de Toureiros, e não significado de assimetrias ao nível do desenvolvimento regional.
19 de Maio, 2009
Sou natural de Coruche, frequento o 12º ano e pretendo ingressar no Ensino Superior no próximo ano lectivo. Tenho o sonho de vir a ser Forcado e de envergar a jaqueta do Grupo de Forcados Amadores de Coruche, com o qual tenho vindo a treinar desde o início da temporada transacta.
Conjuntamente com 7 colegas representei Portugal na 60ª Sessão Internacional do Parlamento Europeu dos Jovens, que decorreu entre 17 e 26 de Abril em Estocolmo, na Suécia - resultado de consecutivas vitórias nas Sessões Regional e Nacional. Liderados pelo Professor Álvaro Mayer, fomos seleccionados no início do presente ano lectivo de acordo com critérios como o de bom desempenho enquanto estudantes e facilidade nas línguas estrangeiras.
No dia seguinte ao da chegada, tive a oportunidade de me fardar de Forcado numa mostra dos fatos tradicionais de cada país. A partir dessa noite, dois sentimentos tornaram-se meus companheiros de jornada e não mais me largaram durante os extraordinários momentos que passei em solo escandinavo: Orgulho e Responsabilidade. Orgulho de representar a Vila de Coruche, o Ribatejo e um país de diversas realidades e tradições riquíssimas como o nosso e de envergar a jaqueta do Grupo da minha Terra num país tão distante, tendo como certo que ao fazê-lo estava pronto para assumir a responsabilidade de defender e promover a Festa dos Toiros perante mais de 200 jovens de 32 países. E assim foi: tudo começou nessa noite marcante, quando a timidez das primeiras horas desvaneceu-se à medida que dirigiam elogios à indumentária do Forcado, e mesmo sabendo pouco ou nada sobre o seu papel na Corrida de Toiros à Portuguesa, com verdadeiro entusiasmo me abordavam em busca de respostas às suas dúvidas e prosseguiam com interesse redobrado após a primeira explicação. As confusões com o procedimento seguido nas Corridas de Toiros do país vizinho foram uma constante que me preocupei em clarificar; enumerei as diferenças face à cultura de Toiros vigente em Espanha, de forma a destacar as nossas especificidades. Como seria de esperar, a acutilância das questões colocadas aumentava na directa proporção da minha eloquência enquanto transmissor da identidade luso-ibérica. E os pedidos de fotografias multiplicavam-se.
Não há dúvida que as Corridas de Toiros estão hoje na ordem do dia a nível internacional: não passou dia algum sem que um jovem deputado(a) ou organizador da Sessão me procurasse de modo a trocarmos pontos de vista, interrogar acerca de terminologia específica ou simplesmente para me dar a conhecer os seus argumentos - nos corredores do hotel, nas pausas para Café ou Almoço e mesmo no decorrer das actividades que principiavam ainda madrugada em Portugal e acabavam lá pela hora de jantar.
Nos últimos dois dias da nossa estadia em Estocolmo (aqueles sobre os quais incidiram mais fortemente os holofotes mediáticos e as expectativas dos participantes) realizou-se a Assembleia Geral, a parte do programa mais aguardada em cada Sessão Internacional. Estavam em discussão 15 moções propostas por 15 comités direccionadas para temas da actualidade europeia como a crise económica, os direitos humanos, o comércio internacional e as alterações climáticas. Outra das moções indagava acerca do respeito pelos direitos dos animais e apontava o dedo às Corridas de Toiros, comparando-a com experiências científicas efectuadas com animais vivos no Reino Unido pelo facto de ambas ignorarem os direitos dos animais. Antes de mais, de referir uma salutar diversidade de argumentos utilizados na defesa das Corridas de Toiros. Por outro lado, aqueles que estavam contra limitaram-se a exprimir frases que apelavam à compaixão e recusavam qualquer tipo de dor infligida aos animais, pelo que defendiam a extinção das touradas. E foi precisamente em reacção a um apelo à abolição de qualquer actividade que provoque dor aos animais, que usei da palavra: primeiramente aludi à ignorância evidente em grande parte dos detractores do que se passa numa Corrida de Toiros pela simples razão de que nunca assistiram a nenhuma; referi a importância de acreditar na sustentabilidade das tradições através dos séculos e demonstrei à Assembleia o simbolismo e a amplitude da Festa dos Toiros em Portugal, mas lembrando Espanha, França e México. À validade dos ” meus” argumentos ou ao empolgamento verdadeiro que existe quando se julga estar a protagonizar uma acção meritória na defesa de tudo o que nos é mais intrínseco, o auditório respondeu com ovação.
Esta viagem foi uma oportunidade privilegiada para perceber que a continuidade das nossas tradições depende sobretudo da força com que nos fazemos ouvir e da capacidade de aceder a canais privilegiados. Para além disso, é necessário fomentar o intercâmbio de conhecimentos e pessoas para que possamos criar condições para reunir consensos - espero com esta minha experiência ter dado um contributo para a divulgação da nossa Tauromaquia, de um Portugal rural que se quer ao nível dos desafios do século XXI e que se deve diferenciar por ser sinónimo de uma identidade ímpar no Mundo, criador de ecossistemas singulares, de Toiros e de Toureiros, e não significado de assimetrias ao nível do desenvolvimento regional.
João Mendes
(Publicado em www.tauromania.pt)
(Publicado em www.tauromania.pt)
19 Maio 2009
16 Maio 2009
"Que cada um rejeite o poder destruidor do ódio e do preconceito que mata as almas antes de matar as Pessoas."
Papa Bento XVI
11 Maio 2009
Asssim, sim!
Ponte de Lima vai preservar touradas
Apesar das críticas e de a vizinha Viana ser a primeira antitourada, autarca garante que enquanto houver adeptos haverá touradas.
Numa altura em que vários municípios se tornam antitouradas, Ponte de Lima está no lado oposto e garante que "quantos mais espectáculos que permitam a manutenção das tradições melhor".
Daniel Campelo, presidente da autarquia, diz que está até a construir um novo multiusos que poderá receber espectáculos tauromáquicos. Daí as críticas à proibição das touradas, como no vizinho concelho de Viana do Castelo. "Há pessoas que levam ao exagero determinados gostos, colidindo com os dos outros. Não devemos deixar-nos influenciar excessivamente por essas campanhas, às vezes feitas à revelia do interesse cultural das terras", disse ao DN.
A 20 quilómetros de distância, o município de Viana do Castelo tornou-se em Fevereiro no primeiro a declarar-se antitouradas. Cenário que, garante o autarca de Ponte de Lima, eleito pelo CDS/PP, não se repetirá na vila mais antiga de Portugal. "Deve existir um direito à preferência, seja um espectáculo ou o exercício da tradição. Em Ponte de Lima há adeptos dos touros e touradas, e quando são realizados estes espectáculos as praças esgotam", lembra Campelo.
Entre os eventos tauromáquicos da terra estão a tourada das Feiras Novas e a célebre largada da Vaca das Cordas. "Desde longa data que se realizam touradas cá. Se no futuro continuar a haver pessoas interessadas e se for possível organizar, naturalmente que vamos continuar a tê-las", garante o autarca, sublinhando tratar-se de "uma questão que deve ficar ao critério de cada um".
Paulo Julião (DN)
Apesar das críticas e de a vizinha Viana ser a primeira antitourada, autarca garante que enquanto houver adeptos haverá touradas.
Numa altura em que vários municípios se tornam antitouradas, Ponte de Lima está no lado oposto e garante que "quantos mais espectáculos que permitam a manutenção das tradições melhor".
Daniel Campelo, presidente da autarquia, diz que está até a construir um novo multiusos que poderá receber espectáculos tauromáquicos. Daí as críticas à proibição das touradas, como no vizinho concelho de Viana do Castelo. "Há pessoas que levam ao exagero determinados gostos, colidindo com os dos outros. Não devemos deixar-nos influenciar excessivamente por essas campanhas, às vezes feitas à revelia do interesse cultural das terras", disse ao DN.
A 20 quilómetros de distância, o município de Viana do Castelo tornou-se em Fevereiro no primeiro a declarar-se antitouradas. Cenário que, garante o autarca de Ponte de Lima, eleito pelo CDS/PP, não se repetirá na vila mais antiga de Portugal. "Deve existir um direito à preferência, seja um espectáculo ou o exercício da tradição. Em Ponte de Lima há adeptos dos touros e touradas, e quando são realizados estes espectáculos as praças esgotam", lembra Campelo.
Entre os eventos tauromáquicos da terra estão a tourada das Feiras Novas e a célebre largada da Vaca das Cordas. "Desde longa data que se realizam touradas cá. Se no futuro continuar a haver pessoas interessadas e se for possível organizar, naturalmente que vamos continuar a tê-las", garante o autarca, sublinhando tratar-se de "uma questão que deve ficar ao critério de cada um".
Paulo Julião (DN)
08 Maio 2009
Sócrates à posta !!

Com a devida vénia do Blog www.fugaslusas.wordpress.com, aqui publicamos esta magnifica foto. È que com as ganas que lhe andamos; também nós queremos comer umas postas, e assim acabar com ele mais rápidamente...antes que seja ele a acabar connosco!!!
03 Maio 2009
Touradas: Quase 700 mil espectadores em 2008
"O número de espectadores atingiu valores que já não se verificava há quatro anos", revela a Inspecção-geral das Actividades Culturais (IGAC). O Campo Pequeno lidera a lista das praças com maior número de público. ( Lusa)
O relatório da actividade tauromáquica de 2008 da Inspecção-geral das Actividades Culturais (IGAC ) contabilizou 698.142 espectadores de corridas de touros, dos quais 613.542 em praças fixas e 84.600 em recintos desmontáveis.
A praça de touros do Campo Pequeno , em Lisboa, que inicia a temporada de 2009 na quinta-feira, recebeu mais de 122 mil pessoas na época passada, do total de quase 700 mil espectadores de corridas de touros no País.
"O número de espectadores atingiu valores que já não se verificava há quatro anos, tendo-se registado mais 78.942 espectadores que em 2007, com o mesmo número de espectáculos realizados", concluiu a IGAC.
O Campo Pequeno lidera a lista das praças com maior número de público, com 122.768 espectadores em 20 espectáculos, seguida da Celestino Graça, de Santarém, com 49 335 espectadores em cinco corridas, e da praça do Montijo, com 40 822 espectadores, em dez corridas. Temporada no Campo Pequeno arranca quinta-feira
A temporada tauromáquica de 2009 no Campo Pequeno (Lisboa), a primeira praça do país, arranca quinta-feira e consta de 12 corridas de toiros e de uma novilhada de promoção, uma programação que integra nomes consagrados e da nova geração.
Consagrados cavaleiros portugueses, como Joaquim Bastinhas, António Ribeiro Telles, Rui Salvador, Luís Rouxinol e João Salgueiro, os rojoneadores espanhóis Pablo Hermoso de Mendoza e Leonardo Hernández, o matador "Pedrito de Portugal" e os espanhóis "El Cid " e Morante de la Puebla actuarão esta temporada no Campo Pequeno.
Esta será também a temporada de apresentação em Lisboa do novilheiro espanhol Juan del Álamo e do bezerrista franco-mexicano "Michelito".
A par dos valores consagrados surge uma nova geração, como é o caso dos cavaleiros João Moura Caetano, António Maria Brito Paes, Manuel Ribeiro Telles Bastos, Manuel Lupi, Marcos Bastinhas e Duarte Pinto, que tomará alternativa, e dos novilheiros Daniel Nunes, Manuel Dais Gomes e Paco Velazques, que actuarão em Lisboa, disputando um lugar entre os maiores da tauromaquia portuguesa.
Também os grupos de forcados e as ganadarias portuguesas mais importantes se anunciarão este ano no Campo Pequeno. Assim, estão certas as presenças dos grupos de Santarém, Montemor, Lisboa, Évora, Alcochete, Aposento da Moita, Coruche, Cascais, Monforte e Elvas.
Fonte: Expresso
A praça de touros do Campo Pequeno , em Lisboa, que inicia a temporada de 2009 na quinta-feira, recebeu mais de 122 mil pessoas na época passada, do total de quase 700 mil espectadores de corridas de touros no País.
"O número de espectadores atingiu valores que já não se verificava há quatro anos, tendo-se registado mais 78.942 espectadores que em 2007, com o mesmo número de espectáculos realizados", concluiu a IGAC.
O Campo Pequeno lidera a lista das praças com maior número de público, com 122.768 espectadores em 20 espectáculos, seguida da Celestino Graça, de Santarém, com 49 335 espectadores em cinco corridas, e da praça do Montijo, com 40 822 espectadores, em dez corridas. Temporada no Campo Pequeno arranca quinta-feira
A temporada tauromáquica de 2009 no Campo Pequeno (Lisboa), a primeira praça do país, arranca quinta-feira e consta de 12 corridas de toiros e de uma novilhada de promoção, uma programação que integra nomes consagrados e da nova geração.
Consagrados cavaleiros portugueses, como Joaquim Bastinhas, António Ribeiro Telles, Rui Salvador, Luís Rouxinol e João Salgueiro, os rojoneadores espanhóis Pablo Hermoso de Mendoza e Leonardo Hernández, o matador "Pedrito de Portugal" e os espanhóis "El Cid " e Morante de la Puebla actuarão esta temporada no Campo Pequeno.
Esta será também a temporada de apresentação em Lisboa do novilheiro espanhol Juan del Álamo e do bezerrista franco-mexicano "Michelito".
A par dos valores consagrados surge uma nova geração, como é o caso dos cavaleiros João Moura Caetano, António Maria Brito Paes, Manuel Ribeiro Telles Bastos, Manuel Lupi, Marcos Bastinhas e Duarte Pinto, que tomará alternativa, e dos novilheiros Daniel Nunes, Manuel Dais Gomes e Paco Velazques, que actuarão em Lisboa, disputando um lugar entre os maiores da tauromaquia portuguesa.
Também os grupos de forcados e as ganadarias portuguesas mais importantes se anunciarão este ano no Campo Pequeno. Assim, estão certas as presenças dos grupos de Santarém, Montemor, Lisboa, Évora, Alcochete, Aposento da Moita, Coruche, Cascais, Monforte e Elvas.
Fonte: Expresso
Isto prova que as touradas são verdadeiramente o segundo espectaculo mais visto em Portugal a seguir ao futebol, e se os preços dos bilhetes custassem o mesmo que os do cinema, estaríamos a falar de MILHÕES de espectadores nas touradas. Isto é a verdade que a SIC ocultou no debate!
02 Maio 2009
Muitas Incongruências
São mais que muitas. Hoje, só algumas. Sobretudo, entristecem. Mas também revoltam. A Igreja sempre esteve com a tauromaquia. Deste as múltiplas Festas do Espírito Santo às mais puras festividades tradicionais, as corridas são pontos altos e bem populares.
O próprio saudoso Papa João Paulo II se confessou admirador e recebeu em audiências particulares os matadores Ortega Cano e ‘Pedrito de Portugal’, que lhe ofereceram os seus capotes de cortesias! Muitos outros exemplos se poderiam recordar. Por isso, foi lamentável ver que os padres que em Tolosa (Portalegre) e Santarém fizeram os funerais do jovem forcado, Francisco Matias, e do bandarilheiro (delegado da IGAC) ignoraram totalmente as suas actividades, sendo que o primeiro até faleceu no desempenho.
Todos os homens serão iguais na morte, mas compete que na hora do ‘adeus’ se enalteça o que de bom na vida tenham feito. Em Tolosa e Santarém, nem uma palavra do pároco sobre a conduta taurina dos falecidos, perante milhares de pessoas que choravam as perdas. Desconhecimento não foi, pelo que só terá sido a incongruência de quem não soube transmitir a palavra e a justiça divinas.
Incongruência também no debate da SIC, sobre animais com especial incidência em tauromaquia. De níveis e pretensões diferentes, houve demagogia a mais e argumentos a menos, e mentiras também. Até o moderador foi incongruente na sua função. Confessou que estava a ser "advogado do diabo", mas ficamos a saber que o diabo estava contra a tauromaquia.
Rodrigo Guedes de Carvalho prometeu mais. Eu sugiro-lhe que convide dois Catedráticos: Um de Paris (Sorbonne) e outro de Madrid (Universidade Complutese). Do outro lado podem ir os mesmos.
O próprio saudoso Papa João Paulo II se confessou admirador e recebeu em audiências particulares os matadores Ortega Cano e ‘Pedrito de Portugal’, que lhe ofereceram os seus capotes de cortesias! Muitos outros exemplos se poderiam recordar. Por isso, foi lamentável ver que os padres que em Tolosa (Portalegre) e Santarém fizeram os funerais do jovem forcado, Francisco Matias, e do bandarilheiro (delegado da IGAC) ignoraram totalmente as suas actividades, sendo que o primeiro até faleceu no desempenho.
Todos os homens serão iguais na morte, mas compete que na hora do ‘adeus’ se enalteça o que de bom na vida tenham feito. Em Tolosa e Santarém, nem uma palavra do pároco sobre a conduta taurina dos falecidos, perante milhares de pessoas que choravam as perdas. Desconhecimento não foi, pelo que só terá sido a incongruência de quem não soube transmitir a palavra e a justiça divinas.
Incongruência também no debate da SIC, sobre animais com especial incidência em tauromaquia. De níveis e pretensões diferentes, houve demagogia a mais e argumentos a menos, e mentiras também. Até o moderador foi incongruente na sua função. Confessou que estava a ser "advogado do diabo", mas ficamos a saber que o diabo estava contra a tauromaquia.
Rodrigo Guedes de Carvalho prometeu mais. Eu sugiro-lhe que convide dois Catedráticos: Um de Paris (Sorbonne) e outro de Madrid (Universidade Complutese). Do outro lado podem ir os mesmos.
Maurício do Vale (Correio da Manhã)
08 Abril 2009
josé socrates,O Cristo da politica Portuguesa
Ver José Sócrates apelar à moral na política é tão convincente quanto a defesa da monogamia por parte de Cicciolina. A intervenção do secretário-geral do PS na abertura do congresso do passado fim-de-semana, onde se auto-investiu de grande paladino da "decência na nossa vida democrática", ultrapassa todos os limites da cara de pau. A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.
José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que "quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena". Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro - se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.
Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra - feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: "Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras." Reparem bem: não podemos "consentir". O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?
À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser "terreno propício para as campanhas negras"; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático. Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates. Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez.
José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que "quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena". Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro - se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.
Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra - feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: "Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras." Reparem bem: não podemos "consentir". O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?
À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser "terreno propício para as campanhas negras"; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático. Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates. Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez.
Este artigo foi escrito pelo Jornalista, João Miguel Tavares, do Diário de Notícias, o qual lhe valeu um processo em tribunal movido por socrates, á boa moda ditatorial,
06 Abril 2009
As perguntas de Mário Crespo
Porque é que o cidadão José Sócrates ainda não foi constituído arguido no processo Freeport? Porque é que Charles Smith e Manuel Pedro foram constituídos arguidos e José Sócrates não foi? Como é que, estando o epicentro de todo o caso situado num despacho de aprovação exarado no Ministério de Sócrates, ainda ninguém desse Ministério foi constituído arguido? Como é que, havendo suspeitas de irregularidades num Ministério tutelado por José Sócrates, ele não está sequer a ser objecto de investigação? Com que fundamento é que o procurador-geral da República passa atestados públicos de inocência ao primeiro-ministro? Como é que pode garantir essa inocência se o primeiro-ministro não foi nem está a ser investigado? Como é possível não ser necessário investigar José Sócrates se as dúvidas se centram em áreas da sua responsabilidade directa? Como é possível não o investigar face a todos os indícios já conhecidos? Que pressões estão a ser feitas sobre os magistrados do Ministério Público que trabalham no caso Freeport?A quem é que o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público se está a referir? Se, como dizem, o estatuto de arguido protege quem o recebe, porque é José Sócrates não é objecto dessa protecção institucional? Será que face ao conjunto de elementos insofismáveis e já públicos qualquer outro cidadão não teria já sido constituído arguido? Haverá duas justiças? Será que qualquer outro cidadão não estaria já a ser investigado? Como é que as embaixadas em Lisboa estarão a informar os seus governos sobre o caso Freeport? O que é que dirão do primeiro-ministro de Portugal? O que é que dirão da justiça em Portugal? O que é que estarão a dizer de Portugal? Que efeito estará tudo isto a ter na respeitabilidade do país? Que efeitos terá um Primeiro-ministro na situação de José Sócrates no rating de confiança financeira da República Portuguesa? Quantos pontos a mais de juros é que nos estão a cobrar devido à desconfiança que isto inspira lá fora? E cá dentro também? Que efeitos terá um caso como o Freeport na auto-estima dos portugueses? Quanto é que nos vai custar o caso Freeport? Será que havia ambiente para serem trocados favores por dinheiros no Ministério que José Sócrates tutelou? Se não havia, porque é que José Sócrates, como a lei o prevê, não se constitui assistente no processo Freeport para, com o seu conhecimento único dos factos, ajudar o Ministério Público a levar a investigação a bom termo?Como é que a TVI conseguiu a gravação da conversa sobre o Freeport? Quem é que no Reino Unido está tão ultrajado e zangado com Sócrates para a divulgar? E em Portugal, porque é que a Procuradoria-Geral da República ignorou a gravação quando lhe foi apresentada? E o que é que vai fazer agora que o registo é público? Porque é que o presidente da República não se pronuncia sobre isto? Nem convoca o Conselho de Estado? Como é que, a meio de um processo de investigação jornalística, a ERC se atreve a admoestar a informação da TVI anunciando que a tem sob olho? Será que José Sócrates entendeu que a imensa vaia que levou no CCB na sexta à noite não foi só por ter feito atrasar meia hora o início da ópera?
Mário Crespo
28 Março 2009
O padre Arrupe, que foi superior-geral dos jesuítas, dizia, com muita graça e profundidade, que de vez em quando gostava de passear pelas ruas e parar diante de uma montra e começar a ver. "Ena!... Tanta coisa de que eu não preciso!" E começava a admirar, a contemplar tudo aquilo de que não precisava! É um exercício óptimo, seria um exercício muito útil se as pessoas se dispusessem a fazê-lo. Este devia ser o nosso antimarketing, ir a grandes superfícies ou a centros comerciais ver tudo aquilo de que não precisamos. A quantidade de coisas que lá estão de que não precisamos nada! O consumismo é uma cultura de criar falsas necessidades e com isso nos domina, infantiliza-nos.
Onde há crise, há esperança!
Vasco Pinto de Magalhães
18 Fevereiro 2009
10 Fevereiro 2009
Está bem... façamos de conta
Ontem
Ontem
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Mário Crespo (JN)
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Mário Crespo (JN)
05 Fevereiro 2009
Vergonha de RTP
O Caso Freeport e os comentadores -
A RTP prestou um mau serviço à Democracia
O País assistiu a uma edição do programa "Prós e Contras" na RTP que foi uma autêntica tentativa de lavagem do Primeiro Ministro , no caso Freeport.
O País assistiu a uma edição do programa "Prós e Contras" na RTP que foi uma autêntica tentativa de lavagem do Primeiro Ministro , no caso Freeport.
Fátima Campos Ferreira convidou:1 - José Miguel Judice - Presidente da Assembleia Geral do BPP - banco que esta semana foi alvo de buscas pela PJ e pelo Mº Pº;1.1. - José Miguel Judice que foi escolhido por José Sócrates para presidir à reabilitação da Zona Ribeirinha do Tejo;1.2. - José Miguel Judice que foi mandatário de António Costa , do PS, nas eleições para a Câmara Municipal de Lisboa.2 - Dr. Raposo Subtil, amigo de José Sócrates , que exerceu o cargo de professor na UNI, a tal que fez José Sócrates "engº" e que entregou na Ordem dos Advogados uma declaração falsa para poder frequentar o estágio, em 1986;3 - O Secretário de Estado de José Sócrates que viabilizou o projecto Freeport e que em bom rigor terá de ser ouvido -resta saber em que qualidade - no processo Freeport.Como contraponto a estes apoiantes de José Sócrates - viram a virulência do discurso de Raposo Subtil? Mais parecia que estava numa luta entre os "super dragões " e os "no name boys", tal a ânsia de dizer que José Sócrates não é suspeito - temos o Prof. Amorim, o Prof, Saldanha Sanches e o Dr. Morais.Mas dos 5 comentadores principais 4 são pró-PS e pró-Sócrates.A participação no programa é tão pobre que ou faltou a aquiescência de figuras de vulto que podiam contrapor, ou então a RTP quis lavar a imagem pública do PS e de José Sócrates.O caso, todavia, é muito complexo e politicamente insustentável.Por mais que falem, os factos que vieram a público serviriam ,em qualquer país democrático, para o DCIAP já ter constituído arguidos.Nem sei do que está à espera!O Governo Português parece que se esquece que a investigação criminal está também a ser feita no Reino Unido.E que Portugal é um país sem poder nem força na União Europeia.Este programa serviu que nem uma luva para José Sócrates e o PS falarem ao Povo e "venderem"a sua versão.Mas o confronto não é apenas, não está apenas, nas mãos do DCIAP, do Mº Pº, está entre países e daí Cavaco Silva ter dito que ´caso Freeport é um "assunto de Estado".O programa "Prós e Contras" serve a estratégia do PS, mas destroi a credibilidade de Portugal no Mundo.Os ingleses estão a rir-se deste tipo de papalvices.Os portugueses não aceitam como suficientes as "explicações" dadas por José Sócrates, como se vê da sondagem publicada em :http://diario.iol.pt/politica/socrates-freeport-sondagem/1039162-4072.htmlO programa serviu para reforçar a tese de que é necessário dissolver a Assembleia da República, demitir Sócrates, fazer uma investigação pura e dura sobre o caso e responsabilizar quem tiver de ser responsabilizado.O Presidente da República não terá dúvidas que enquanto José Sócrates estiver como PM o Mº Pº não terá coragem de ir até ao fim.Cavaco Silva, que destruiu Santana Lopes , agora está calado, sem força, sem ter a conduta que é exigível: Dissolver a AR e convocar eleições.José Sócrates não pode continuar PM!Santana Lopes foi corrido de PM porque Cavaco Silva lhe carregou em cima, Marcelo Rebelo de Sousa saiu da TVI e porque um ministro disse umas coisas sobre coordenação!Cavaco Silva lembrou então a "Lei de Gresham" para destruir Santana Lopes e destruiu o PSD também, , dando trunfos ao PS.É incompreensível esta dualidade de critério do Presidente da República.Não escondo que não gosto do procedimento de Cavaco Silva, que no último mandato foi um péssimo PM, e que me preocupa a imagem negativa, provinciana, caciquista, medieval que vai passando de Portugal para o Mundo.A União Europeia ficará a saber destas estratégias que não resistem a um espírito informado.POR FIM: O PR deve sensibilizar o PGR para afastar a Drª Cândida de Almeida do DCIAP e do Processo Freeport. Porque os portugueses não são ígnorantes.Os portugueses merecem mais e melhor política.Por Portugal!
Artigo retirado com a devida vénia, do blog do Grande Alentejano e Advogado: José Maria Martins
04 Fevereiro 2009
E se com tanta água, um dia a água acabasse?
O que se pede às empresas e às pessoas, face às alterações climáticas, é que poupem um recurso na realidade muito pouco renovável e que implicou elevadíssimos investimentos para ser colocado à disposição. E a mudança que se impõe é a da mentalidade POR GONÇALO CAVALHEIRO* © Ecoprogresso
O que se pede às empresas e às pessoas, face às alterações climáticas, é que poupem um recurso na realidade muito pouco renovável e que implicou elevadíssimos investimentos para ser colocado à disposição. E a mudança que se impõe é a da mentalidade POR GONÇALO CAVALHEIRO* © Ecoprogresso
É incontestável que dos impactes das alterações climáticas os mais fortes se farão sentir na quantidade e qualidade da água disponibilizada tanto para consumo humano como para outros usos absolutamente fundamentais para a vida e para a economia em todo o mundo, tais como a agricultura e indústria.Tanto o projecto SIAM (estudo cientifico sobre impactes das alterações climáticas em Portugal) como os relatórios do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (órgão das Nações Unidas que congrega mais de mil cientistas de todo o mundo), apontam claramente que Portugal (no contexto da Península Ibérica) é das zonas do globo em que mais se fará sentir uma redução acentuada da precipitação média anual, que em certos modelos pode chegar aos 30%.Mas atenção que esta redução da precipitação média anual verifica-se apesar da projecção para o potencial aumento da precipitação (em particular no Norte) durante curtos períodos dos meses de Inverno. Assim sendo, a pouca chuva que teremos ser-nos-á disponibilizada, digamos… que toda de uma vez. Depois há que saber gerir, porque os verões serão longos, quentes e secos.As alterações climáticas vão colocar novos desafios a todos os actores: desde a administração (central e local), passando por todos os utilizadores – dos mais intensivos como a agricultura, indústria e lazer, aos menos intensivos, como o consumidor humano. Medidas que até agora só são implementadas em períodos de seca, têm que fazer parte do dia-a-dia, mesmo quando chove muito.O que se pede aqui às empresas e às pessoas é que poupem um recurso na realidade muito pouco renovável e que implicou elevadíssimos investimentos para ser colocado à disposição. E a mudança que se impõe é a da mentalidade. A tecnologia e o que é preciso fazer são medidas conhecidas por todos. Não podemos continuar a construir rotundas, plantar relva e regar a horas impróprias, com mecanismos desajustado e desafinados (aspersores que muitas vezes mais parece estarem a regar a estrada do que a relva); não podemos ter sistemas de distribuição de água com perdas que muitas vezes rondam os 50%; não podemos comprar autoclismos sem mecanismos de redução de caudal, nem máquinas de lavar roupa ou loiça que não economizam água; não podemos lavar o carro com água potável e nem sequer as ruas das nossas cidades; não podemos construir casas sem que estas estejam preparadas para recolher a água da chuva e não podemos esperar investir em sectores económicos intensivos no consumo de água sem que seja exigida a utilização das mais avançadas tecnologias de poupança e utilizações alternativas.A água tem um preço que a legislação comunitária obriga que seja cobrado na totalidade aos utilizadores. A cobrança do custo real é talvez a única forma que temos para garantir que no futuro, a água (ou a falta dela) não represente um custo impossível de suportar – o da sobrevivência das espécies (e quem sabe… da nossa).
*Gonçalo Cavalheiro é Director Técnico da Ecoprogresso
03 Fevereiro 2009
Não se respira democracia!
Foi triste e degradante ver ontem o programa Prós e Contras da RTP, em que o tema de debate era o FREEPORT; pelo que presenciei na primeira parte (pois era impossivel assitir a tudo) era um jogo em que todos os jogadores eram da mesma equipa, e ainda pior do que isso todos chutavam para a mesma baliza, em democracia assitir a um espectáculo daqueles é degradante, triste, indecente e acima de tudo preocupante, pois queremos procurar a palavra DEMOCRACIA que esses senhores PS tanto apregoam e não a encontramos. Facto curioso era também as ordens que todos tinham para não mencionarem a palavra JOsé Sócrates, apenas podiam dizer: ex- ministro do ambiente....
É caso para dizer: A DEMOCRACIA NO SEU MELHOR!
02 Fevereiro 2009
"O pior que pode acontecer a alguém em Portugal é ter razão contra os interesses instalados."
Miguel Sousa Tavares
Miguel Sousa Tavares
31 Janeiro 2009
29 Janeiro 2009
Como Se diz cá no Alentejo:
"É á BAMBALHONA!"
Maria de Lurdes Rodrigues não explica
João Pedroso era professor em exclusividade na Universidade de Coimbra quando a ministra o contratou
29.01.2009 - 10h30 (Jornal Público)
Foi por escolha de Maria de Lurdes Rodrigues que João Pedroso, assistente da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, foi contratado, em 2005 e 2007, para sistematizar, em regime de profissão liberal, a legislação sobre Educação publicada nas últimas décadas. Ao promover a sua contratação por um total de 287.980 euros, a ministra teve em conta o currículo profissional de Pedroso, mas não que este estava sujeito ao regime de exclusividade enquanto professor de uma universidade pública.Nos dois anos em que deveria ter feito o trabalho que lhe foi adjudicado pelo Ministério da Educação, Pedroso esteve não só a receber por inteiro o seu ordenado da faculdade - se não estivesse em exclusividade, recebia só 70 por cento - como esteve dispensado da actividade docente para fazer um doutoramento.A violação da exclusividade foi objecto de uma primeira suspeita na Faculdade de Economia, que questionou o docente sobre a sua situação ainda em 2007. Pedroso sustentou que não estava a incorrer em qualquer ilegalidade e o assunto ficou por ali. Em meados do ano passado, quando a faculdade teve conhecimento dos recibos passados por Pedroso ao ministério, em nome individual e no valor de quase 300 mil euros, comunicou o caso à Reitoria, que é quem detém as competências disciplinares nesta matéria. De então para cá nunca mais se soube de nada até que, na semana passada, a Reitoria informou, em resposta a perguntas do PÚBLICO, que tinha sido aberto um "inquérito interno", em data não indicada, para apurar se João Pedroso cometeu alguma "falha disciplinar". O inquérito ainda não está concluído, mas foram pedidos esclarecimentos sobre os contratos ao ministério, o qual, segundo a Reitoria, já respondeu.O PÚBLICO perguntou por escrito a Maria de Lurdes Rodrigues, na segunda-feira, se a ministra sabia, ou se procurou saber, se Pedroso estava em exclusividade quando o contratou, mas não obteve resposta. João Pedroso, que é juiz em situação de licença sem vencimento desde 1990, ocupou cargos de topo na administração pública e em vários gabinetes ministeriais no tempo de António Guterres e é irmão de Paulo Pedroso, que, por sua vez, é colega da ministra e de outras altas figuras do Ministério da Educação num centro de investigação universitário (no ISCTE). João Pedroso não quis falar ao PÚBLICO sobre a questão da exclusividade, dizendo apenas que trabalhou para o ministério "no estrito cumprimento das normas legais em vigor". A numeração dos 14 recibos verdes por ele entregues mostra que, além desses, o jurista passou pelo menos, no mesmo período, outros 14, por serviços prestados a outras entidades (a menos que os tenha inutilizado). O ministério rescindiu o contrato com Pedroso em Dezembro, considerando que ele só tinha feito metade do trabalho contratado e obrigando-o a devolver 133.100 dos 287.980 euros recebidos.
João Pedroso era professor em exclusividade na Universidade de Coimbra quando a ministra o contratou
29.01.2009 - 10h30 (Jornal Público)
Foi por escolha de Maria de Lurdes Rodrigues que João Pedroso, assistente da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, foi contratado, em 2005 e 2007, para sistematizar, em regime de profissão liberal, a legislação sobre Educação publicada nas últimas décadas. Ao promover a sua contratação por um total de 287.980 euros, a ministra teve em conta o currículo profissional de Pedroso, mas não que este estava sujeito ao regime de exclusividade enquanto professor de uma universidade pública.Nos dois anos em que deveria ter feito o trabalho que lhe foi adjudicado pelo Ministério da Educação, Pedroso esteve não só a receber por inteiro o seu ordenado da faculdade - se não estivesse em exclusividade, recebia só 70 por cento - como esteve dispensado da actividade docente para fazer um doutoramento.A violação da exclusividade foi objecto de uma primeira suspeita na Faculdade de Economia, que questionou o docente sobre a sua situação ainda em 2007. Pedroso sustentou que não estava a incorrer em qualquer ilegalidade e o assunto ficou por ali. Em meados do ano passado, quando a faculdade teve conhecimento dos recibos passados por Pedroso ao ministério, em nome individual e no valor de quase 300 mil euros, comunicou o caso à Reitoria, que é quem detém as competências disciplinares nesta matéria. De então para cá nunca mais se soube de nada até que, na semana passada, a Reitoria informou, em resposta a perguntas do PÚBLICO, que tinha sido aberto um "inquérito interno", em data não indicada, para apurar se João Pedroso cometeu alguma "falha disciplinar". O inquérito ainda não está concluído, mas foram pedidos esclarecimentos sobre os contratos ao ministério, o qual, segundo a Reitoria, já respondeu.O PÚBLICO perguntou por escrito a Maria de Lurdes Rodrigues, na segunda-feira, se a ministra sabia, ou se procurou saber, se Pedroso estava em exclusividade quando o contratou, mas não obteve resposta. João Pedroso, que é juiz em situação de licença sem vencimento desde 1990, ocupou cargos de topo na administração pública e em vários gabinetes ministeriais no tempo de António Guterres e é irmão de Paulo Pedroso, que, por sua vez, é colega da ministra e de outras altas figuras do Ministério da Educação num centro de investigação universitário (no ISCTE). João Pedroso não quis falar ao PÚBLICO sobre a questão da exclusividade, dizendo apenas que trabalhou para o ministério "no estrito cumprimento das normas legais em vigor". A numeração dos 14 recibos verdes por ele entregues mostra que, além desses, o jurista passou pelo menos, no mesmo período, outros 14, por serviços prestados a outras entidades (a menos que os tenha inutilizado). O ministério rescindiu o contrato com Pedroso em Dezembro, considerando que ele só tinha feito metade do trabalho contratado e obrigando-o a devolver 133.100 dos 287.980 euros recebidos.
24 Janeiro 2009
Felicia Cabrita demonstrou mais uma vez, ser a mulher com o maior "par de tomates" de Portugal! ... e arredores...
Os meus parabéns!!
Os meus parabéns!!
23 Janeiro 2009
O Sebastião
Foi aprovada a proposta de um grupo de Crianças Alentejanas para mudar o nome do computador Magalhães para o nome de Sebastião, quando confrontadas sobre o porquê da mudança, disseram que assim como Dom Sebastião este maldito computador nunca mais chega, e ainda por cima já está pago... Enquanto isto Hugo Chavez joga Poker num Magalhães oferecido pelo director comercial da marca, o próprio José Sócrates.
20 Janeiro 2009
"Obama é uma espécie de 'Ferrari' na garagem do vizinho. E nós só temos uns 'Renault 4L' à mão".
João Miguel Tavares, "Diário de Notícias", 20-01-2009
João Miguel Tavares, "Diário de Notícias", 20-01-2009
18 Dezembro 2008
Quase NATAL
Ajuda o meu desejo de mudança Preciso de encher de silêncio estes dias que nos separam do Natal. Preciso de tempo para saborear este mistério do Verbo que se fez carne e quis morar entre nós. Importa, Senhor, que agradeça, com olhos de profundo espanto, a força da Tua amorosa presença no corpo frágil de uma criança.O frenesim dos dias mal me permite, porém, este desejo. Realmente, tenho as horas cheias de pretextos mas falta-me a razão... Multiplico os laços das prendas, mas não desato os nós das relações imperfeitas, com os seus afectos de circunstância, as suas palavras de conveniência, os seus gestos estudados... Troco votos de dias felizes, mas não ponho um tijolo nas correntes de ar que gelam os que não encontram abrigo em nenhum coração.A uma semana de comemorar o Teu nascimento, Senhor, ainda tenho o coração forrado de pano velho; mais velho que as palhas moídas de uma manjedoura.Tu que fazes novas todas as coisas, ajuda o meu desejo de mudança!..
Pe. João Aguia
14 Dezembro 2008
Os Portugueses devem ter em conta que: por mais espezinhados que sejam pelo poder excessivo do estado e pela prepotência dos seus relaxados deputados, está sempre nas suas mãos (por enquanto) a sua decisão de neles votar! É bom lembrar isto...
09 Dezembro 2008
05 Dezembro 2008
Parabéns Monsaraz
Touros de morte: Monsaraz «ganha» no Tribunal .O Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja considerou ilegal o não licenciamento do espectáculo taurino de Monsaraz. Segundo a CM Reguengos de Monsaraz, a sentença reconhece como provada a tradição de morte do touro no final de uma lide popular integrada nas festas em honra de Nosso Senhor Jesus dos Passos.
Notícias Alentejo
19 Novembro 2008
17 Novembro 2008

Será apresentado a 11 de Janeiro 2009, no Centro Cultural da Terrugem, o poemário de José Duarte intitulado “Tarde vão as nuvens”; posteriormente, em data a anunciar, o livro será re-apresentado no auditório da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O autor nasceu em Terrugem, Elvas, sendo licenciado em Línguas e Literatura Moderno e mestrado em Cinema e Literatura. Publicou em 2006 o seu primeiro trabalho poético “(caminhando) até ti”. O posfácio à obra, vem assinado por Teresa Alves e Teresa Cid."Tarde Vão as Nuvens" Novo livro de José Duarte, já à venda 968938085.
Lançamento dia 11 Janeiro às 15.30H, no Centro Cultural da Terrugem.
Lançamento dia 11 Janeiro às 15.30H, no Centro Cultural da Terrugem.
Fonte:www.ediumeditores.wordpress.com
11 Novembro 2008
Editorial www.mundotoro.com - 11 de Noviembre de 2008.
Los nazis del Tercer Reich han sido, históricamante, el único sistema ideológico y político que forjó un auténtico cuerpo jurídico ecologista. Y lo hiceron bajo el auspicio y amparo de Adolf Hitler, quien mandó promulgar tres leyes de protección de los animales. La Reichs Tierschutzgesetz de 1933 (Ley de protección de los animales), la Reichs Jagdgesestz (1934) o Ley de la Caza y la Reichs Naturschutzgesetz (Ley de Protección de la Naturaleza) en 1935. Los nazis. Mataron a cientos de miles de judíos, pero trataron de signficarse como hombres distintos, cultos y arios a través de un concepto de sensibilidad hacia los animales sin parangón en la legislación moderna en el mundo occidental. El propio Hitler hablaba de los horrores de los mataderos de ganado cuando alguien comía carne de vaca o cerdo en su presencia.
Hitler, cuentan sus biógrafos, no dejaba fumar delante de su perra Blondi. Los altos mandos nazis de las SS, creadores y ejecutores del genocidio más gigantesco de la historia del hombre, eran vegetarianos, ambientalistas y protectores de los animales. La sociología y filosofía moderna (Luc Ferry entre otros) afirma que esta preocupación nazi por el medioambiente y los animales se basaba en una cuestión estética diferenciadora. Un hecho diferencial frente a razas inferiores. Una naturaleza extraordinaria por extrahumana. El marxismo también ideó, en sus origenes, una especie de cuerpo juridico velador de los animales al lado del Gulag, las matanzas étnicas, las deportaciones y las persecuciones del hombre.Para diferenciarse. Para distinguirse.
Muchos años antes, líderes políticos del Imperio Británico auspiciaron la creación (año 1824) de la RPSCA, primera asociación en defensa de los animales, en Londres, mientras votaban las jornadas de 12 horas en fábricas incipientes con menores de 12 años. Poco después, todo un general servicial capaz de matar las huelgas a sablazos y cañonazos, creaba en Francia la Ley Grammont de defensa de los animales. Más bien, ley sobre el modo de comportarse con ellos en público, sobre todo con el parque de perros de compañía en París, que había crecido en las últimas décadas (año 1850). Para diferenciarse de la barbarie como razón de avanzada metodología de comportamiento occidental. Los sociólogos coinciden en que este “animalismo” europeo del XIX era fruto de un perverso antropocentrismo nacional: soy hombre británico o soy hombre francés y, por tanto, soy superior en inteligencia, sensibilidad y forma de comportarme civilizadamente.
En el año 2008 un grupo de políticos catalanes siguen la estela difenciadora a través de su persecución contra las corridas de toros. Tienen una idea mesiánica nacionalista: perseguir en Cataluña la fiesta de toros hasta su prohibición. Hace pocos meses, un grupo de radical observación del nacionalismo tomó como argumento “diferente” la exclusión de las corridas de toros. Estamos ante una reiterada y patética “estética de lo diferente” o “estética de lo superior”. Un nuevo y palurdo antropocentrismo nacionalista (istas: imperialistas, chaovinistas, nazis-tas, marxistas, catalanistas...) ha elegido el animalismo llevado a su extremo como imagen de seres más civilizados, superiores, más cultos. Más catalanes.
Hace poco esta iniciativa de los nuevos pangercatalanistas sucumbió en el Parlamento Catalán pues Convergencia no votó a favor de la modificación radical del artículo 6 de la Ley Catalana de Defensa de los Animales por no ir en contra de los festejos populares. Ahora, a través de una iniciativa ciudadana legislativa y con sólo 50.000 firmas, pretenden volver a la carga. Pero esta vez dejan fuera a esos festejos que hizo que CIU votara en contra. Esta vez CIU se puede lavar las manos. Esta vez este grupo de incultos, catetos, provincianos vestidos de negro alternativo, de desconocedores de la Historia, de iletrados y escasamente instruidos, pueden hacer que su idea diferencial sea estéticamante similar a la de los nazis, marxistas o imperialistas del siglo XIX. En 2008. Y en Cataluña. La historia se repite.
Los nazis del Tercer Reich han sido, históricamante, el único sistema ideológico y político que forjó un auténtico cuerpo jurídico ecologista. Y lo hiceron bajo el auspicio y amparo de Adolf Hitler, quien mandó promulgar tres leyes de protección de los animales. La Reichs Tierschutzgesetz de 1933 (Ley de protección de los animales), la Reichs Jagdgesestz (1934) o Ley de la Caza y la Reichs Naturschutzgesetz (Ley de Protección de la Naturaleza) en 1935. Los nazis. Mataron a cientos de miles de judíos, pero trataron de signficarse como hombres distintos, cultos y arios a través de un concepto de sensibilidad hacia los animales sin parangón en la legislación moderna en el mundo occidental. El propio Hitler hablaba de los horrores de los mataderos de ganado cuando alguien comía carne de vaca o cerdo en su presencia.
Hitler, cuentan sus biógrafos, no dejaba fumar delante de su perra Blondi. Los altos mandos nazis de las SS, creadores y ejecutores del genocidio más gigantesco de la historia del hombre, eran vegetarianos, ambientalistas y protectores de los animales. La sociología y filosofía moderna (Luc Ferry entre otros) afirma que esta preocupación nazi por el medioambiente y los animales se basaba en una cuestión estética diferenciadora. Un hecho diferencial frente a razas inferiores. Una naturaleza extraordinaria por extrahumana. El marxismo también ideó, en sus origenes, una especie de cuerpo juridico velador de los animales al lado del Gulag, las matanzas étnicas, las deportaciones y las persecuciones del hombre.Para diferenciarse. Para distinguirse.
Muchos años antes, líderes políticos del Imperio Británico auspiciaron la creación (año 1824) de la RPSCA, primera asociación en defensa de los animales, en Londres, mientras votaban las jornadas de 12 horas en fábricas incipientes con menores de 12 años. Poco después, todo un general servicial capaz de matar las huelgas a sablazos y cañonazos, creaba en Francia la Ley Grammont de defensa de los animales. Más bien, ley sobre el modo de comportarse con ellos en público, sobre todo con el parque de perros de compañía en París, que había crecido en las últimas décadas (año 1850). Para diferenciarse de la barbarie como razón de avanzada metodología de comportamiento occidental. Los sociólogos coinciden en que este “animalismo” europeo del XIX era fruto de un perverso antropocentrismo nacional: soy hombre británico o soy hombre francés y, por tanto, soy superior en inteligencia, sensibilidad y forma de comportarme civilizadamente.
En el año 2008 un grupo de políticos catalanes siguen la estela difenciadora a través de su persecución contra las corridas de toros. Tienen una idea mesiánica nacionalista: perseguir en Cataluña la fiesta de toros hasta su prohibición. Hace pocos meses, un grupo de radical observación del nacionalismo tomó como argumento “diferente” la exclusión de las corridas de toros. Estamos ante una reiterada y patética “estética de lo diferente” o “estética de lo superior”. Un nuevo y palurdo antropocentrismo nacionalista (istas: imperialistas, chaovinistas, nazis-tas, marxistas, catalanistas...) ha elegido el animalismo llevado a su extremo como imagen de seres más civilizados, superiores, más cultos. Más catalanes.
Hace poco esta iniciativa de los nuevos pangercatalanistas sucumbió en el Parlamento Catalán pues Convergencia no votó a favor de la modificación radical del artículo 6 de la Ley Catalana de Defensa de los Animales por no ir en contra de los festejos populares. Ahora, a través de una iniciativa ciudadana legislativa y con sólo 50.000 firmas, pretenden volver a la carga. Pero esta vez dejan fuera a esos festejos que hizo que CIU votara en contra. Esta vez CIU se puede lavar las manos. Esta vez este grupo de incultos, catetos, provincianos vestidos de negro alternativo, de desconocedores de la Historia, de iletrados y escasamente instruidos, pueden hacer que su idea diferencial sea estéticamante similar a la de los nazis, marxistas o imperialistas del siglo XIX. En 2008. Y en Cataluña. La historia se repite.
22 Outubro 2008
Um milhão de fotos para Manuel Pinho
Um milhão de fotos para Manuel Pinho
A campanha Portugal "West-Cost"já tinha dado grande polémica e escândalo. Houve então uma natural indignação ao saber-se que o governo português, pela mão do ministro Manuel Pinho, tinha pago uma soma astronómica ao fotógrafo Nick Knight por umas fotografias trabalhadas em photoshop, sobre retratos de portugueses famosos. A campanha terá custado à volta de 1 milhão de euros e dava de Portugal não a imagem de um país, mas a imagem de uma marca. O conceito era retorcido e o resultado gráfico decepcionante: mal se reconheciam as caras dos portugueses de excelência num trabalho frio, sem referências à identidade de Portugal.
Os fotógrafos portugueses ficaram irritados. Foram trocados por um estrangeiro e deixaram de receber uma fatia generosa do Ministério da Economia. Também se algum português tivesse ficado com a encomenda jamais teria tido a lata suprema de pedir tais honorários. Manuel Pinho é um amador de fotografia, conhece e convive com alguns fotógrafos portugueses e a sua mulher é em grande parte responsável pelo BesPhoto. Percebe-se que tenha ido buscar uma truta estrangeira para fotografar Portugal. Por prestígio, gosto, e um evidente novo-riquismo pago cá pelos contribuintes. Já Duarte Pacheco nos anos cinquenta contratou o célebre fotógrafo Cecil Beaton para o fotografar no seu gabinete de Ministro das Obras Públicas, no Terreiro do Paço. O corporativismo não pode vingar neste tipo de opções, nem noutras claro. Mas quando depois o resultado é um desastre, alguém deveria assumir as responsabilidades. E aquela campanha foi desastrosa. Bastaria o pequeno pormenor de a campanha ter passado apenas em Portugal, estando a promover o país para estrangeiros que já cá estavam, para o seu objectivo ser de um ridículo atroz. Agora, parece que Manuel Pinho vai repetir a dose com outro fotógrafo que, porventura para não ficar atrás de Nick, vai facturar outro milhão!... Apanhado pela TVI na rua, Manuel Pinho começou às voltas sobre si próprio, como o senhor Faísca do Noddy, evitando responder à pergunta do repórter maçador. Balbuciou que era assunto do turismo e conseguiu sair à pressa da meada feita pelo jornalista. Perante tanta atrapalhação é de crer que vamos ter mais uns retratos extraordinários com um preço extraordinário. É verdade que a qualidade dos fotógrafos, e não só, não se mede ao retrato, nem a peso, nem a metro, mas uma campanha fotográfica de um milhão ultrapassa tudo o que se passa em produções fotográficas, mesmo em Hollyood. E para estar na moda, e brincar ao photoshop sobre umas fotos mal amanhadas, há por cá uma rapaziada que faz melhor e mais barato. E fica tudo em família.
Luiz Carvalho, fotojornalista do EXPRESSO
21 Outubro 2008
20 Outubro 2008

"Não é um livro qualquer, mas um livro raríssimo, proscrito, retirado do mercado e que, obviamente, não conhecerá mais edições: MATEUS, Rui, Contos Proibidos - Memórias de um PS Desconhecido, Lisboa, Dom Quixote, 1996." www.doportugalprofundo.blogspot.com
Com a crise nas editoras porque não a D Quixote editar este bombástico livro, a todos os interessados enviar mail para que a editora o edite novamente, ou a quem o possua que digitalize as suas melhores partes e publique na net...
Governo quer pagar 1 Milhão de € por seis fotografias!
Há menos de um ano, pagou-se 3 milhões pela campanha «Portugal West Coast» Um milhão de euros por 6 fotografias. A ideia é do próprio Governo português que, mesmo em tempo de crise, está a ponderar seriamente a contratação de um famoso fotógrafo norte-americano para vender a imagem de Portugal no estrangeiro, noticiou a «TVI».
Certo é que o prestigiado fotógrafo Steven Klein faz-se pagar e muito bem. Fazendo contas, caso a contratação vá para a frente, cada fotografia vai custar uma bagatela de quase 170 mil euros. Um milhão de euros por meia dúzia de fotografias e com direitos de utilização por apenas dois anos. Serão estes os termos de um contrato que a «TVI» sabe estar a ser negociado com o célebre fotógrafo americano Steven Klein.
O artista está no topo da fotografia mundial e é autor de campanhas publicitárias de nomes como Dolce&Gabanna, Calvin Klein e outras marcas de renome mundial.
É também o fotógrafo de eleição para Madonna e pode vir a ser o fotógrafo mais bem pago pelo Estado português. Isto, claro está, se for em frente o negócio da sua contratação.
A «TVI» diz que interrogou o ministro da Economia sobre o negócio, mas Manuel Pinho foi no mínimo económico nas respostas. O ministro sacode para o turismo de Portugal que por sua vez, e pela voz do presidente Luís Patrão, não confirmou nem desmentiu a existência deste negócio.
Certo é que o prestigiado fotógrafo Steven Klein faz-se pagar e muito bem. Fazendo contas, caso a contratação vá para a frente, cada fotografia vai custar uma bagatela de quase 170 mil euros. Um milhão de euros por meia dúzia de fotografias e com direitos de utilização por apenas dois anos. Serão estes os termos de um contrato que a «TVI» sabe estar a ser negociado com o célebre fotógrafo americano Steven Klein.
O artista está no topo da fotografia mundial e é autor de campanhas publicitárias de nomes como Dolce&Gabanna, Calvin Klein e outras marcas de renome mundial.
É também o fotógrafo de eleição para Madonna e pode vir a ser o fotógrafo mais bem pago pelo Estado português. Isto, claro está, se for em frente o negócio da sua contratação.
A «TVI» diz que interrogou o ministro da Economia sobre o negócio, mas Manuel Pinho foi no mínimo económico nas respostas. O ministro sacode para o turismo de Portugal que por sua vez, e pela voz do presidente Luís Patrão, não confirmou nem desmentiu a existência deste negócio.
13 Outubro 2008
O vasto e extravagante mundo dos pequenos gastos do Estado
12.10.2008 - 09h01 Ricardo Dias Felner
As compras feitas por organismos do Estado, nomeadamente por empresas públicas, autarquias e ministérios, revelam a existência das mais variadas necessidades, luxos e caprichos.Na listagem de contratações de bens e serviços feitas por ajuste directo, só nos últimos dois meses, cabem desde a compra de uma garrafa de detergente Sonasol, passando pelo carregamento de oito viagens de autocarro na Carris de Lisboa, até a serviços de restauração, no âmbito de eventos camarários, equivalentes a quase 70 mil euros. A alteração da lei da contratação pública permitiu que o ajuste directo possa ser usado para empreitadas de valor inferior a 150 mil euros, para a aquisição de bens e serviços abaixo dos 75 mil euros e para "outros contratos" de valor inferior a 100 mil euros. Utilizando-se um regime excepcional, como em "casos de urgência imperiosa", esses montantes podem ainda subir aos cinco milhões de euros. Ainda assim, o serviço de compras do Estado por ajuste directo - que desde 30 de Julho deste ano passou a obrigar à sua publicitação num portal do Governo na Internet - ainda não está a ser usado com regularidade, uma vez que muitas das aquisições não estão a ser feitas por esta via. São sobretudo algumas câmaras municipais que têm usado mais este expediente. As compras por ajuste directo não requerem qualquer concurso público, nem a consulta a mais do que um fornecedor, mas os contratos só produzem efeitos depois de publicitados no endereço http://www.base.gov.pt. Aí são apresentados os bens ou serviços comprados (nem sempre de forma esclarecedora) e os seus valores, bem como quem são os fornecedores e compradores.Gondomar sempre em festaDos cerca de 1600 registos que podem actualmente ser consultados, uma boa parte tem que ver com o pagamento de serviços no âmbito de festividades locais.A Câmara de Gondomar, por exemplo, tem levado este tipo de eventos muito a sério, nomeadamente quando se trata de alimentar os munícipes. Um serviço de restauração, contratado "no âmbito do programa Gondomar no Sameiro de Braga", em finais de Agosto, custou 67.742 euros. E, aparentemente, Valentim Loureiro, presidente da câmara, não quis que nenhum gondomarense deixasse de comer o petisco por falta de transporte - pelo "aluguer de vários autocarros", para o efeito, desembolsou mais 33.250 euros.A base de dados dos "ajustes directos" revela ainda que as câmaras são, provavelmente, quem mais contrata músicos e bandas portuguesas. E neste campeonato as desigualdades são gritantes. Voltando a Gondomar, três dias depois do evento no Sameiro, a câmara pagou 23.815 euros pela contratação de David Fonseca para cantar nas Festas do Concelho.O valor é mais alto do que o que Marco Paulo (20.400 euros) custou à autarquia de Lagos, mas mais baixo do que o montante que a mesma autarquia pagou de “cachet” à banda Da Weasel (28.200). Já a actuação de Rui Veloso levou da Câmara de Elvas 28.600 euros, um recorde entre os registos consultáveis no portal relativo aos ajustes directos. Na segunda divisão, em termos de custo de espectáculos, estão bandas e artistas como a fadista Ana Moura (9750 euros), Quim Barreiros (6250) ou os Wraygunn (8400). Vinho e decoraçãoHá, contudo, no portal muitas outras coisas para além de concertos pagos com o dinheiro dos contribuintes portugueses. Duas dessas compras, aparentemente mais extravagantes, provêm do Governo.O gabinete do primeiro-ministro, por exemplo, parece apostado em levar boa parte do “stock” do vinho tinto da Quinta do Vale Meão, um Douro já profusamente usado por José Sócrates durante a presidência portuguesa da União Europeia. Desta feita, no passado dia 2 de Setembro, foram adquiridos 6840 euros em garrafas, da colheita de 2006, "para oferta a entidades estrangeiras", directamente ao produtor Francisco Olazabal.Sucede que a compra pode ser um privilégio do primeiro-ministro. A Garrafeira de Campo de Ourique, uma loja-referência, em Lisboa, questionada sobre o preço da garrafa, respondeu que o Quinta do Vale Meão 2006 só começará a ser comercializado na segunda quinzena de Novembro. Este vinho, mas da colheita de 2004, foi o melhor classificado entre os vinhos portugueses no ranking anual da prestigiada revista norte-americana Wine Spectator, conseguindo a 19.ª posição.Bastante mais, no entanto, gastou a secretaria-geral do Ministério da Justiça em decoração. Oito carpetes custaram 22.265 euros numa compra concretizada no passado dia 22 de Setembro. O fornecedor foi a empresa Tapeçarias Ferreira de Sá, localizada em Espinho, especializada em tapeçaria decorativa, artesanal, através da técnica do nó manual. A qualidade da decoração portuguesa parece estar na origem de um outro pagamento mais inusual. Desta vez, trata-se da compra do serviço de "transporte de mobiliário e objectos pessoais", de um coronel do Exército, para Itália. O Estado-Maior General das Forças Armadas pagou 7300 euros pelo trabalho à Anditrans - Transportes Internacionais, Lda.
As compras feitas por organismos do Estado, nomeadamente por empresas públicas, autarquias e ministérios, revelam a existência das mais variadas necessidades, luxos e caprichos.Na listagem de contratações de bens e serviços feitas por ajuste directo, só nos últimos dois meses, cabem desde a compra de uma garrafa de detergente Sonasol, passando pelo carregamento de oito viagens de autocarro na Carris de Lisboa, até a serviços de restauração, no âmbito de eventos camarários, equivalentes a quase 70 mil euros. A alteração da lei da contratação pública permitiu que o ajuste directo possa ser usado para empreitadas de valor inferior a 150 mil euros, para a aquisição de bens e serviços abaixo dos 75 mil euros e para "outros contratos" de valor inferior a 100 mil euros. Utilizando-se um regime excepcional, como em "casos de urgência imperiosa", esses montantes podem ainda subir aos cinco milhões de euros. Ainda assim, o serviço de compras do Estado por ajuste directo - que desde 30 de Julho deste ano passou a obrigar à sua publicitação num portal do Governo na Internet - ainda não está a ser usado com regularidade, uma vez que muitas das aquisições não estão a ser feitas por esta via. São sobretudo algumas câmaras municipais que têm usado mais este expediente. As compras por ajuste directo não requerem qualquer concurso público, nem a consulta a mais do que um fornecedor, mas os contratos só produzem efeitos depois de publicitados no endereço http://www.base.gov.pt. Aí são apresentados os bens ou serviços comprados (nem sempre de forma esclarecedora) e os seus valores, bem como quem são os fornecedores e compradores.Gondomar sempre em festaDos cerca de 1600 registos que podem actualmente ser consultados, uma boa parte tem que ver com o pagamento de serviços no âmbito de festividades locais.A Câmara de Gondomar, por exemplo, tem levado este tipo de eventos muito a sério, nomeadamente quando se trata de alimentar os munícipes. Um serviço de restauração, contratado "no âmbito do programa Gondomar no Sameiro de Braga", em finais de Agosto, custou 67.742 euros. E, aparentemente, Valentim Loureiro, presidente da câmara, não quis que nenhum gondomarense deixasse de comer o petisco por falta de transporte - pelo "aluguer de vários autocarros", para o efeito, desembolsou mais 33.250 euros.A base de dados dos "ajustes directos" revela ainda que as câmaras são, provavelmente, quem mais contrata músicos e bandas portuguesas. E neste campeonato as desigualdades são gritantes. Voltando a Gondomar, três dias depois do evento no Sameiro, a câmara pagou 23.815 euros pela contratação de David Fonseca para cantar nas Festas do Concelho.O valor é mais alto do que o que Marco Paulo (20.400 euros) custou à autarquia de Lagos, mas mais baixo do que o montante que a mesma autarquia pagou de “cachet” à banda Da Weasel (28.200). Já a actuação de Rui Veloso levou da Câmara de Elvas 28.600 euros, um recorde entre os registos consultáveis no portal relativo aos ajustes directos. Na segunda divisão, em termos de custo de espectáculos, estão bandas e artistas como a fadista Ana Moura (9750 euros), Quim Barreiros (6250) ou os Wraygunn (8400). Vinho e decoraçãoHá, contudo, no portal muitas outras coisas para além de concertos pagos com o dinheiro dos contribuintes portugueses. Duas dessas compras, aparentemente mais extravagantes, provêm do Governo.O gabinete do primeiro-ministro, por exemplo, parece apostado em levar boa parte do “stock” do vinho tinto da Quinta do Vale Meão, um Douro já profusamente usado por José Sócrates durante a presidência portuguesa da União Europeia. Desta feita, no passado dia 2 de Setembro, foram adquiridos 6840 euros em garrafas, da colheita de 2006, "para oferta a entidades estrangeiras", directamente ao produtor Francisco Olazabal.Sucede que a compra pode ser um privilégio do primeiro-ministro. A Garrafeira de Campo de Ourique, uma loja-referência, em Lisboa, questionada sobre o preço da garrafa, respondeu que o Quinta do Vale Meão 2006 só começará a ser comercializado na segunda quinzena de Novembro. Este vinho, mas da colheita de 2004, foi o melhor classificado entre os vinhos portugueses no ranking anual da prestigiada revista norte-americana Wine Spectator, conseguindo a 19.ª posição.Bastante mais, no entanto, gastou a secretaria-geral do Ministério da Justiça em decoração. Oito carpetes custaram 22.265 euros numa compra concretizada no passado dia 22 de Setembro. O fornecedor foi a empresa Tapeçarias Ferreira de Sá, localizada em Espinho, especializada em tapeçaria decorativa, artesanal, através da técnica do nó manual. A qualidade da decoração portuguesa parece estar na origem de um outro pagamento mais inusual. Desta vez, trata-se da compra do serviço de "transporte de mobiliário e objectos pessoais", de um coronel do Exército, para Itália. O Estado-Maior General das Forças Armadas pagou 7300 euros pelo trabalho à Anditrans - Transportes Internacionais, Lda.
01 Outubro 2008
Rui Guerra
Foto: www.toureio.comDecorridas algumas décadas depois da Terrugem ter tido um cavaleiro amador, Joaquim Vinagre "Orelhas", grande aficionado à festa dos toiros que chegou a apresentar-se em público na Praça de Toiros de Elvas.
A esperança de vir-mos a ter um novo toureiro está aì de novo ; chama-se Rui Guerra e começou este ano as suas lides taurinas, apresentou-se pela primeira vez em São Cristóvão (Montemor) e agora em Santiago Maior (Alandroal) tendo deixado muito boas impressões. Esperamos agora a apresentação na praça da sua terra no início do próximo ano e que seja novamente um êxito. Um grande "OLÈ" para este jovem toureiro Alentejano e Terrugense.
22 Setembro 2008
Como dizia Vasco Santana: "Abaixo o fado!!!" Mas só nas touradas....
Assistimos no passado dia 13 de Stembro na bonita localidade de Moura a uma grande corrida de toiros. Comemorava-se o centenário da praça de toiros e a corrida era à Antiga Portuguesa, diga-se que foi uma grande organização, casa cheia; de louvar pois ao mesmo tempo decorria na feira um concerto de Mafalda Veiga. A corrida também resultou, vivia-se um grande ambiente como vem sendo normal em Moura, o Grupo da terra encerrava-se sozinho com seis toiros Grave. Mas quanto a mim (mero aficionado) houve um factor que falhou; foi a banda de música trocada neste caso por acompanhamento de guitarras Portuguesas e fado, quanto a mim (grande admirador de fado) isto não resulta, o fado é para os sitios certos e não para uma praça de toiros. Com uma praça cheia, tanto de espectadores como de momentos vibrantes, faltava a alegria que um pasodoble nos transmite, a vibração das suas notas que aliadas a uma boa lide nos levam a uma emoção sem limites. Já tenho ido a funerais mais alegres; comparar as guitarras com uma banda filarmónica, é comparar a electricidade com o toucinho. O regulamento taurino também me dá razão e estou convicto que a esmagadora maioria dos aficionados também.
09 Setembro 2008
Antitaurinos mostram a sua cobardia.
Un grupo de antitaurinos ha profanado hoy la tumba del diestro salmantino Julio Robles, cuyos restos descansan en el panteón familiar que su familia posee en el cementerio de Ahigal de los Aceiteros, en Salamanca.
Los autores de la profanación, que enviaron comunicados a diversos periódicos locales para dar cuenta de su acción, intentaron abrir por la fuerza la cripta y, al no conseguirlo, se llevaron consigo la efigie del diestro charro que presidía la tumba y provocaron cuantiosos destrozos.
Los autores de la profanación, que enviaron comunicados a diversos periódicos locales para dar cuenta de su acción, intentaron abrir por la fuerza la cripta y, al no conseguirlo, se llevaron consigo la efigie del diestro charro que presidía la tumba y provocaron cuantiosos destrozos.
www.mundotoro.com 5-9-2008
05 Setembro 2008
Elvas taurina
Foi inaugurada no passado dia 30 de Agosto, pelo Regedor, a nova Praça de Touros de Barbacena que vem juntar-se às duas outras estruturas desmontáveis adquiridas pelo Palácio do Regedor e entregues às freguesias de S. Vicente e Vila Boim. Recorde-se que para além do Coliseu na sede de Concelho existem ainda outras duas praças de touros em Santa Eulália e Terrugem.Com esta nova estrutura dedicada ao espectáculo taurino, Elvas tornou-se no Concelho de Portugal com mais estruturas desta natureza.
ERC Autoriza touradas na TV a partir das 22.30 Horas
Regulação. Depois de uma queixa contra a emissão de touradas antes das 22.30, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social analisou o caso. E concluiu que o espectáculo "não constitui uma influência negativa para as crianças", apesar de já ter havido uma decisão contrária em tribunalRTP1 exibe hoje uma corrida de touros às 22.00A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deliberou ontem que as estações generalistas podem emitir touradas antes das 22.30, pois, no entender desta entidade, as corridas de touros não constituem uma influência negativa na formação das crianças ou adolescentes. Esta deliberação da ERC deve-se a uma queixa de um espectador, indignado pelo facto de a TVI ter emitido uma tourada antes das 22.30, no dia 5 de Junho deste ano, programa intitulado Trinta Anos de Alternativa de João Moura. Recorde-se que, há três meses, o Tribunal de Lisboa proibiu a RTP1 de transmitir uma tourada antes das 22.30, depois de uma providência cautelar interposta pela Associação Animal, por considerar que se tratava de um programa violento.A Entidade Reguladora justifica a sua decisão por considerar "que as corridas de toiros à portuguesa não constituem, no sentido do artigo 27.º, n.º 2, da Lei da Televisão, programas susceptíveis de influírem de modo negativo na formação da personalidade das crianças ou de adolescentes, não se lhes aplicando, por conseguinte, a imposição de transmissão entre as 22 horas e 30 minutos e as 6 horas, acompanhada da difusão permanente de identificativo visual".Em declarações ao DN, Azeredo Lopes, presidente da Entidade Reguladora, justificou a decisão da ERC com base na legislação em vigor, que "permite que crianças com mais de seis anos possam assistir ao espectáculo", além de admitir, em certos casos, os touros de morte. Quanto à decisão do Tribunal de Lisboa, Azeredo Lopes justifica que não tem jurisprudência, pois foi "uma decisão para um caso concreto".Assim sendo, na opinião do regulador, não foram violados os limites que a lei estabelece em relação à liberdade de programação e, por isso, não se justifica restringir essa mesma liberdade. Esta ideia é explícita na deliberação do conselho regulador da ERC, que não reconhece "a existência, no conteúdo do programa em causa, de qualquer elemento susceptível de extravasar os limites à liberdade de programação".Aliás, neste mesmo documento - que estará disponível no site da ERC nos próximos dias (www.erc.pt) -, a entidade afirma que "as crianças e os jovens são diariamente expostos a influências, desprovidas de arrimo na tradição ou sequer valor cultural, que, de muito longe, são mais violentas e prejudiciais do que as touradas - e nem nesses casos, necessariamente, cede a liberdade de programação".
Maria João Espadinha - DN
04 Setembro 2008
03 Setembro 2008
Vale a pena reler a entrevista de Catalina Pestana
Vale a pena ler a entrevista de Catalina Pestana, séria, verdadeira, triste e revoltante; reveladora de uma grande Mulher calada pelo poder politico vigente...
1ª Parte da entrevista
http://downloads.sol.pt/pdf/ed56_Casapia.pdf
2ª Parte da entrevista
http://downloads.sol.pt/pdf/ed57_Casapia.pdf
1ª Parte da entrevista
http://downloads.sol.pt/pdf/ed56_Casapia.pdf
2ª Parte da entrevista
http://downloads.sol.pt/pdf/ed57_Casapia.pdf
O Segredo de José Tomás
ReuteursSilencioso dentro y fuera de la plaza. Misterioso en su toreo y en su vida. El torero más mediático del siglo XXI pasa por ser el más desconocido
BARQUERITO
La fama de persona inaccesible conforma la sustancia del perfil de José Tomás. Como si fuera un ser huraño o misántropo. Ni lo uno ni lo otro. Fue y sigue siendo irrenunciable la voluntad de mantener su vida privada al margen de las leyes del mercado mediático. Salvo excepciones muy calculadas. Es manifiesto que no le gustan ni los periódicos ni las cámaras ni los micrófonos. No es de ahora. Pero es ahora cuando elige a capricho y rigurosamente fotógrafos, radios y demás testigos. Los más generosos documentos gráficos sobre su vida y andanzas durante los últimos doce meses se encuentran en una publicación trimestral francesa: 'Terres Taurines'. La edita y dirige André Viard, matador de toros ya retirado, de Vieux-Boucau, en la Francia taurina del Oeste. Viard ha escrito de José Tomás bellísimas palabras. No huecas, no banales, no tópicas. «José Tomás, el mero nombre es sinónimo de autenticidad», ha puntualizado Viard en un editorial de la web de 'Terres Taurines'. A propósito de la corrida de Madrid del 5 de junio. Insólitos, y en España inéditos, documentos sobre las dos últimas etapas mexicanas del torero han aparecido casi en secreto en 'Terres Taurines'. Es fácil suponer que tal tratamiento provoque una inevitable distancia: cuesta ponerse al nivel del refinamiento de Viard, y de su sensibilidad de torero. Con Viard se puede hablar, y dejar hacer y transcribir. Pero no siendo Viard, tal vez no se pueda ni se deba. Todavía en su primera época, José Tomás delegó atenciones y obligaciones en una jefa de prensa, Olga Adeva. Su pantalla de protección: como unas gafas de sol, de aparente transparencia, joven, de su misma edad. Sintonía sencilla entre los dos. Cronista taurina de la agencia France Press en Madrid, colaboradora de publicaciones taurinas varias y del precario equipo de prensa del que dispusieron los hermanos Lozano durante sus trece años de empresarios de Madrid, encargada de la edición de libros y textos taurinos de la editorial Espasa. Olga Adeva cumplió sin protagonismo y con impecable cordialidad su papel de cómplice del torero. A veces parecía su ángel de la guarda. Además de hacer de él un ser casi invisible y mudo, Olga cumplió dos misiones mayores. Una a la contra: filtrar y cribar periodistas taurinos, desanimar y aburrir a los curiosos sin indisponerlos, preservar a José Tomás en una supuesta burbuja inmune a las habladurías; y otra de positivo fondo y mayor alcance: ir abriendo al torero un hueco cada vez mayor en la épica escrita. Sin dejarlo asomar ni ponerlo en la diana. Blindado y, por tanto, invulnerable.No había duda de que José Tomás estaba destinado a ser torero con literatura. Mejor o peor. No fue ni sencillo ni complicado darle carga literaria al mero deseo de José Tomás de vivir al margen del ruido y acoso de radios, televisiones, prensa escrita o información de la red. Allanó el camino la fama gratuita de raro que José Tomás se crió a su debido tiempo. No está, no sabe, no contesta. Permanentemente reunido consigo mismo. Por decirlo de alguna manera. Entre 1999 y 2002 esa política en apariencia inocua trajo consigo el germen del mito. Icono protegido por un cerco de distancia. Intocable, visible sólo en parte. Cuando hubo que mover hilos para categorizar la reaparición de 2007, aquella red protectora resultó buen campo de cultivo. Las dotes persuasoras de Olga Adeva lograron que esa voluntad de evaporarse o desaparecer no fuera tomada por despecho ni desdén. Sino interpretada generosamente como el descanso del guerrero. La línea paralela de su concepto del toreo, o de su manera de sentirlo y hacerlo. LOS PASOS Y EL SILENCIODos son las características con que desde un principio vino a dibujarse el estilo de José Tomás: sus silencios y su forma de posarse. Muy pocos habrán toreado con menos ayuda de la voz que él. La voz es un recurso técnico para torear, y hay incluso toros que necesitan la alegría de la llamada como un reclamo. Pero la voz es también el rompedero de la angustia que inevitablemente acompaña al torero durante una faena. Por la voz se va el miedo, se libera o sale. De manera que, cuanto más silencioso es un torero, en más se tiene su valor.La otra dimensión es, en paralelo, la del ruido de los pasos. Los pasos con que se llega a la cara del toro o se sale de ella. Los que ahí se pierden o se ganan, y que definen una de las reglas de pureza del toreo moderno: la ligazón. José Tomás ha sido de siempre torero bien posado. De muy suaves pisadas y, claro, de poco moverse. O de no moverse nada. Por eso se ha hablado más de una vez de su tancredismo. Se puede torear a pies juntos o a compás abierto. Los gustos y las modas han ido por épocas. Y de frente o de perfil o dando el medio pecho y hasta se puede torear al revés. Y lo mismo: para gustos los colores. No hay una tauromaquia única y sola, ni un solo y único patrón. Ni siquiera se puede sostener en rigor que haya un sitio donde embisten todos los toros o donde no hay toro que se resista. La apuesta de José Tomás ha sido fundamentalmente por el toreo de perfil y a pies juntos, modo y variante modal que estaban casi arrumbados cuando apareció su persona en el gran teatro del toreo. Modo arrumbado en España. No en México, cuya tauromaquia de pies juntos resultó decisiva para el ideal técnico y estético de José Tomás en sus años de formación. De perfil y a pies juntos, y la adición de dos notas que encarecen y enriquecen el modelo: la quietud y el ajuste en los embroques. ¿La tauromaquia de Manolete? Muy semejante. Con otro toro, otro público, otra manera de ser el espectáculo, otra época. Y otra figura física. Muy distinto el porte. Relevantes y esdrújulos en el ámbito de una plaza de toros y delante de un toro, el silencio y el reposo fueron de pronto seña de José Tomás. Una cosa y otra se tradujeron con muchas palabras: que el torero parecía aparecerse, o que era como una aparición. Y otras hipérboles algo más pedestres: torero de otra galaxia, o marciano. Si se examina con detalle el repertorio gráfico de Manolete, más rico que variado, se adivina ese toque de silencio. Tan de la época. Hace setenta años Manolete trató de vivir escondido de la curiosidad pública. Era muy sencillo. La biografía que Carmen Esteban publicó hace un año de Lupe Sino, amante de Manolete, desvela bien la estirpe moral del gran torero. La presentación del libro de Carmen Esteban en febrero de 2007 fue la circunstancia elegida por José Tomás para hacerse visible y presente en Madrid. Por un día. Fugazmente. Sin pretensiones aparentes. Se interpretó como una rareza genial lo que fue una gentileza de gran amigo. Detalle revelador. SU HOMBRE DE CONFIANZALos banderilleros y picadores que han desfilado por su cuadrilla coinciden en que José Tomás es la sencillez misma. Los dos lidiadores de la primera época, Luciano Núñez y Miguel Sánchez Cubero, han sido toreros muy buenos: largos y competentes. Cubero, todavía en activo, se comporta en el ruedo como hombre de confianza. Lo es y se percibe bien si se observa con lupa la lidia de un toro de José Tomás. Ser el decano de la cuadrilla le confiere autoridad con el resto de la tropa. Porque, además de gran profesional, es persona exquisita. Aficionado de tino. Es el hermano menor del difunto Yiyo. Una cuadrilla tan profesional y rigurosa aportó al José Tomás torero gran equilibrio. Mozo de espadas es uno de los tres hermanos varones de José Tomás. Ni una palabra más alta que otra. En los tumultos ha ejercido de guardaespaldas. Ayuda de mozo de espadas, un íntimo de la familia. De Galapagar de toda la vida. Se apoda Kiki. Después de la retirada de 2002 este Kiki anduvo metido en negocios taurinos. Dicen que la presencia más elocuente o de más peso dentro de ese entorno es la del padre de José Tomás, que fue alcalde electo de Galapagar por el Partido Popular no hace tanto. Tiene fama de vigilar estrechamente cuanto concierne a las finanzas. No es portavoz del torero pero como si lo fuera. Se deja encontrar y le gusta salir. En el círculo de José Tomás no está prohibido hablar, pero como si lo estuviera.Con frases del padre se ha tratado de sustentar la insostenible teoría de que José Tomás ha sido víctima de alguna conspiración de taurinos profesionales y adláteres. El torero más generosamente alabado, loado, cantado, respetado y encumbrado por la mediática del toro ha sido, durante la última década, José Tomás. El que más. Con abismal diferencia. A José Tomás se le ha identificado en lenguaje de calle con todas las divinas palabras. La autenticidad, según André Viard. Y la verdad, la pureza, el enigma, la espiritualidad, lo solemne, el hechizo, la rebeldía de conciencia, lo insondable, lo inefable, lo etéreo, lo eterno, la magia, el misterio... La connotación religiosa es fortísima. En la frontera entre lo religioso y lo sectario. Que es la novedad del asunto. El grado de devoción se ha situado en tal nivel que la menor observación crítica sobre José Tomás, en una mera charla de aficionados, ha llegado a considerarse insultante. LA ERÓTICA DEL DINEROSacralizada la figura, y erigida a su lado una sombra de inquisición, la mínima disidencia se castiga como contraria a la ortodoxia. Ajena al carácter del torero, ha ido tomando forma la figura de un dogma encarnado en su persona. Una especie de religión única, anatematizadora, excluyente, capaz de crear herejes por la simple necesidad de destruirlos. Uno de los síntomas del credo es la virulencia con que en casi todas las plazas se increpa a los músicos de banda que pretenden acompañar una faena para celebrarla. Se tiene por profanación o irreverencia. Los años de residencia y retiro en Estepona pusieron a José Tomás en contacto con la persona que, según vox populi de las tertulias taurinas de la plaza madrileña de Santa Ana, ideó la estrategia de la reaparición y la tasó en dinero. Luis Chica, un ingeniero industrial ya jubilado, gran aficionado de los de toda la vida. Dobla en edad a José Tomás. Mentor en su momento de un torero paisano, Juan Carlos García, que estuvo a punto de despegar hace una década y no llegó a hacerlo. A la inteligencia de Chica se atribuye el paso a paso de las fechas y el órdago de las cifras que José Tomás cobra. Más dinero que nadie nunca jamás. ¿90 millones por dos tardes en Madrid? En la corte de seguidores de José Tomás hay un factor menor pero nada desdeñable: el de la erótica del dinero que se mueve en torno a él. No será por dinero.
Publicado no Jornal Hoy
02 Setembro 2008
Gastronomia ?
"...É uma bofetada sem luva na jovem tendência de charlatanismo gastronómico, de cozinheiros de livros, TVs e de caterings, que nunca pensaram um prato, que fogem das cozinhas sérias, e que são içados por uma imprensa anósmica de parece-releases e produções fotográficas..."
Lourenço Viegas
Paulo Pedroso
Limpinho e com eurinhos no bolso,
como é bom ser Socialista!!!
Confirmou todas as previsões....
Bibi estás à espera de quê??
Deves ser rico não???
28 Agosto 2008
El arte de jugarse la Vida!
POR FRANCIS WOLF, CATEDRÁTICO DE FILOSOFÍA DE LA UNIVERSIDAD DE PARÍS
Jueves, 28-08-08
SE escucha de vez en cuando a escritores, universitarios y pensadores españoles evocar su infancia vagamente acunada de recuerdos taurinos y expresar su rechazo, a veces violento, de la fiesta de los toros. No comprenden cómo puede hoy (aún y siempre) emocionar, conmover, exaltar las muchedumbres, en las que seguro no ve nada más que una masa de reaccionarios incultos alentada por intelectuales esnobs. En esta revuelta antitaurina, a veces íntima, a veces sonoramente militante, se encuentran a menudo, en amalgama con la memoria de sus propias historias familiares, algunos tópicos datados en los sesenta (toros = turismo, exotismo de españolada, tremendismo del torero descamisado) o más antiguos aún (toros = España negra, vergonzante cara del pasado). Sí, ya sé: sé que para muchos españoles los toros despiertan espontáneamente ese mismo sentimiento confuso, un poco nostálgico, vagamente vergonzoso, de tener que vérselas con algo que sobrevive de manera inconveniente pero a punto de caducar definitivamente gracias a la ascensión social, la educación del pueblo, la evolución de las costumbres, el sano desarrollo de las sensibilidades, Europa, la democracia, etc. Sí, ya sé: sé que para muchos jóvenes españoles la palabra «tauromaquia» evoca carteles de otra época, un rito anticuado, una especie de juego arcaico o incluso un espectáculo cruel del que deben defenderse cuando, gracias a un programa Erasmus, se dan cuenta que, para el resto del mundo, se mantiene asociado al nombre de España, es decir, a una de las naciones más avanzadas de Europa de la que por lo demás uno puede sentirse orgulloso. A todos esos españoles, jóvenes o menos jóvenes, les quiero decir lo que sigue: los toros no son ya sólo la Fiesta Nacional de España. Con eso han perdido un poco y ganado mucho. Se han convertido en parte integrante de la cultura de la Europa meridional e incluso del patrimonio mundial.
¿Se imaginan ustedes que hace apenas algunas semana (el 2 de junio exactamente), en un teatro del centro de París atestado, cientos de personas de las que la mayoría no habían puesto nunca sus pies en España, e ignoraban absolutamente todo de la «fama negra» de los toros, habían pagado cara su entrada por el único placer de homenajear la heroica carrera de un torero... colombiano (César Rincón)? Claro que para todos esos turistas que visitan España a toque de pito, entre la torre de Pisa y el Big Ben, y que creen que Francia es Pigalle, los toros son el «exotismo» español barato, y el torero es algo así como «Manolete-ElCordobés-del brazo de su bailaora con castañuelas», o (para los más cultivados ¡ay!) es la imagen odiosa y desgastada del maletilla hambriento que, para salir de su miserable condición, no tiene otro remedio que tentar al diablo y arrojarse entre sus cuernos. Ignoran evidentemente, como quizás muchos españoles, que uno de los más grandes toreros de la historia está vivo y toreando y en modo alguno debe su valor extraordinario a esa deprimente leyenda, o que uno de los mejores toreros de la primera década del siglo XXI es francés, o que fue prácticamente imposible conseguir entradas (siendo tan caras como las de la ópera) para las diez corridas que conformaron la reciente feria de Nîmes (95.980 espectadores).
Un poco de pudor y muchos escrúpulos me impiden evocar mi infancia que está en las antípodas de las de los intelectuales españoles antitaurinos. Bastará decir que esa infancia en el cinturón de París, con mis padres judíos alemanes que escaparon por milagro de los campos de la muerte, en modo alguno me preparaba para recibir el choque que fue el descubrimiento accidental de los toros, a la edad de 18 años, al azar de una escapada estudiantil en la región de Provence. Para muchos españoles de mi generación, los toros son familiares, formaron parte de la vida cotidiana de su infancia, se los vivía con indiferencia, aceptación o rechazo de una «cultura» vagamente patrimonial que es como una segunda naturaleza de la que hay a veces que desprenderse para poder existir por sí mismo. Para mí la corrida de toros es una amiga que he elegido tan próxima como la música y sin la cual podría difícilmente vivir. Digo que la he elegido pero tengo más bien la impresión que ella me ha elegido a mí; el encuentro fue fortuito pero, como dice Flaubert de la primera cita amorosa: «Fue como una revelación». No, los toros ya no son sólo la Fiesta Nacional. Han perdido un poco de sus particularidades (algunas fiestas votivas, capeas salvajes, un público cautivo, un pueblo entero movilizado tras un torero muerto), han ganado mucho en universalidad -geográfica y sobre todo cultural-. Ahora, en el presente, los que torean y los que van a los toros lo han elegido, y si no saben del todo, ni unos ni otros, lo que van a buscar «allí» (¿sabemos bien lo que es el amor?), saben que hoy se va a la plaza en lugar de ir al estadio, al concierto o al teatro.
Sin duda, la corrida de toros no es moderna, pero no porque no sea de nuestro tiempo, es -al contrario- porque nuestro tiempo no está ya en la «modernidad». La modernidad en el sentido estricto se acabó hacia el final de los años ochenta del siglo pasado, con el derrumbamiento de las ideologías, el fin del sueño en el progreso y el agotamiento de los discursos dogmáticos de las vanguardias artísticas (formalmente revolucionarias, políticamente redentoras). Lo que algunos han dado en llamar la «posmodernidad» o lo contemporáneo se opone punto por punto a la modernidad. Puede ser que la corrida de toros no sea ni haya sido nunca «moderna», pero es seguro que se acuerda perfectamente a lo «contemporáneo». Lo moderno está ligado al progreso, a la «velocidad», a la industrialización sistemática (comprendida la de la ganadería de carne); lo contemporáneo y la corrida están ligados a la biodiversidad, a la ganadería extensiva de bravo, a los equilibrios de los ecosistemas. La modernidad sólo veía la salvación a través de la comunidad y la sociedad, en el «todo es política», lo contemporáneo y la corrida renuevan con los valores del héroe solitario (pensemos en el culto contemporáneo hacia los éxitos singulares y aventureros de cualquier tipo), con una ética de las virtudes individuales, el valor, la lealtad, el don de sí mismo. La modernidad quería esconder la muerte (simple «no vida» igual que se dice invidencia en vez de ceguera), reducirla al silencio del frío vacío de las salas mortuorias o a la mecánica funcional de los mataderos; lo contemporáneo y la corrida de toros reconocen que la ceremonia de la muerte puede contribuir a dar sentido a la vida mostrándola conquistada a cada instante sobre la posibilidad misma de su negación. Era -se decía- el fin de los ritos en los que lo único que se veía eran prejuicios arbitrarios e irracionales, pero lo contemporáneo y la corrida de toros redescubren las virtudes de los ritos, no necesariamente vinculados a capillas y estampitas. Lo moderno declaraba el final de la figuración en pintura, del relato en literatura, del drama en el cine; lo contemporáneo inventa una nueva figuración, el cine de Almodóvar, genio de la posmodernidad, reinventa la linealidad del relato y las estructuras complejas del melodrama, como la corrida de toros que mezcla lo festivo y lo trágico, los colores chillones y la emoción más pura. El arte moderno glorificaba la vanguardia social y declaraba el final de la «representación», el posmoderno mezcla lo popular y lo erudito -como la corrida de toros, la más sabia de las artes populares- mezcla la transfiguración de lo real y su presentación en bruto (el happening, el body-art, el ready-made, la instalación, la intervención, el artista mismo) como la corrida de toros, alianza de representación clásica de la belleza y de presentación en bruto del cuerpo, de la herida, de la muerte, como el torero, artista contemporáneo, que hace de su gesto una obra estilizando su existencia. La posmodernidad, lejos de oponer el hombre al animal como en los tiempos modernos, presiente que no hay humanidad sin una parte de animalidad, sin un otro al que -a quien- medirse, como si el hombre -hoy más aún que ayer- sólo pudiera probar su humanidad a condición de saber vencer, en él y fuera de él, la animalidad en su forma más alta, más bella, más poderosa, por ejemplo la del toro salvaje: vencerla, es decir, repelerla o domarla, pero sobre todo oponer la fuerza de la astucia, la gratuidad del juego, la ligereza de la diversión, la gravedad de la entrega de sí mismo, la fuerza de la voluntad, el poder del arte, la conciencia de la muerte -en definitiva todo lo que hace la humanidad del hombre-.
Quizá se podrá afirmar: ¿pero el espectáculo del sufrimiento animal, dada la evolución de las costumbres, no es ya tolerable, hoy menos que ayer? A esto hay que responder que no es una cuestión de historia (moderna o no) ni de geografía (España negra o no). Yo no he sufrido nunca, personalmente, con el espectáculo del pez atrapado en el anzuelo del inocente pescador de río -es una cuestión de sensibilidad-. Ésta permite a algunos ver al toro como víctima, la mía sólo ve en él un animal combatiente. Autoriza a algunos a pensar que el torero martiriza una bestia, yo veo en él un héroe contemporáneo que tiene la audacia de desafiar y enfrentarse a una fiera jugándose la vida -sin más, por la belleza del gesto, por pura libertad, para afirmar su propio desapego en relación con las vicisitudes de la existencia y su victoria sobre lo imprevisible-. ¡Es cierto que el toro no quiere combatir, pero no por porque sea contrario a su naturaleza el combatir sino porque es contrario a su naturaleza el querer! Esto es al menos lo que mi sensibilidad me dicta, comparable en eso a la de cientos de miles de otros hombres en todo el mundo, y no la creo menos movilizada ni sublevada que ninguna otra ante el sufrimiento de los hombres -o incluso de los animales- ni menos consciente de lo que hace falta de poder creador para volver a dar hoy un sentido, en arte, a esa palabra mancillada que es la belleza.
¿Se imaginan ustedes que hace apenas algunas semana (el 2 de junio exactamente), en un teatro del centro de París atestado, cientos de personas de las que la mayoría no habían puesto nunca sus pies en España, e ignoraban absolutamente todo de la «fama negra» de los toros, habían pagado cara su entrada por el único placer de homenajear la heroica carrera de un torero... colombiano (César Rincón)? Claro que para todos esos turistas que visitan España a toque de pito, entre la torre de Pisa y el Big Ben, y que creen que Francia es Pigalle, los toros son el «exotismo» español barato, y el torero es algo así como «Manolete-ElCordobés-del brazo de su bailaora con castañuelas», o (para los más cultivados ¡ay!) es la imagen odiosa y desgastada del maletilla hambriento que, para salir de su miserable condición, no tiene otro remedio que tentar al diablo y arrojarse entre sus cuernos. Ignoran evidentemente, como quizás muchos españoles, que uno de los más grandes toreros de la historia está vivo y toreando y en modo alguno debe su valor extraordinario a esa deprimente leyenda, o que uno de los mejores toreros de la primera década del siglo XXI es francés, o que fue prácticamente imposible conseguir entradas (siendo tan caras como las de la ópera) para las diez corridas que conformaron la reciente feria de Nîmes (95.980 espectadores).
Un poco de pudor y muchos escrúpulos me impiden evocar mi infancia que está en las antípodas de las de los intelectuales españoles antitaurinos. Bastará decir que esa infancia en el cinturón de París, con mis padres judíos alemanes que escaparon por milagro de los campos de la muerte, en modo alguno me preparaba para recibir el choque que fue el descubrimiento accidental de los toros, a la edad de 18 años, al azar de una escapada estudiantil en la región de Provence. Para muchos españoles de mi generación, los toros son familiares, formaron parte de la vida cotidiana de su infancia, se los vivía con indiferencia, aceptación o rechazo de una «cultura» vagamente patrimonial que es como una segunda naturaleza de la que hay a veces que desprenderse para poder existir por sí mismo. Para mí la corrida de toros es una amiga que he elegido tan próxima como la música y sin la cual podría difícilmente vivir. Digo que la he elegido pero tengo más bien la impresión que ella me ha elegido a mí; el encuentro fue fortuito pero, como dice Flaubert de la primera cita amorosa: «Fue como una revelación». No, los toros ya no son sólo la Fiesta Nacional. Han perdido un poco de sus particularidades (algunas fiestas votivas, capeas salvajes, un público cautivo, un pueblo entero movilizado tras un torero muerto), han ganado mucho en universalidad -geográfica y sobre todo cultural-. Ahora, en el presente, los que torean y los que van a los toros lo han elegido, y si no saben del todo, ni unos ni otros, lo que van a buscar «allí» (¿sabemos bien lo que es el amor?), saben que hoy se va a la plaza en lugar de ir al estadio, al concierto o al teatro.
Sin duda, la corrida de toros no es moderna, pero no porque no sea de nuestro tiempo, es -al contrario- porque nuestro tiempo no está ya en la «modernidad». La modernidad en el sentido estricto se acabó hacia el final de los años ochenta del siglo pasado, con el derrumbamiento de las ideologías, el fin del sueño en el progreso y el agotamiento de los discursos dogmáticos de las vanguardias artísticas (formalmente revolucionarias, políticamente redentoras). Lo que algunos han dado en llamar la «posmodernidad» o lo contemporáneo se opone punto por punto a la modernidad. Puede ser que la corrida de toros no sea ni haya sido nunca «moderna», pero es seguro que se acuerda perfectamente a lo «contemporáneo». Lo moderno está ligado al progreso, a la «velocidad», a la industrialización sistemática (comprendida la de la ganadería de carne); lo contemporáneo y la corrida están ligados a la biodiversidad, a la ganadería extensiva de bravo, a los equilibrios de los ecosistemas. La modernidad sólo veía la salvación a través de la comunidad y la sociedad, en el «todo es política», lo contemporáneo y la corrida renuevan con los valores del héroe solitario (pensemos en el culto contemporáneo hacia los éxitos singulares y aventureros de cualquier tipo), con una ética de las virtudes individuales, el valor, la lealtad, el don de sí mismo. La modernidad quería esconder la muerte (simple «no vida» igual que se dice invidencia en vez de ceguera), reducirla al silencio del frío vacío de las salas mortuorias o a la mecánica funcional de los mataderos; lo contemporáneo y la corrida de toros reconocen que la ceremonia de la muerte puede contribuir a dar sentido a la vida mostrándola conquistada a cada instante sobre la posibilidad misma de su negación. Era -se decía- el fin de los ritos en los que lo único que se veía eran prejuicios arbitrarios e irracionales, pero lo contemporáneo y la corrida de toros redescubren las virtudes de los ritos, no necesariamente vinculados a capillas y estampitas. Lo moderno declaraba el final de la figuración en pintura, del relato en literatura, del drama en el cine; lo contemporáneo inventa una nueva figuración, el cine de Almodóvar, genio de la posmodernidad, reinventa la linealidad del relato y las estructuras complejas del melodrama, como la corrida de toros que mezcla lo festivo y lo trágico, los colores chillones y la emoción más pura. El arte moderno glorificaba la vanguardia social y declaraba el final de la «representación», el posmoderno mezcla lo popular y lo erudito -como la corrida de toros, la más sabia de las artes populares- mezcla la transfiguración de lo real y su presentación en bruto (el happening, el body-art, el ready-made, la instalación, la intervención, el artista mismo) como la corrida de toros, alianza de representación clásica de la belleza y de presentación en bruto del cuerpo, de la herida, de la muerte, como el torero, artista contemporáneo, que hace de su gesto una obra estilizando su existencia. La posmodernidad, lejos de oponer el hombre al animal como en los tiempos modernos, presiente que no hay humanidad sin una parte de animalidad, sin un otro al que -a quien- medirse, como si el hombre -hoy más aún que ayer- sólo pudiera probar su humanidad a condición de saber vencer, en él y fuera de él, la animalidad en su forma más alta, más bella, más poderosa, por ejemplo la del toro salvaje: vencerla, es decir, repelerla o domarla, pero sobre todo oponer la fuerza de la astucia, la gratuidad del juego, la ligereza de la diversión, la gravedad de la entrega de sí mismo, la fuerza de la voluntad, el poder del arte, la conciencia de la muerte -en definitiva todo lo que hace la humanidad del hombre-.
Quizá se podrá afirmar: ¿pero el espectáculo del sufrimiento animal, dada la evolución de las costumbres, no es ya tolerable, hoy menos que ayer? A esto hay que responder que no es una cuestión de historia (moderna o no) ni de geografía (España negra o no). Yo no he sufrido nunca, personalmente, con el espectáculo del pez atrapado en el anzuelo del inocente pescador de río -es una cuestión de sensibilidad-. Ésta permite a algunos ver al toro como víctima, la mía sólo ve en él un animal combatiente. Autoriza a algunos a pensar que el torero martiriza una bestia, yo veo en él un héroe contemporáneo que tiene la audacia de desafiar y enfrentarse a una fiera jugándose la vida -sin más, por la belleza del gesto, por pura libertad, para afirmar su propio desapego en relación con las vicisitudes de la existencia y su victoria sobre lo imprevisible-. ¡Es cierto que el toro no quiere combatir, pero no por porque sea contrario a su naturaleza el combatir sino porque es contrario a su naturaleza el querer! Esto es al menos lo que mi sensibilidad me dicta, comparable en eso a la de cientos de miles de otros hombres en todo el mundo, y no la creo menos movilizada ni sublevada que ninguna otra ante el sufrimiento de los hombres -o incluso de los animales- ni menos consciente de lo que hace falta de poder creador para volver a dar hoy un sentido, en arte, a esa palabra mancillada que es la belleza.
FRANCIS WOLFF
Catedrático de Filosofía de la Universidad de París
Catedrático de Filosofía de la Universidad de París
25 Agosto 2008
20 Agosto 2008
07 Agosto 2008
Movimento de apoio à Festa dos Toiros

Numa fase em que vários são são ataques que surgem por parte dos anti-taurinos, sempre com o objectivo de prejuducar a nossa Tauromaqui, eis que surge um projecto que tem como objectivo a defesa da Tauromaquia Portuguesa.Segundo os responsáveis pelo projecto neste com o Movimento em Defesa da Tauromaquia pretende-se juntar TODOS os intervenientes da Festa, desde os empresários aos apoderados, dos cavaleiros aos forcados, dos matadores aos bandarilheiros e todos aqueles que contribuem para o bom desenrolar e funcionamento da Festa dos Toiros.Criado para o efeito, o site www.movimentoprotourada.jimdo.com dará a conhecer artigos relacionados com a temática, opiniões de todos os intervenientes e sectores da Festa Brava Portuguesa.Divulgar o que está mal e o que errado se passa na nossa querida festa; Todos juntos faremos com que a arte secular, que é a Festa de Toiros, não seja maltratada e afectada por pessoas indiferentes aos bons costumes e tradições deste nosso Portugal, para tal o apoio e opinião de todos é essencial. Para quem se quiser fazer ouvir e participar neste movimento é favor entrar em contacto com o movimento através do site.
Visite já em www.movimentoprotourada.jimdo.com
Visite já em www.movimentoprotourada.jimdo.com
Fonte: www.tauromania.pt
26 Julho 2008
20 Julho 2008
15 Julho 2008
Manifesto Taurino
No passado dia 23 de Setembro de 2006, a RTP transmitiu o programa “A Voz do Cidadão” sobre a responsabilidade do Provedor do Telespectador, José Manuel Paquete de Oliveira.
Transcrevo o que na altura o Provedor do Telespectador afirmou em relação ao facto das corridas de toiros serem transmitidas pela RTP.
“Não obstante o respeito pela posição daqueles que condenam as touradas e pela luta que legitimamente desencadeiam, parece-me ser de relevar o seguinte : Uma das missões fortes da democracia, é à democracia cultural.
O espectáculo das touradas é acolhido, no seio da generalidade da população portuguesa, como um espectáculo legal, legítimo e lícito.
Há populações locais, desde grandes cidades como Lisboa a outras, como Santarém, Montijo, Vila Franca, Montemor, Figueira da Foz, Póvoa do Varzim, ou ainda outras mais reduzidas ainda como Sabugal ou Barrancos, com forte sentido de identidade, em relação àquilo que representa, para essas populações, espectáculo taurino.
Há todo um ritual e um conjunto de regras a cumprir, que identificam, bravura, solidariedade, nobreza, que fazem parte de um repertório cultural dessas populações.
A tourada, é um espectáculo que acontece no espaço público e como tal, é susceptível de ser transmitido via televisão e via RTP.”
A RTP, empresa pública que todos nós sustentamos através dos impostos que pagamos, contribuições estas que servem para sustentar os ordenados principescos dos administradores e direcção de programas, deve ter em consideração na sua programação, como serviço público que é, respeitar que os aficionados possam ter acesso às corridas de toiros que devem ser transmitidas por esta estação.
Para a RTP, deve ser uma vergonha verificar que, nos dias em que a concorrente privada TVI emite uma corrida de toiros, verificar pela análise do Share que, metade da população que estava a ver televisão nesta última quinta-feira seguia a corrida de toiros via TVI.
Assim como Portugueses que contribuímos para que a RTP realize o serviço público de informação que é obrigada, teremos de nos manifestar junto dos seus responsáveis, para que, de uma vez por todas, respeitem todos os portugueses que desejam e querem ver transmitidas as corridas via RTP.
Teremos todos de enviar um mail para a administração, direcção de programas, direcção de comunicação e marketing e, com conhecimento para a Tauromania, (jose.fragoso@rtp.pt;antonio.luis.marinho@rtp.pt;m.ramos@rtp.pt;ana.gaivota@rtp.pt;geral@tauromania.pt) enviando-lhes a mensagem que, conforme afirmou o Provedor do Telespectador:
"O espectáculo das touradas é acolhido, no ceio da generalidade da população portuguesa, como um espectáculo legal, legítimo e lícito. A tourada, é um espectáculo que acontece no espaço público e como tal, é susceptível de ser transmitido via televisão e via RTP." Palavras do Provedor do Telespectador em 23 de setembro de 2006.Assim como Português exijo que a RTP transmita corridas de toiros em directo.
Eu farei o minha parte, todos nós teremos de ter a Responsabilidade e Atitude de Aficionado para manifestramos a nossa indignação.
Transcrevo o que na altura o Provedor do Telespectador afirmou em relação ao facto das corridas de toiros serem transmitidas pela RTP.
“Não obstante o respeito pela posição daqueles que condenam as touradas e pela luta que legitimamente desencadeiam, parece-me ser de relevar o seguinte : Uma das missões fortes da democracia, é à democracia cultural.
O espectáculo das touradas é acolhido, no seio da generalidade da população portuguesa, como um espectáculo legal, legítimo e lícito.
Há populações locais, desde grandes cidades como Lisboa a outras, como Santarém, Montijo, Vila Franca, Montemor, Figueira da Foz, Póvoa do Varzim, ou ainda outras mais reduzidas ainda como Sabugal ou Barrancos, com forte sentido de identidade, em relação àquilo que representa, para essas populações, espectáculo taurino.
Há todo um ritual e um conjunto de regras a cumprir, que identificam, bravura, solidariedade, nobreza, que fazem parte de um repertório cultural dessas populações.
A tourada, é um espectáculo que acontece no espaço público e como tal, é susceptível de ser transmitido via televisão e via RTP.”
A RTP, empresa pública que todos nós sustentamos através dos impostos que pagamos, contribuições estas que servem para sustentar os ordenados principescos dos administradores e direcção de programas, deve ter em consideração na sua programação, como serviço público que é, respeitar que os aficionados possam ter acesso às corridas de toiros que devem ser transmitidas por esta estação.
Para a RTP, deve ser uma vergonha verificar que, nos dias em que a concorrente privada TVI emite uma corrida de toiros, verificar pela análise do Share que, metade da população que estava a ver televisão nesta última quinta-feira seguia a corrida de toiros via TVI.
Assim como Portugueses que contribuímos para que a RTP realize o serviço público de informação que é obrigada, teremos de nos manifestar junto dos seus responsáveis, para que, de uma vez por todas, respeitem todos os portugueses que desejam e querem ver transmitidas as corridas via RTP.
Teremos todos de enviar um mail para a administração, direcção de programas, direcção de comunicação e marketing e, com conhecimento para a Tauromania, (jose.fragoso@rtp.pt;antonio.luis.marinho@rtp.pt;m.ramos@rtp.pt;ana.gaivota@rtp.pt;geral@tauromania.pt) enviando-lhes a mensagem que, conforme afirmou o Provedor do Telespectador:
"O espectáculo das touradas é acolhido, no ceio da generalidade da população portuguesa, como um espectáculo legal, legítimo e lícito. A tourada, é um espectáculo que acontece no espaço público e como tal, é susceptível de ser transmitido via televisão e via RTP." Palavras do Provedor do Telespectador em 23 de setembro de 2006.Assim como Português exijo que a RTP transmita corridas de toiros em directo.
Eu farei o minha parte, todos nós teremos de ter a Responsabilidade e Atitude de Aficionado para manifestramos a nossa indignação.
José Fernando Potier
11 Julho 2008
10 Julho 2008
Cimeira G8 Sobre fome inclui jantar com trufas e caviar
Refeição custou 300 euros por cabeça.
A polémica instalou-se: na cimeira que reuniu os oito líderes dos países mais industrizados do mundo (G8) para discutirem o tema da fome, foi servido um jantar de luxo.
De acordo com o «Diário de Notícias», reunidos sob o tema dos preços altos dos alimentos, bem como a sua escassez em vários pontos do globo, os altos responsáveis não se inibiram de experimentar 24 pratos, incluindo entradas e sobremesas, num jantar que terá custado 300 euros por pessoa.
Entre as especialidades servidas estiveram trufas pretas, caranguejos gigantes, cordeiro assado com cogumelos e caviar.
De acordo com o «Diário de Notícias», reunidos sob o tema dos preços altos dos alimentos, bem como a sua escassez em vários pontos do globo, os altos responsáveis não se inibiram de experimentar 24 pratos, incluindo entradas e sobremesas, num jantar que terá custado 300 euros por pessoa.
Entre as especialidades servidas estiveram trufas pretas, caranguejos gigantes, cordeiro assado com cogumelos e caviar.
09 Julho 2008
Medina Carreira
Hoje vai estar na Sic ( Jornal da Noite) para uma entrevista sobre o estado da Nação; a não perder.
Fica o link da entrevista que deu na semana passada à Sic Noticias:http://oinsurgente.blogspot.com/2005/05/medina-carreira.html
08 Julho 2008
03 Julho 2008
RTP Transmitirá no próximo Domingo a 1ª Corrida TV Lezíria
Depois de informações que davam como certa a não transmissão no próximo Domingo da I Grande Corrida TV Leziria por parte da RTP tal como já acontecerá com a Corrida da TV, eis que surge a noticia que a corrida será transmitida em directo pela estação pública através do Canal 1.Nota de Imprensa enviada pela empresa Tauroleve, Lda. responsável pela gestão da Palha Blanco e pela organização da corrida: "É sem sombra de dúvidas uma das notícias mais importantes da nossa festa. A providência cautelar entreposta pela Associação Animal teve parecer liminarmente indeferido por parte da 2ª secção da 6ª vara do Tribunal Civil de Lisboa, que não reconheceu o mínimo fundamento ao processo 1829/08.7 TVLSB.
Sendo assim, e ao contrário daquilo que haviam feito à corrida da TV celebrada em Santarém, a corrida do próximo domingo em Vila Franca de Xira terá honras de transmissão televisiva através do RTP 1 a partir das 17H15M, naquele que será um dos momentos mais marcantes para a nossa festa.
A vitória contra a Associação Animal, obriga a que todos os aficionados se juntem massivamente neste espectáculo, para que possamos demonstrar contra todos aqueles que tentam denegrir, as nossas raízes, cultura e força, a bem das nossas tradições. Vila Franca, terra de toiros e toureiros, de triunfos e emoções, receberá uma vez mais uma tarde histórica da tauromaquia portuguesa, agora com a transmissão televisiva da I Grande Corrida TV Lezírias, na qual a RTP está a fazer todos os esforços para que seja de um êxito absoluto.
No cartel desta importante tarde figuram os nomes de Luís Rouxinol e Rui Fernandes, duas figuras impares da nossa tauromaquia a cavalo, os forcados amadores de Vila Franca, que ano após ano consolidam-se como um dos grandes grupos nacionais da belíssima arte de pegar toiros, e os espadas António João Ferreira e Nuno Casquinha, num confronto épico das duas maiores esperanças do toureio apeado em Portugal. Para completar estar histórica tarde, foi escolhido um precioso curro de toiros da divisa de Carlos Falé Filipe, com idade, peso e trapio, tal como a Palha Blanco, o seu público e a tauromaquia nacional merecem. Com todos estes ingredientes, os aficionados não podem faltar à chamada, e deverão a partir das 17H15M estarem presentes nesta importante data, aplaudindo os artistas, que nesta tarde pisarão a centenária Praça de Toiros Palha Blanco em Vila Franca de Xira.
Vila Franca de Xira, Dia 03 de Julho de 2008"
Sendo assim, e ao contrário daquilo que haviam feito à corrida da TV celebrada em Santarém, a corrida do próximo domingo em Vila Franca de Xira terá honras de transmissão televisiva através do RTP 1 a partir das 17H15M, naquele que será um dos momentos mais marcantes para a nossa festa.
A vitória contra a Associação Animal, obriga a que todos os aficionados se juntem massivamente neste espectáculo, para que possamos demonstrar contra todos aqueles que tentam denegrir, as nossas raízes, cultura e força, a bem das nossas tradições. Vila Franca, terra de toiros e toureiros, de triunfos e emoções, receberá uma vez mais uma tarde histórica da tauromaquia portuguesa, agora com a transmissão televisiva da I Grande Corrida TV Lezírias, na qual a RTP está a fazer todos os esforços para que seja de um êxito absoluto.
No cartel desta importante tarde figuram os nomes de Luís Rouxinol e Rui Fernandes, duas figuras impares da nossa tauromaquia a cavalo, os forcados amadores de Vila Franca, que ano após ano consolidam-se como um dos grandes grupos nacionais da belíssima arte de pegar toiros, e os espadas António João Ferreira e Nuno Casquinha, num confronto épico das duas maiores esperanças do toureio apeado em Portugal. Para completar estar histórica tarde, foi escolhido um precioso curro de toiros da divisa de Carlos Falé Filipe, com idade, peso e trapio, tal como a Palha Blanco, o seu público e a tauromaquia nacional merecem. Com todos estes ingredientes, os aficionados não podem faltar à chamada, e deverão a partir das 17H15M estarem presentes nesta importante data, aplaudindo os artistas, que nesta tarde pisarão a centenária Praça de Toiros Palha Blanco em Vila Franca de Xira.
Vila Franca de Xira, Dia 03 de Julho de 2008"
Fonte: www.tauromania.pt
01 Julho 2008
27 Junho 2008
Boa Sarkozy
MARC LAVIE /
PAU (Francia) El presidente de Francia Nicolas Sarkozy, ha denegado la petición a las Asociaciones Antitaurinas del país, que le habían solicitado mediante un escrito la prohibición a menores de quince años de presenciar espectáculos taurinos.
A través de un comunicado de prensa emitido por Cedric Goubet, Jefe del Gabinete del Presidente de la República, Sarkozy ha explicado a dichas asociaciones que las corridas de toros eran una tradición en Francia y que había muchos franceses vinculados a la misma.
PAU (Francia) El presidente de Francia Nicolas Sarkozy, ha denegado la petición a las Asociaciones Antitaurinas del país, que le habían solicitado mediante un escrito la prohibición a menores de quince años de presenciar espectáculos taurinos.
A través de un comunicado de prensa emitido por Cedric Goubet, Jefe del Gabinete del Presidente de la República, Sarkozy ha explicado a dichas asociaciones que las corridas de toros eran una tradición en Francia y que había muchos franceses vinculados a la misma.
26 Junho 2008
25 Junho 2008
A festa cresce em Espanha
Madrid (España). La fiesta de los toros crece, y lo hace en el que quizás sea su aspecto más importante: el público. Así se desprende de la Encuesta de Hábitos Culturales de los Españoles encargada por el Ministerio de Cultura, que dedica un apartado a la fiesta de los toros, en el que se refleja un aumento generalizado en el número de asistentes a festejos taurinos entre los años 2002 y 2007 en todas las franjas de edad.
Las comunidades que más incremento experimentan son Madrid, con 228000 asistentes más en 2007 que en 2002; la Comunidad Valenciana, con un incremento de 203000 personas y Andalucía, con 184000 personas más en el mismo marco temporal. A estas tres, les siguen otras en las que el crecimiento, aunque menor, también da pábulo al optimismo. Se trata de Castilla-La Mancha, Comunidad Autónoma Vasca, Extremadura y Asturias, que experimentan, respectivamente, un aumento de 83000, 68000, 51000 y 43000 personas en el número de asistentes.
Cataluña constituye un caso especialmente ejemplar de este crecimiento, pues aunque en ella ha disminuido el número de cosos taurinos (la plaza de Gerona fue cerrada y la de Tarragona se encuentra en remodelación), y sólo Barcelona ofreció corridas de toros en 2007, se experimenta un incremento de 5000 personas en el número de asistentes a festejos taurinos.
El innegable crecimiento que venimos desglosando, además, se produce en todas las franjas de edad de la población española. Es decir, el aumento del número de asistentes a las plazas de toros se da entre todas las edades. Tomando como ejemplo la franja mayoritaria que va de los 25 a los 44 años, se observa un crecimiento de 290000 personas: si en 2002 asistieron 1.075.000 personas de esta edad, en 2007 fueron 1.365.000 las que asistieron a festejos taurinos en toda España.
Fonte . www.mundotoro.com
Las comunidades que más incremento experimentan son Madrid, con 228000 asistentes más en 2007 que en 2002; la Comunidad Valenciana, con un incremento de 203000 personas y Andalucía, con 184000 personas más en el mismo marco temporal. A estas tres, les siguen otras en las que el crecimiento, aunque menor, también da pábulo al optimismo. Se trata de Castilla-La Mancha, Comunidad Autónoma Vasca, Extremadura y Asturias, que experimentan, respectivamente, un aumento de 83000, 68000, 51000 y 43000 personas en el número de asistentes.
Cataluña constituye un caso especialmente ejemplar de este crecimiento, pues aunque en ella ha disminuido el número de cosos taurinos (la plaza de Gerona fue cerrada y la de Tarragona se encuentra en remodelación), y sólo Barcelona ofreció corridas de toros en 2007, se experimenta un incremento de 5000 personas en el número de asistentes a festejos taurinos.
El innegable crecimiento que venimos desglosando, además, se produce en todas las franjas de edad de la población española. Es decir, el aumento del número de asistentes a las plazas de toros se da entre todas las edades. Tomando como ejemplo la franja mayoritaria que va de los 25 a los 44 años, se observa un crecimiento de 290000 personas: si en 2002 asistieron 1.075.000 personas de esta edad, en 2007 fueron 1.365.000 las que asistieron a festejos taurinos en toda España.
Fonte . www.mundotoro.com
23 Junho 2008
Eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infância, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?
16 Junho 2008
O cadáver adiado
A paralisação dos camionistas portugueses, que dura desde as 0:00 de segunda-feira, 9-6-2008, é apenas mais uma revolta corporativa de uma sequência que não abrandará até ao fundo do vale da depressão económica que o mundo não produtor de petróleo e de salários altos conhece e com consequências bastante mais graves em Portugal, por causa da política absolutamente errada de José Sócrates que afundou a economia nacional no absurdo contraciclo da sua política financeira autista. De que serve a alguém ter a "casa arrumada" (Sócrates, em 29-3-2008 em Mortágua) se estiver desempregado e a família passar fome?...A paralisação é desagradável, mas quando o "desespero campeia", como refere José Maria Martins, a "desobediência civil" parece a única saída para os camionistas das micro e pequenas empresas que constituem o grosso do sector dos transportes de mercadorias. Estes mantém os protestos, apesar da falta de solidariedade dos donos das grandes frotas que controlam a ANTRAM (só a TAS do presidente da ANTRAM António Mousinho tem "uma frota própria superior a 200 veículos") e arrasam o sector no dumping dos preços dos fretes - ainda hoje, 11-6-2008, ouvia no programa Opinião Pública da SIC-Notícias uma gestora de frota dizer que uma grande transportadora, a Álvaro Figueiredo, cobrava apenas 450 euros para um frete Lisboa-Madrid. Devido à atomização e independência tradicional do sector, é muito mais difícil conseguir um acordo com as suas corporações - a associação empresarial ANTRAM e o sindicato FESTRU (ligado à CGTP) -, que não têm tropa de choque obediente com penetração e dimensões suficientes, como a CGTP-PC teve no protesto dos professores, para abafar os protestos independentes e vender os trabalhadores num acordo manhoso com o Governo. Isto é, a desmobilização dos trabalhadores só parece possível com concessões tangíveis e igualitárias, sem a troca suja de compensações políticas externas aos interesses dos próprios.Como outras revoltas anti-sistémicas, esta nasce da base e despreza os compromissos dos sindicatos e associações oficiais que vivem na habitual cumplicidade com o poder. O poder embrulha os representantes das classes profissionais no maço da folha de apoios e os trabalhadores e elementos de base são vendidos em acordos que os prejudicam. Os compromissos dos representantes, que na verdade passaram para o lado do poder, impedem-nos de afrontar o governo e cedem, mediante a oferta de cerejas que encimam os seus bolos.O governo de Sócrates já tem a morte marcada: o seu governo é apenas um "cadáver adiado" que nem procria.Paradoxalmente, a economia está a ser o carrasco da sua política ultra-capitalista e de promiscuidade com os grandes grupos económicos:
o petróleo continua a subir (133,00 dólares às 12:31 de 11-6-2008), de patamar em patamar, dois passos acima e um para baixo;
o dólar deixou de descer (1,5493 dólares/euro às 12:31 de 11-6-2008) - já nem o negligente ministro das Finanças Teixeira dos Santos despreza, como fazia, a subida do petróleo acompanhada pela depreciação do dólar...
a inflação real acelera;
o Produto Interno Bruto mingua (nova descida de 0,2% no primeiro trimestre de 2008, imitando a contração de 0,1% do terceiro trimestre de 2007);
as exportações diminuem e as importações aumentam, desequilibrando ainda mais a balança comercial portuguesa;
o investimento directo estrangeiro no nosso País reduz-se radicalmente a metade, por mais que o ministro Pinho o veja a... crescer "e bem";
multiplicam-se as falências e encerramento de empresas;
o desemprego real (o dos campos e ruas do País e não o da praça de Londres ou o da avenida António José de Almeida) aumenta;
a emigração dos desempregados, sub-empregados, subsistentes e jovens licenciados explode;
o endividamento das famílias (no final de 2007, era cerca de 129% do rendimento das famílias portuguesas, o segundo valor mais alto entre os países da zona euro) agrava-se, o crédito mal-parado cresce para o valor mais elevado de sempre (e 14,7% de aumento face ao primeiro trimestre de 2007) e a poupança reduz-se;
a fome reaparece, conforme avisam o Banco Alimentar e as organizações de caridade;
até a Igreja - veja-se a posição crítica do ponderado bispo do Porto, D. Manuel Clemente, em 5-6-2008, ou as palavras duras de D. Manuel Martins em 8-6-2008 - contesta o liberal Código do Trabalho e denuncia as desigualdades sociais, a fome e a carestia na saúde.
Mas como dizia o meu professor Jorge Vasconcellos e Sá, "estas são as boas notícias"!... As más notícias é que no Outono de 2009 estará muito pior. José Sócrates arrisca-se a levar o Partido Socialista a um resultado pior do que o dr. Almeida Santos em 1985 (20,77 %), com o Bloco de Esquerda de Louçã na posição do PRD.A partir de agora, importa preparar o futuro do País após a desgraça socratina que nos aconteceu.
A paralisação dos camionistas portugueses, que dura desde as 0:00 de segunda-feira, 9-6-2008, é apenas mais uma revolta corporativa de uma sequência que não abrandará até ao fundo do vale da depressão económica que o mundo não produtor de petróleo e de salários altos conhece e com consequências bastante mais graves em Portugal, por causa da política absolutamente errada de José Sócrates que afundou a economia nacional no absurdo contraciclo da sua política financeira autista. De que serve a alguém ter a "casa arrumada" (Sócrates, em 29-3-2008 em Mortágua) se estiver desempregado e a família passar fome?...A paralisação é desagradável, mas quando o "desespero campeia", como refere José Maria Martins, a "desobediência civil" parece a única saída para os camionistas das micro e pequenas empresas que constituem o grosso do sector dos transportes de mercadorias. Estes mantém os protestos, apesar da falta de solidariedade dos donos das grandes frotas que controlam a ANTRAM (só a TAS do presidente da ANTRAM António Mousinho tem "uma frota própria superior a 200 veículos") e arrasam o sector no dumping dos preços dos fretes - ainda hoje, 11-6-2008, ouvia no programa Opinião Pública da SIC-Notícias uma gestora de frota dizer que uma grande transportadora, a Álvaro Figueiredo, cobrava apenas 450 euros para um frete Lisboa-Madrid. Devido à atomização e independência tradicional do sector, é muito mais difícil conseguir um acordo com as suas corporações - a associação empresarial ANTRAM e o sindicato FESTRU (ligado à CGTP) -, que não têm tropa de choque obediente com penetração e dimensões suficientes, como a CGTP-PC teve no protesto dos professores, para abafar os protestos independentes e vender os trabalhadores num acordo manhoso com o Governo. Isto é, a desmobilização dos trabalhadores só parece possível com concessões tangíveis e igualitárias, sem a troca suja de compensações políticas externas aos interesses dos próprios.Como outras revoltas anti-sistémicas, esta nasce da base e despreza os compromissos dos sindicatos e associações oficiais que vivem na habitual cumplicidade com o poder. O poder embrulha os representantes das classes profissionais no maço da folha de apoios e os trabalhadores e elementos de base são vendidos em acordos que os prejudicam. Os compromissos dos representantes, que na verdade passaram para o lado do poder, impedem-nos de afrontar o governo e cedem, mediante a oferta de cerejas que encimam os seus bolos.O governo de Sócrates já tem a morte marcada: o seu governo é apenas um "cadáver adiado" que nem procria.Paradoxalmente, a economia está a ser o carrasco da sua política ultra-capitalista e de promiscuidade com os grandes grupos económicos:
o petróleo continua a subir (133,00 dólares às 12:31 de 11-6-2008), de patamar em patamar, dois passos acima e um para baixo;
o dólar deixou de descer (1,5493 dólares/euro às 12:31 de 11-6-2008) - já nem o negligente ministro das Finanças Teixeira dos Santos despreza, como fazia, a subida do petróleo acompanhada pela depreciação do dólar...
a inflação real acelera;
o Produto Interno Bruto mingua (nova descida de 0,2% no primeiro trimestre de 2008, imitando a contração de 0,1% do terceiro trimestre de 2007);
as exportações diminuem e as importações aumentam, desequilibrando ainda mais a balança comercial portuguesa;
o investimento directo estrangeiro no nosso País reduz-se radicalmente a metade, por mais que o ministro Pinho o veja a... crescer "e bem";
multiplicam-se as falências e encerramento de empresas;
o desemprego real (o dos campos e ruas do País e não o da praça de Londres ou o da avenida António José de Almeida) aumenta;
a emigração dos desempregados, sub-empregados, subsistentes e jovens licenciados explode;
o endividamento das famílias (no final de 2007, era cerca de 129% do rendimento das famílias portuguesas, o segundo valor mais alto entre os países da zona euro) agrava-se, o crédito mal-parado cresce para o valor mais elevado de sempre (e 14,7% de aumento face ao primeiro trimestre de 2007) e a poupança reduz-se;
a fome reaparece, conforme avisam o Banco Alimentar e as organizações de caridade;
até a Igreja - veja-se a posição crítica do ponderado bispo do Porto, D. Manuel Clemente, em 5-6-2008, ou as palavras duras de D. Manuel Martins em 8-6-2008 - contesta o liberal Código do Trabalho e denuncia as desigualdades sociais, a fome e a carestia na saúde.
Mas como dizia o meu professor Jorge Vasconcellos e Sá, "estas são as boas notícias"!... As más notícias é que no Outono de 2009 estará muito pior. José Sócrates arrisca-se a levar o Partido Socialista a um resultado pior do que o dr. Almeida Santos em 1985 (20,77 %), com o Bloco de Esquerda de Louçã na posição do PRD.A partir de agora, importa preparar o futuro do País após a desgraça socratina que nos aconteceu.
António Balbino Caldeira
doportugalprofundo.blogspot.com
11 Junho 2008
Vivan los Toros!
Vivan los Toros!
10 de Junho, 2008
Na passada Quarta-feira 4 de Maio decorreu no Parlamento Europeu uma exposição intitulada "Entre o Homem e o Touro" promovida por eurodeputados espanhóis e pela plataforma de defesa e divulgação da tauromaquia do país vizinho "Mesa del Toro".A exposição teve como objectivo defender junto do Parlamento a importância da Tauromaquia. Contou a com a presença de figuras do toureio de Espanha e por Portugal Victor Mendes foi um dos oradores bem como o eurodeputado Vasco Graça Moura.
Vasco Graça Moura aquando da sua intervenção fê-lo em espanhol, por quastões protocolares bem como pela ausência de tradutor.
Trancrevemos o documento original dessa mesma intervenção do deputado português em defesa da Tauromaquia. (www.tauromania.pt)
10 de Junho, 2008
Na passada Quarta-feira 4 de Maio decorreu no Parlamento Europeu uma exposição intitulada "Entre o Homem e o Touro" promovida por eurodeputados espanhóis e pela plataforma de defesa e divulgação da tauromaquia do país vizinho "Mesa del Toro".A exposição teve como objectivo defender junto do Parlamento a importância da Tauromaquia. Contou a com a presença de figuras do toureio de Espanha e por Portugal Victor Mendes foi um dos oradores bem como o eurodeputado Vasco Graça Moura.
Vasco Graça Moura aquando da sua intervenção fê-lo em espanhol, por quastões protocolares bem como pela ausência de tradutor.
Trancrevemos o documento original dessa mesma intervenção do deputado português em defesa da Tauromaquia. (www.tauromania.pt)
Vivan los toros!
Un gran escritor francés, Michel Leiris, es el autor de un texto al que llamó "de la literatura como una tauromaquia". Hoy, os propongo el camino inverso de hablar de la tauromaquia como literatura. Por literatura, quiero significar, evidentemente, todo el conjunto de actitudes y creaciones culturales que buscan restituir las emociones, los riesgos de vida, los peligros, el coraje, la maestría, el combate con las fuerzas brutas de la Naturaleza, todo lo que es simbolizado por la relación del hombre con el toro en la corrida.Tales rituales son propios de Europa meridional, del sur de Francia hasta el sur de Portugal, pero de un modo muy especial de España. España supo efectivamente preservar y renovar una tradición ancestral que planta sus raíces en el mito e cuya matriz simbólica se pierde en la noche de los tiempos.Esa tradición implica, de la parte del agente humano, un esfuerzo físico, intelectual y creativo muy considerable, de la parte del toro, la investida de todo su potencial de agresión y mismo la posibilidad de vencer ese desafío, quiero decir, de escapar a la muerte que el hombre intenta darle en la arena, y incluso de matar o de herir a su adversario; y requiere aún, de la parte del público, un estado de vibración existencial, próximo del transe colectivo, que releva de la fruición estética y acompaña lo que pasa ante sus ojos con la expresión de toda una gama de emociones de altísimo voltaje. La corrida implica la rápida transfiguración de la energía liberada por eses tres participantes en un arte efímero peligrosamente equilibrado entre necesidad y libertad. La corrida cumple reglas precisas de encuadramiento de la violencia. El tipo de desafío para el diestro delante de la muchedumbre en fiesta, cuando enfrenta al toro de cuernos acerados y furia ciega, y cuando empieza a aproximar-se de el cada vez más, exponiendo-se en esa coreografía y arriesgando la vida segundo los preceptos minuciosamente codificados de su faena, se traduce en un ritual ante el peligro en lo que arte y coraje, inteligencia y pericia, entusiasmo y audacia, invención y libertad, le permiten revisitar y rehacer, a cada vez, el mito inmemorial de la lucha del hombre contra lo que hay de más oscuro y de más brutal en la Naturaleza y en el Destino, concentrado en el toro que le ataca. La corrida es la metáfora viva de ese combate. "Que tremendo con las últimas / banderillas de tiniebla", decía el Lorca del Llanto por Ignacio Sánchez Mejías, tocando con la palabra la región más profunda de ese misterio...La muerte del toro es una consecuencia sacrificial y sin duda cruel, pero absolutamente esencial a ese tipo de redención individual y de catarsis colectiva. Sin ella, habría una pérdida total de sentido de ese ritual, por cierto bárbaro pero al mismo tiempo tan connatural a ciertas sociedades, en especial las de Iberia, que resulta revestido de eminente dignidad antropológica y cultural.No es necesario subrayar que acabar con la corrida de toros equivaldría a condenar el toro bravo, el bos taurus ibericus, a la extinción sin remedio cómo especie animal, además de toda une serie de gravísimas consecuencias ambientales, económicas, sociales y culturales. Y es precisamente en el dominio de la cultura que tenemos tantos testimonios, los cuales no hay tiempo ni espacio para enumerar aquí. El savoir faire, la elegancia, la nobleza, el coraje, la fuerza, el color, el ritmo, el ruido de la fiesta, el brillo del sol, el entusiasmo, el luto, todo lo de que se hace el triunfo o la tragedia en la arena, han llevado a una pluralidad inmensa de realizaciones estéticas que confluyen con la estética propia de la corrida y de las que encontramos a cada paso los ecos poderosos en las cumbres de la poesía y de la ficción, de la música y de la pintura, de la danza y del teatro, de la fotografía y del cine, y incluso en la filosofía, para no olvidar el último título de Francis Wolff, Philosophie de la corrida.En un lugar como el Parlamento Europeo, en lo que la diversidad cultural de la que se hace la unidad misma de Europa debe tener derechos de ciudad, recordar valores tan esenciales de la tauromaquia como literatura y como arte no puede dejar de tener un significado muy especial.
Un gran escritor francés, Michel Leiris, es el autor de un texto al que llamó "de la literatura como una tauromaquia". Hoy, os propongo el camino inverso de hablar de la tauromaquia como literatura. Por literatura, quiero significar, evidentemente, todo el conjunto de actitudes y creaciones culturales que buscan restituir las emociones, los riesgos de vida, los peligros, el coraje, la maestría, el combate con las fuerzas brutas de la Naturaleza, todo lo que es simbolizado por la relación del hombre con el toro en la corrida.Tales rituales son propios de Europa meridional, del sur de Francia hasta el sur de Portugal, pero de un modo muy especial de España. España supo efectivamente preservar y renovar una tradición ancestral que planta sus raíces en el mito e cuya matriz simbólica se pierde en la noche de los tiempos.Esa tradición implica, de la parte del agente humano, un esfuerzo físico, intelectual y creativo muy considerable, de la parte del toro, la investida de todo su potencial de agresión y mismo la posibilidad de vencer ese desafío, quiero decir, de escapar a la muerte que el hombre intenta darle en la arena, y incluso de matar o de herir a su adversario; y requiere aún, de la parte del público, un estado de vibración existencial, próximo del transe colectivo, que releva de la fruición estética y acompaña lo que pasa ante sus ojos con la expresión de toda una gama de emociones de altísimo voltaje. La corrida implica la rápida transfiguración de la energía liberada por eses tres participantes en un arte efímero peligrosamente equilibrado entre necesidad y libertad. La corrida cumple reglas precisas de encuadramiento de la violencia. El tipo de desafío para el diestro delante de la muchedumbre en fiesta, cuando enfrenta al toro de cuernos acerados y furia ciega, y cuando empieza a aproximar-se de el cada vez más, exponiendo-se en esa coreografía y arriesgando la vida segundo los preceptos minuciosamente codificados de su faena, se traduce en un ritual ante el peligro en lo que arte y coraje, inteligencia y pericia, entusiasmo y audacia, invención y libertad, le permiten revisitar y rehacer, a cada vez, el mito inmemorial de la lucha del hombre contra lo que hay de más oscuro y de más brutal en la Naturaleza y en el Destino, concentrado en el toro que le ataca. La corrida es la metáfora viva de ese combate. "Que tremendo con las últimas / banderillas de tiniebla", decía el Lorca del Llanto por Ignacio Sánchez Mejías, tocando con la palabra la región más profunda de ese misterio...La muerte del toro es una consecuencia sacrificial y sin duda cruel, pero absolutamente esencial a ese tipo de redención individual y de catarsis colectiva. Sin ella, habría una pérdida total de sentido de ese ritual, por cierto bárbaro pero al mismo tiempo tan connatural a ciertas sociedades, en especial las de Iberia, que resulta revestido de eminente dignidad antropológica y cultural.No es necesario subrayar que acabar con la corrida de toros equivaldría a condenar el toro bravo, el bos taurus ibericus, a la extinción sin remedio cómo especie animal, además de toda une serie de gravísimas consecuencias ambientales, económicas, sociales y culturales. Y es precisamente en el dominio de la cultura que tenemos tantos testimonios, los cuales no hay tiempo ni espacio para enumerar aquí. El savoir faire, la elegancia, la nobleza, el coraje, la fuerza, el color, el ritmo, el ruido de la fiesta, el brillo del sol, el entusiasmo, el luto, todo lo de que se hace el triunfo o la tragedia en la arena, han llevado a una pluralidad inmensa de realizaciones estéticas que confluyen con la estética propia de la corrida y de las que encontramos a cada paso los ecos poderosos en las cumbres de la poesía y de la ficción, de la música y de la pintura, de la danza y del teatro, de la fotografía y del cine, y incluso en la filosofía, para no olvidar el último título de Francis Wolff, Philosophie de la corrida.En un lugar como el Parlamento Europeo, en lo que la diversidad cultural de la que se hace la unidad misma de Europa debe tener derechos de ciudad, recordar valores tan esenciales de la tauromaquia como literatura y como arte no puede dejar de tener un significado muy especial.
Vasco Graça Moura
Bruxelas, 4 de Junio de 2008
09 Junho 2008
"Defender a nossa concepção do Mundo"
Defender a nossa Concepção do Mundo
por Diogo Palha*9 de Junho, 2008
O Mundo caminha de forma estranha... Cada vez mais os fanáticos conseguem tornar-se politicamente correctos "vendendo" uma imagem de gente moderna e actualizada.
Numa sociedade ocidental que parecer querer esquecer o valor dos "valores" cada vez são mais os cidadãos que se demitem de pensar pela sua própria cabeça e se limitam a ser regidos pelo que a imprensa e as televisões ditam. E os jornais e televisões, sedentos da venda fácil e garantida, também se demitem do rigor, da qualidade, do dever e responsabilidade de opinion-makers em troca de tudo o que sendo fracturante lhes cheira a escandalo e confronto.
É bom que os cidadãos, aficionados e indiferentes, compreendam que o que separa os amantes da Festa Brava dos auto-proclamados defensores dos animais não são seis farpas cravadas num toiro, que se curam em meia duzia de dias, talvez os mesmos ou até menos que um lutador de boxe demora a curar as feridas de um combate. O que nos separa é uma concepção do mundo!
De uma forma muitíssimo estranha mas bem trabalhada (fruto dos muitos milhões de euros que os financiadores destas associações de pseudo-defensores dos animais investem em manifestações de 25 gatos pingados e em estruturas permanentes bem pagas para defenderem os seus interesses) estes fanáticos pseudo-defensores dos animais conseguem muitas vezes parecer estar do lado politicamente correcto. E isto é preocupante e problemático não por causa da Festa Brava mas sobretudo porque estes tipos, volto a repetir fanáticos, defendem coisas que são uma completa inversão do mundo no qual vivemos e que construimos.
Peço-vos que se dêem ao trabalho de visitarem os sites destes individuos para saberem o que esta gente preconiza! Verão que a parte referente aos toiros é apenas uma gota de água que eles muito bradam porque lhes dá mediatismo. Mas se perderem 5 minutos terão oportunidade de saber que estes senhores pretendem um mundo de vegetarianos, preconizam a libertação das galinhas, entendem que a espécie humana é igual às outras e que por isso qualquer dominio dos animais é errado, são contra os animais de raça pois isso é um atentado ao amor livre (do tipo se uma cadela boxer se apaixonar por um cão pastor alemão é legitimo que possam viver o seu amor não acham?!?!), são contra a caça, contra o circo, contra o hipismo, contra a utilização da àguia Vitória no Benfica, contra a existência de vedações que impedem os animais de andar de propriedade em propriedade, etc., etc.
Mas atenção, estes individuos não só são contra estas coisas como entendem que o Estado deve dotá-los de Poder para colocarem na prisão todos os toureiros e todos os aficionados, todos os que montam a cavalo, todos os tratadores de leões e dos golfinhos, o Juan Barnabé (dono da águia Vitória), todos os donos de canídeos que não deixam as suas cadelas satisfazer o cio com quem bem entendem e também todos os omnivoros que gostam de uma boa costeleta de novilho, de um copo de leite, de um ovo ou de um chouriço. Se pensam que estou a exagerar peço-vos que leiam o artigo 164.º da proposta orientadora para um futuro Código de Protecção dos Animais da autoria da Associação Animal.
No outro dia numa revista de grande tiragem vinha uma reportagem na qual um importante lider destes fanáticos se assumia como veganosexual (não sei se é assim que se escreve), ou seja, alguém que só admite relacionar-se com vegetarianos. Dizia a reportagem que estas pessoas têm nojo de beijar alguém que come carne... Independentemente das convicções e da opção de vida de cada um poderá vir isto da cabeça de pessoas equilibradas? Será este o tipo de pessoas a quem queremos dar credibilidade? Será este o tipo de pessoas que queremos que influencie as decisões dos nossos governantes e da sociedade na qual vivemos e onde queremos educar os nossos filhos e netos?
Esta pergunta que deixo, não a deixo aos aficionados porque conheço a resposta, mas deixo aos indiferentes e deixo mesmo àqueles que não gostam de corridas de toiros por não gostarem de ver as farpas no toiro. Tenham atenção a quem dão crédito e a quem olham como politicamente correctos. É que hoje estes seres vivos querem acabar com as Corridas de Toiros, coisa que até vos pode ser indiferente, mas amanhã vão querer acabar com os Talhos e com as Leitarias e isso já é capaz de não ser tão indiferente!
Infelizmente a maioria de nós, membros da sociedade, trabalhadores, pagadores de impostos, gente que procura fazer e ser feliz, estamos desligados da vida politica e da vida associativa. Isto está tudo tão dificil e tudo nos parece tão pouco credível que apenas olhamos para o nosso umbigo e até isso já nos dá muito que fazer.
Mas a verdade é que todos, em muitos domínios da vida, temos de por mãos à obra, dar opinião, unir esforços, participar, mobilizar, sentirmo-nos mobilizados e chamados à nossa responsabilidade.
Em especial nós aficionados e apaixonados pelo mundo rural, temos de reagir a estes ataques que nos ofendem e nos enxovalham. Está na hora de dizer aos pseudo-intelectuais urbano-depressivos que na nossa concepção do mundo, que é a que está certa, os animais não são bonecos animados! A Miss Piggy é que é uma porca que fala, se apaixona e pinta as unhas mas no mundo real as porcas servem para ter porquinhos que depois são alimentados, crescem, são mortos e deles fazem-se as febras, os presuntos, o fiambre, as salchichas e os chouriços! E o mesmo acontece às vacas e às galinhas. Sorte tem o Toiro bravo que vive o dobro dos outros bovinos, com 10 vezes mais espaço e em locais maravilhosos, onde é tratado como um rei. Depois é verdade que leva seis farpas na pele num quarto de hora de combate para o qual toda a vida se preparou. Não duvidem que se os Bovinos tivessem opinião todos queriam ser da raça Brava!
Como tenho vindo a defender há mais de 2 anos em muitos artigos aqui escritos, está na hora das Associações da Festa se juntarem e formarem a Plataforma de Defesa e Promoção da Festa, para a uma só voz, mostarem à sociedade e aos poderes do nosso País e da Europa que os doentes não somos nós mas sim aqueles que defendem um Mundo que nunca houve e que não existirá.
Penso que o Maestro Vítor Mendes, que ainda a semana passada falou brilhantemente no Parlamento Europeu, seria um excelente líder para esta Plataforma e que todos temos, mas em especial as figuras (Toureiros, Ganaderos, Empresários e Forcados), a Obrigação e o Dever de defender a Festa dos Toiros e, sobretudo, esta concepção do Mundo na qual o Homem domina e por isso pode montar-se no cavalo que domou e pode comer um belo bife do novilho que criou!
* Diogo Palha é um dos sócios da Tauromania, Lda.. Exerce a sua actividade profissional como gerente das empresas PTX-Promotextil e 1001T-shirts, Lda., estudou Economia no Instituto Superior de Economia e Gestão e é especializado em Marketing pela Universidade Católica Portuguesa. Pegou no Grupo de Forcados Amadores de Santarém desde 2002 até 2008, tendo antes pegado no Grupo de Vila Franca entre 1994 e 2001. Foi um dos fundadores da Associação Nacional de Grupo de Forcados e vice-presidente da sua primeira Direcção.
por Diogo Palha*9 de Junho, 2008
O Mundo caminha de forma estranha... Cada vez mais os fanáticos conseguem tornar-se politicamente correctos "vendendo" uma imagem de gente moderna e actualizada.
Numa sociedade ocidental que parecer querer esquecer o valor dos "valores" cada vez são mais os cidadãos que se demitem de pensar pela sua própria cabeça e se limitam a ser regidos pelo que a imprensa e as televisões ditam. E os jornais e televisões, sedentos da venda fácil e garantida, também se demitem do rigor, da qualidade, do dever e responsabilidade de opinion-makers em troca de tudo o que sendo fracturante lhes cheira a escandalo e confronto.
É bom que os cidadãos, aficionados e indiferentes, compreendam que o que separa os amantes da Festa Brava dos auto-proclamados defensores dos animais não são seis farpas cravadas num toiro, que se curam em meia duzia de dias, talvez os mesmos ou até menos que um lutador de boxe demora a curar as feridas de um combate. O que nos separa é uma concepção do mundo!
De uma forma muitíssimo estranha mas bem trabalhada (fruto dos muitos milhões de euros que os financiadores destas associações de pseudo-defensores dos animais investem em manifestações de 25 gatos pingados e em estruturas permanentes bem pagas para defenderem os seus interesses) estes fanáticos pseudo-defensores dos animais conseguem muitas vezes parecer estar do lado politicamente correcto. E isto é preocupante e problemático não por causa da Festa Brava mas sobretudo porque estes tipos, volto a repetir fanáticos, defendem coisas que são uma completa inversão do mundo no qual vivemos e que construimos.
Peço-vos que se dêem ao trabalho de visitarem os sites destes individuos para saberem o que esta gente preconiza! Verão que a parte referente aos toiros é apenas uma gota de água que eles muito bradam porque lhes dá mediatismo. Mas se perderem 5 minutos terão oportunidade de saber que estes senhores pretendem um mundo de vegetarianos, preconizam a libertação das galinhas, entendem que a espécie humana é igual às outras e que por isso qualquer dominio dos animais é errado, são contra os animais de raça pois isso é um atentado ao amor livre (do tipo se uma cadela boxer se apaixonar por um cão pastor alemão é legitimo que possam viver o seu amor não acham?!?!), são contra a caça, contra o circo, contra o hipismo, contra a utilização da àguia Vitória no Benfica, contra a existência de vedações que impedem os animais de andar de propriedade em propriedade, etc., etc.
Mas atenção, estes individuos não só são contra estas coisas como entendem que o Estado deve dotá-los de Poder para colocarem na prisão todos os toureiros e todos os aficionados, todos os que montam a cavalo, todos os tratadores de leões e dos golfinhos, o Juan Barnabé (dono da águia Vitória), todos os donos de canídeos que não deixam as suas cadelas satisfazer o cio com quem bem entendem e também todos os omnivoros que gostam de uma boa costeleta de novilho, de um copo de leite, de um ovo ou de um chouriço. Se pensam que estou a exagerar peço-vos que leiam o artigo 164.º da proposta orientadora para um futuro Código de Protecção dos Animais da autoria da Associação Animal.
No outro dia numa revista de grande tiragem vinha uma reportagem na qual um importante lider destes fanáticos se assumia como veganosexual (não sei se é assim que se escreve), ou seja, alguém que só admite relacionar-se com vegetarianos. Dizia a reportagem que estas pessoas têm nojo de beijar alguém que come carne... Independentemente das convicções e da opção de vida de cada um poderá vir isto da cabeça de pessoas equilibradas? Será este o tipo de pessoas a quem queremos dar credibilidade? Será este o tipo de pessoas que queremos que influencie as decisões dos nossos governantes e da sociedade na qual vivemos e onde queremos educar os nossos filhos e netos?
Esta pergunta que deixo, não a deixo aos aficionados porque conheço a resposta, mas deixo aos indiferentes e deixo mesmo àqueles que não gostam de corridas de toiros por não gostarem de ver as farpas no toiro. Tenham atenção a quem dão crédito e a quem olham como politicamente correctos. É que hoje estes seres vivos querem acabar com as Corridas de Toiros, coisa que até vos pode ser indiferente, mas amanhã vão querer acabar com os Talhos e com as Leitarias e isso já é capaz de não ser tão indiferente!
Infelizmente a maioria de nós, membros da sociedade, trabalhadores, pagadores de impostos, gente que procura fazer e ser feliz, estamos desligados da vida politica e da vida associativa. Isto está tudo tão dificil e tudo nos parece tão pouco credível que apenas olhamos para o nosso umbigo e até isso já nos dá muito que fazer.
Mas a verdade é que todos, em muitos domínios da vida, temos de por mãos à obra, dar opinião, unir esforços, participar, mobilizar, sentirmo-nos mobilizados e chamados à nossa responsabilidade.
Em especial nós aficionados e apaixonados pelo mundo rural, temos de reagir a estes ataques que nos ofendem e nos enxovalham. Está na hora de dizer aos pseudo-intelectuais urbano-depressivos que na nossa concepção do mundo, que é a que está certa, os animais não são bonecos animados! A Miss Piggy é que é uma porca que fala, se apaixona e pinta as unhas mas no mundo real as porcas servem para ter porquinhos que depois são alimentados, crescem, são mortos e deles fazem-se as febras, os presuntos, o fiambre, as salchichas e os chouriços! E o mesmo acontece às vacas e às galinhas. Sorte tem o Toiro bravo que vive o dobro dos outros bovinos, com 10 vezes mais espaço e em locais maravilhosos, onde é tratado como um rei. Depois é verdade que leva seis farpas na pele num quarto de hora de combate para o qual toda a vida se preparou. Não duvidem que se os Bovinos tivessem opinião todos queriam ser da raça Brava!
Como tenho vindo a defender há mais de 2 anos em muitos artigos aqui escritos, está na hora das Associações da Festa se juntarem e formarem a Plataforma de Defesa e Promoção da Festa, para a uma só voz, mostarem à sociedade e aos poderes do nosso País e da Europa que os doentes não somos nós mas sim aqueles que defendem um Mundo que nunca houve e que não existirá.
Penso que o Maestro Vítor Mendes, que ainda a semana passada falou brilhantemente no Parlamento Europeu, seria um excelente líder para esta Plataforma e que todos temos, mas em especial as figuras (Toureiros, Ganaderos, Empresários e Forcados), a Obrigação e o Dever de defender a Festa dos Toiros e, sobretudo, esta concepção do Mundo na qual o Homem domina e por isso pode montar-se no cavalo que domou e pode comer um belo bife do novilho que criou!
* Diogo Palha é um dos sócios da Tauromania, Lda.. Exerce a sua actividade profissional como gerente das empresas PTX-Promotextil e 1001T-shirts, Lda., estudou Economia no Instituto Superior de Economia e Gestão e é especializado em Marketing pela Universidade Católica Portuguesa. Pegou no Grupo de Forcados Amadores de Santarém desde 2002 até 2008, tendo antes pegado no Grupo de Vila Franca entre 1994 e 2001. Foi um dos fundadores da Associação Nacional de Grupo de Forcados e vice-presidente da sua primeira Direcção.
Isabel Stilwell (Sobre proibição transmissão corrida TV)
Isabel Stilwell assustada com decisão do tribunal de proibir a transmissão da corrida TV
9 de Junho, 2008
Já há alguns anos Vasco Pulido Valente avisava que o mundo estava perigoso. Depois houve o filme que alegava que os Deuses estavam loucos. Hoje acho que temos a confirmação de todos essas profecias.
Pelo menos é o que se sente depois de ler a decisão do Tribunal de Lisboa que proíbe a RTP de transmitir touradas, por considerar que a sua exibição é «suscepível de influir negativamente na formação da personalidade de crianças e adolescentes». A providência cautelar decreta que touros, na televisão, só a partir das 22h30 e antes das 6h da manhã, e com bolinha vermelha.
Ao contrário do que pode parecer não são as touradas que estão em causa nesta decisão (a não ser que se prove que quem julgou assim assistiu a muitas!). O que me preocupa é a febre proibicionista que se parece ter apoderado da nação. O Tribunal, pelos vistos, parece ter-se esquecido que as crianças têm pais, e os televisores telecomandos, e de que não precisamos de um polícia, a vigiar-nos a toda a hora.
Esta decisão, além do mais, chama a atenção para o facto de cada vez mais se usar o Santo Nome das Ciranças em vão! Como um alibi, que leva sempre a bom porto. Até os defensores dos animais de quatro patas já recorrem a ele.
Fico agora à espera que o Tribunal de Lisboa dê provimento a uma queixa contra os telejornais, os programas da National Geographic em que o tigre come a presa, e mais oportuno ainda contra a realidade, que não há meio de ficar mais doce, e que sem sombra de dúvida infuencia negativamente a formação da personalidade dos mais pquenos.
Mas mais do que tudo, angustia-me por a hipótese de que os tribunais já não sejam um repositório de bom senso, onde era colocado um ponto final às demandas mais fanáticas. Que se proíbam a realização de touradas em nome do touro, é um caso a discutir, mas a sua exibição, com este pretexto? Assusta.
Isabel Stilwell editorial@destak.pt
Fonte: Jornal Destak
9 de Junho, 2008
Já há alguns anos Vasco Pulido Valente avisava que o mundo estava perigoso. Depois houve o filme que alegava que os Deuses estavam loucos. Hoje acho que temos a confirmação de todos essas profecias.
Pelo menos é o que se sente depois de ler a decisão do Tribunal de Lisboa que proíbe a RTP de transmitir touradas, por considerar que a sua exibição é «suscepível de influir negativamente na formação da personalidade de crianças e adolescentes». A providência cautelar decreta que touros, na televisão, só a partir das 22h30 e antes das 6h da manhã, e com bolinha vermelha.
Ao contrário do que pode parecer não são as touradas que estão em causa nesta decisão (a não ser que se prove que quem julgou assim assistiu a muitas!). O que me preocupa é a febre proibicionista que se parece ter apoderado da nação. O Tribunal, pelos vistos, parece ter-se esquecido que as crianças têm pais, e os televisores telecomandos, e de que não precisamos de um polícia, a vigiar-nos a toda a hora.
Esta decisão, além do mais, chama a atenção para o facto de cada vez mais se usar o Santo Nome das Ciranças em vão! Como um alibi, que leva sempre a bom porto. Até os defensores dos animais de quatro patas já recorrem a ele.
Fico agora à espera que o Tribunal de Lisboa dê provimento a uma queixa contra os telejornais, os programas da National Geographic em que o tigre come a presa, e mais oportuno ainda contra a realidade, que não há meio de ficar mais doce, e que sem sombra de dúvida infuencia negativamente a formação da personalidade dos mais pquenos.
Mas mais do que tudo, angustia-me por a hipótese de que os tribunais já não sejam um repositório de bom senso, onde era colocado um ponto final às demandas mais fanáticas. Que se proíbam a realização de touradas em nome do touro, é um caso a discutir, mas a sua exibição, com este pretexto? Assusta.
Isabel Stilwell editorial@destak.pt
Fonte: Jornal Destak
06 Junho 2008
Defender a nossa Identidade cultural; SEMPRE..
NOTA DE IMPRENSA Gabinete do Dep. José RIBEIRO E CASTRODelegação do CDS/Partido Popular no Parlamento Europeu Críticas de Ribeiro e Castro por ocasião da Exposição "Entre o Homem e o Touro"
"A imposição judicial de restringir a transmissão de touradas na RTP é um sinal lamentável de activismo judiciário, uma decisão irresponsável que insulta gratuitamente todo o mundo taurino e que ofende uma componente importante da cultura portuguesa e de outros povos" - declarou o eurodeputado José Ribeiro e Castro, ontem ao fim do dia, em reacção à notícia da decisão tomada pela 12.ª Vara Cível de Lisboa.
Recorde-se que a juíza da 12.ª Vara Cível de Lisboa deferiu uma providência cautelar interposta pela Associação Animal de que resulta a proibição da transmissão em directo da 44.ª Corrida TV, que se realiza em Santarém às 17h00 do próximo domingo. Segundo o tribunal, o canal televisivo é obrigado a transmitir a corrida de touros apenas entre as 22H30 e as seis da manhã e com um identificativo visual apropriado - a "bolinha vermelha"."Os tribunais não se fizeram para militâncias ideológicas" - prosseguiu Ribeiro e Castro. "Este tipo de pressões para restringir ou proibir a transmissão televisiva de touradas é um claro atentado à cultura, à inteligência e à liberdade".O deputado democrata-cristão acabava de participar na inauguração da exposição "Entre o Homem e o Touro" no Parlamento Europeu, em Bruxelas, promovida pela "Mesa del Toro" - confederação de 15 associações de 8 sectores tauromáquicos espanhóis - e pelo deputado do Partido Popular espanhol Luís de Grandes Pascual.
Este evento juntou centenas de participantes, entre os quais quatro ex-presidentes do Parlamento Europeu, o Presidente do Partido Popular Europeu, deputados ao Parlamento Europeu de diversos partidos e nacionalidades, ganaderos como Eduardo Miúra e algumas das maiores figuras do toureio como o espanhol Enrique Ponce, o português Victor Mendes, o colombiano César Rincón e o francês Sebastián Castella.Na ocasião, Ribeiro e Castro cumprimentou os organizadores pela iniciativa e fez votos para que, num futuro próximo, a especificidade da Corrida à Portuguesa possa merecer divulgação em moldes idênticos. "É fundamental que o mundo taurino se organize e reaja contra este gravíssimo sinal do tribunal de Lisboa. É um apelo que deixo a ganaderos, toureiros, forcados, aficionados, gentes das artes, cultura e comunicação, dirigentes de organizações sociais, profissionais e políticas" - alertou José Ribeiro e Castro.E acrescentou "A tauromaquia é parte integrante do nosso património artístico e cultural. Constitui um veículo privilegiado de transmissão de valores e de saberes que não pode nem deve ser desvalorizado. Os crescentes ataques de que o Mundo Rural e as suas tradições vêm sendo alvo deveriam motivar uma reacção firme e coordenada por parte das suas principais associações"."Assistimos presentemente a uma clara investida contra as corridas de touros assente em premissas ideológicas. O que aí se revela não é mais do que uma manifestação de totalitarismo cultural a que importa resistir e responder." - continuou o eurodeputado. "O evento organizado pela Mesa del Toro é um exemplo que temos que seguir também em Portugal, onde este vírus totalitário também já está a chegar e, pelos vistos, ao sítio que mais devia defender a liberdade e os direitos fundamentais: os tribunais".Esta semana realizaram-se também em Bruxelas, no Parlamento Europeu, iniciativas visando impor a proibição das corridas de touros. A campanha anti-taurina chama-se "For a bullfighting-free Europe" (Por uma Europa sem corridas).Comentando estas últimas iniciativas, o eurodeputado democrata-cristão declarou: "Só confirma o que acabei de dizer e demonstra o momento de perigo em que estamos. São forças organizadas e muito agressivas, a que importa saber responder. No ano que a União Europeia consagrou como o Ano do Diálogo Intercultural, é caricato e extremamente grave assistir a tentativas tão sectárias de impor uma cultura uniforme".
"A imposição judicial de restringir a transmissão de touradas na RTP é um sinal lamentável de activismo judiciário, uma decisão irresponsável que insulta gratuitamente todo o mundo taurino e que ofende uma componente importante da cultura portuguesa e de outros povos" - declarou o eurodeputado José Ribeiro e Castro, ontem ao fim do dia, em reacção à notícia da decisão tomada pela 12.ª Vara Cível de Lisboa.
Recorde-se que a juíza da 12.ª Vara Cível de Lisboa deferiu uma providência cautelar interposta pela Associação Animal de que resulta a proibição da transmissão em directo da 44.ª Corrida TV, que se realiza em Santarém às 17h00 do próximo domingo. Segundo o tribunal, o canal televisivo é obrigado a transmitir a corrida de touros apenas entre as 22H30 e as seis da manhã e com um identificativo visual apropriado - a "bolinha vermelha"."Os tribunais não se fizeram para militâncias ideológicas" - prosseguiu Ribeiro e Castro. "Este tipo de pressões para restringir ou proibir a transmissão televisiva de touradas é um claro atentado à cultura, à inteligência e à liberdade".O deputado democrata-cristão acabava de participar na inauguração da exposição "Entre o Homem e o Touro" no Parlamento Europeu, em Bruxelas, promovida pela "Mesa del Toro" - confederação de 15 associações de 8 sectores tauromáquicos espanhóis - e pelo deputado do Partido Popular espanhol Luís de Grandes Pascual.
Este evento juntou centenas de participantes, entre os quais quatro ex-presidentes do Parlamento Europeu, o Presidente do Partido Popular Europeu, deputados ao Parlamento Europeu de diversos partidos e nacionalidades, ganaderos como Eduardo Miúra e algumas das maiores figuras do toureio como o espanhol Enrique Ponce, o português Victor Mendes, o colombiano César Rincón e o francês Sebastián Castella.Na ocasião, Ribeiro e Castro cumprimentou os organizadores pela iniciativa e fez votos para que, num futuro próximo, a especificidade da Corrida à Portuguesa possa merecer divulgação em moldes idênticos. "É fundamental que o mundo taurino se organize e reaja contra este gravíssimo sinal do tribunal de Lisboa. É um apelo que deixo a ganaderos, toureiros, forcados, aficionados, gentes das artes, cultura e comunicação, dirigentes de organizações sociais, profissionais e políticas" - alertou José Ribeiro e Castro.E acrescentou "A tauromaquia é parte integrante do nosso património artístico e cultural. Constitui um veículo privilegiado de transmissão de valores e de saberes que não pode nem deve ser desvalorizado. Os crescentes ataques de que o Mundo Rural e as suas tradições vêm sendo alvo deveriam motivar uma reacção firme e coordenada por parte das suas principais associações"."Assistimos presentemente a uma clara investida contra as corridas de touros assente em premissas ideológicas. O que aí se revela não é mais do que uma manifestação de totalitarismo cultural a que importa resistir e responder." - continuou o eurodeputado. "O evento organizado pela Mesa del Toro é um exemplo que temos que seguir também em Portugal, onde este vírus totalitário também já está a chegar e, pelos vistos, ao sítio que mais devia defender a liberdade e os direitos fundamentais: os tribunais".Esta semana realizaram-se também em Bruxelas, no Parlamento Europeu, iniciativas visando impor a proibição das corridas de touros. A campanha anti-taurina chama-se "For a bullfighting-free Europe" (Por uma Europa sem corridas).Comentando estas últimas iniciativas, o eurodeputado democrata-cristão declarou: "Só confirma o que acabei de dizer e demonstra o momento de perigo em que estamos. São forças organizadas e muito agressivas, a que importa saber responder. No ano que a União Europeia consagrou como o Ano do Diálogo Intercultural, é caricato e extremamente grave assistir a tentativas tão sectárias de impor uma cultura uniforme".
23 Maio 2008
29 Abril 2008
23 Abril 2008
01 Abril 2008
19 Março 2008
18 Março 2008
União Budista Portuguesa apela ao boicote de produtos chineses
A União Budista Portuguesa vai apelar ao «boicote sistemático à compra de produtos chineses, em Portugal e em todo o mundo». Paulo Borges, presidente da União Budista, disse ao SAPO que é preciso «fazer sentir à China que a sua política está isolada».
É nesse sentido que estão a convocar para amanhã, às 19h, uma manifestação frente à Embaixada da República Popular da China. «O intuito», explica Paulo Borges, «é continuar a manifestar, pacificamente, a nossa indignação perante o que se passa no Tibete».
Reagindo à possibilidade de renúncia de Dalai Lama ao cargo que ocupa, Paulo Borges diz que «Sua Santidade o Dalai Lama apenas coloca a hipótese de abandonar as funções de Chefe do Governo Tibetano no Exílio, caso o povo tibetano opte pela via da violência, mas nunca as de Dalai Lama, ou seja, de líder espiritual. Penso que é uma forma de se manter coerente com a sua opção pela não-violência, desde há seis décadas, e de mostrar à comunidade internacional não ser ele o responsável pela vaga de violência no Tibete.».
A União Budista Portuguesa está ainda a promover uma petição online para que a Assembleia da República aprove uma moção de censura à sistemática violação dos Direitos Humanos e das Liberdades Política e Religiosa no Tibete, por parte do Governo Chinês.
«Sabemos que o governo português, tal como os governos mundiais, coloca em primeiro lugar as questões económicas e sacrifica por isso as cusas humanitárias», afirma Paulo Borges. A petição reuniu em 10 dias 4000 assinaturas, o que torna a sua discussão obrigatória por parte da Assembleia. «Esperamos que isto faça sentir aos nossos representantes que ao ignorarem a causa tibetana não correspondem ao sentimento profundo do povo português», remata o presidente da União Budista em Portugal.
Vera Moutinho@
É nesse sentido que estão a convocar para amanhã, às 19h, uma manifestação frente à Embaixada da República Popular da China. «O intuito», explica Paulo Borges, «é continuar a manifestar, pacificamente, a nossa indignação perante o que se passa no Tibete».
Reagindo à possibilidade de renúncia de Dalai Lama ao cargo que ocupa, Paulo Borges diz que «Sua Santidade o Dalai Lama apenas coloca a hipótese de abandonar as funções de Chefe do Governo Tibetano no Exílio, caso o povo tibetano opte pela via da violência, mas nunca as de Dalai Lama, ou seja, de líder espiritual. Penso que é uma forma de se manter coerente com a sua opção pela não-violência, desde há seis décadas, e de mostrar à comunidade internacional não ser ele o responsável pela vaga de violência no Tibete.».
A União Budista Portuguesa está ainda a promover uma petição online para que a Assembleia da República aprove uma moção de censura à sistemática violação dos Direitos Humanos e das Liberdades Política e Religiosa no Tibete, por parte do Governo Chinês.
«Sabemos que o governo português, tal como os governos mundiais, coloca em primeiro lugar as questões económicas e sacrifica por isso as cusas humanitárias», afirma Paulo Borges. A petição reuniu em 10 dias 4000 assinaturas, o que torna a sua discussão obrigatória por parte da Assembleia. «Esperamos que isto faça sentir aos nossos representantes que ao ignorarem a causa tibetana não correspondem ao sentimento profundo do povo português», remata o presidente da União Budista em Portugal.
Vera Moutinho@
Liberdade para o Tibete
Petição a favor da aprovação pela Assembleia da República de uma moção que condene a Violação dos Direitos Humanos e da Liberdade Política e Religiosa no Tibete
Participe no link em baixo:
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14 Março 2008
Sócrates
Sócrates é moralmente frágil e, por isso, apesar da fugaz teimosia colérica, não aguenta apupos.
Rir amarelo
Sócrates tentou ontem (sic) mostar ao País aquilo que não é. Queria fazer as pazes, pedir desculpa, trocar a imagem (por uma melhor) qual menino mal comportado a pedir uma oportuninade ( uma nova oportunidade). Mais uma vez escrupulosamente tentou aproveitar a deixa (dada ou a pedido, pela sic) para se redimir, para dizer que até tem bom coração.
Mas os Portugueses conhecem-no bem, a ele e ás suas politicas, à sua arrogância, à sua frieza.
Mas acima de tudo um pormenor me ficou na retina: Ele que perante qualquer intervenção se apresenta com um sorriso nos lábios, ontem na reportagem não se ria, isto quer dizer que o seu risinho do dia-á-dia é um rir amarelo "marketizado" e em estado normal não anda sempre a rir-se. Seria bom sim que quem tivesse motivos para rir fossem os Portugueses, mas esses estão debaixo das suas ineficazes politicas. Só mentes realmente fracas se deixam ir em palavrinhas mansas e qualidades vazias como as que ontem pulverizou o País.
Mas os Portugueses conhecem-no bem, a ele e ás suas politicas, à sua arrogância, à sua frieza.
Mas acima de tudo um pormenor me ficou na retina: Ele que perante qualquer intervenção se apresenta com um sorriso nos lábios, ontem na reportagem não se ria, isto quer dizer que o seu risinho do dia-á-dia é um rir amarelo "marketizado" e em estado normal não anda sempre a rir-se. Seria bom sim que quem tivesse motivos para rir fossem os Portugueses, mas esses estão debaixo das suas ineficazes politicas. Só mentes realmente fracas se deixam ir em palavrinhas mansas e qualidades vazias como as que ontem pulverizou o País.
12 Março 2008
13 Março
A UNESCO juntou-se à Repórteres Sem Fronteiras para assinalar amanhã o 1º Dia Internacional da Liberdade de Expressão Online. A iniciativa assume-se como mais uma forma de pressão junto dos governos que perseguem os movimentos online anti-regime. (Tek)
11 Março 2008
Fernanda Tadeu, na manifestação de professores (Mulher de António Costa)
10 Março 2008
IRRITANTE .....
Mandou falar , um dos seus "esquerdistas amestrados" ainda por cima de má qualidade com o discurso mais estúpido que sempre existiu em Portugal que é:
Eu é que fiz o 25 Abril (ainda nem sequer era nascido, mas fui eu) calem-se com essa merda de discurso que dá nojo, mais valia dedicarem-se a por em práctica aquilo que são os valores da liberdade, e não a alinharem por aquilo que tanto criticavam no antigo regime, e que hoje seguem como alunos aplicados...
Será que o PS aguenta???????
O primeiro-ministro disse no sábado uma frase que lhe pode custar muito caro: "Não posso recuar naquilo em que acredito e em que estou absolutamente convencido".
A afirmação foi feita numa reunião do PS. Disse ainda que a saída da ministra da Educação não está nem nunca esteve em causa e fez a sua total profissão de fé na política da 5 de Outubro e em quem a conduz.
Com o que disse, colou-se de tal forma à ministra que hoje já não parece possível imaginar cenários com Maria de Lurdes Rodrigues fora da Educação. A cair um, caem os dois.
Que muitos professores e os partidos da oposição não deixarão de atacar a ministra, é óbvio; que, se este não fosse um Governo de maioria absoluta, já vários ministros teriam perdido as respectivas pastas, é uma evidência; que o primeiro-ministro e o Governo estão com Maria de Lurdes Rodrigues, também. A dúvida está em saber até onde aguentará o PS este Governo, até quando o PS, uno e (quase) coeso, continuará a apoiar o actual secretário-geral.
José Sócrates só tem consigo os seus indiscutíveis - ou seja, alguns dos seus ministros. Os barões, que até agora têm estado mais ou menos silenciosos (à excepção de Alegre) irão manter-se eternamente discretos? João Cravinho, Jorge Coelho e Ferro Rodrigues não são, claramente, "yes men" de Sócrates. Soares não morre de amores pelo primeiro-ministro e António Costa e António José Seguro estão fora do Executivo.
O apoio do PS ao Governo parece ter resistido à pressão de 80 mil manifestantes. E se forem 90? E se forem cem mil? Resta a Sócrates descobrir o que Cavaco, enquanto primeiro-ministro, não encontrou: uma forma de combater a crispação crescente da sociedade sem mudar o chefe do Governo.
Com o que disse, colou-se de tal forma à ministra que hoje já não parece possível imaginar cenários com Maria de Lurdes Rodrigues fora da Educação. A cair um, caem os dois.
Que muitos professores e os partidos da oposição não deixarão de atacar a ministra, é óbvio; que, se este não fosse um Governo de maioria absoluta, já vários ministros teriam perdido as respectivas pastas, é uma evidência; que o primeiro-ministro e o Governo estão com Maria de Lurdes Rodrigues, também. A dúvida está em saber até onde aguentará o PS este Governo, até quando o PS, uno e (quase) coeso, continuará a apoiar o actual secretário-geral.
José Sócrates só tem consigo os seus indiscutíveis - ou seja, alguns dos seus ministros. Os barões, que até agora têm estado mais ou menos silenciosos (à excepção de Alegre) irão manter-se eternamente discretos? João Cravinho, Jorge Coelho e Ferro Rodrigues não são, claramente, "yes men" de Sócrates. Soares não morre de amores pelo primeiro-ministro e António Costa e António José Seguro estão fora do Executivo.
O apoio do PS ao Governo parece ter resistido à pressão de 80 mil manifestantes. E se forem 90? E se forem cem mil? Resta a Sócrates descobrir o que Cavaco, enquanto primeiro-ministro, não encontrou: uma forma de combater a crispação crescente da sociedade sem mudar o chefe do Governo.
João Garcia, subdirector do Expresso
07 Março 2008
Terrugem Festival Taurino
Grandioso Festival Taurino, na Praça de Toiros da Terrugem dia 27 Junho, em breve toda a informação.
05 Março 2008
Em pleno sec XXI, ...
Coreia do Norte
Executadas 13 mulheres e dois homens por entrarem ilegalmente na China
As autoridades da Coreia do Norte executaram 13 mulheres e dois homens acusados de entrarem ilegalmente na China, em busca de alimentos, denunciou uma associação humanitária sul-coreana.
Executadas 13 mulheres e dois homens por entrarem ilegalmente na China
As autoridades da Coreia do Norte executaram 13 mulheres e dois homens acusados de entrarem ilegalmente na China, em busca de alimentos, denunciou uma associação humanitária sul-coreana.
Segundo a associação Good Friends, sedeada em Seul, estas execuções públicas ocorreram a 20 de Fevereiro, na cidade de Onseong, nordeste do país.
De acordo com a associação, que cita um responsável local não identificado, as execuções destinaram-se a dissuadir a entrada ilegal na China, cada vez mais numerosa, proveniente do outro lado da fronteira.
«Desaparecer e atravessar ilegalmente a fronteira para visitar familiares na China tornou-se um hábito para alguns. Abatemo-los para fazer passar a mensagem» , disse a fonte.
Milhares de norte-coreanos fogem da pobreza alimentar crónica e da repressão, no seu país, e tentam entrar na China, mas são geralmente repatriados.
Pequim recusa a estes ilegais o estatuto de refugiado político, por considerar que buscam na China «vantagens económicas».
O repatriamento para a Coreia do Norte, após uma fuga do país, significa frequentemente a prisão num campo de trabalhos forçados, tortura, ou execução sumária, segundo associações internacionais de defesa dos Direitos Humanos.
Lusa / SOL
03 Março 2008
Os comunistas foram ao cinema eheheheh
Os comunistas foram ao cinema ver Call Girl. Deram-lhe bola preta. Não por causa dos méritos ou deméritos da realização de António-PedroVasconcelos. Mas porque o protagonista do filme é (supostamente) um autarca corrupto do PCP. O verdadeiro comunista não se deixa deslumbrar pelas curvas sinuosas de Soraia Chaves, que passa metade do tempo mais despida do que a Avenida da Liberdade no Inverno - põe é oolho na filiação partidária de Nicolau Breyner, e denuncia: "É absurdo que se procure fazer a identificação do autor da corrupção com um presidente de câmara comunista, quando a realidade mostra que tem sidoo PCP que menos motivos tem dado para ser apontado como exemplo depráticas de corrupção no poder local."Quem escreveu isto não foi um velhinho que ajudou à queda de NicolauII. Foi Abílio Fernandes, actual deputado do Partido Comunista Português e antigo presidente da Câmara de Évora, num pequeno texto deopinião publicado no Público. Foi secundado por dois ilustrescompanheiros de partido, Vítor Dias e Sérgio Ribeiro. Foi depois rebatido por Nicolau Breyner e António-Pedro Vasconcelos, que, em declarações ao Correio da Manhã, garantiram que o autarca não é do PCP(a sua filiação partidária nunca é explicitamente referida) e que o mais provável é Abílio Fernandes ter visto o filme "a dormir". Tendo em conta a já referida performance de Soraia Chaves, posso assegurar que Call Girl dá tudo menos sono. A questão, de facto, não é essa - é outra, bem mais interessante.Call Girl conta a história de um autarca alentejano que resiste à construção de um megaempreendimento turístico, até ao momento em que uma prostituta de luxo é contratada para o fazer mudar de ideias. Se
os comunistas fossem capazes de ver no mundo outras cores para além do vermelho, perceberiam que Call Girl não é um filme sobre corrupção - é um filme sobre a paixão e o poder das mulheres. Aquele autarca nunca é retratado de forma negativa. Pelo contrário, no início é apresentado como um homem íntegro, que resiste corajosamente à investida do grande capital (esse malandro), até ao momento em que Soraia Chaves se lhe atravessa no caminho com dois argumentos imbatíveis. Na verdade, a personagem de Nicolau Breyner não se deixa corromper - ela deixa-se seduzir. Perdidamente. A corrupção é apenas um efeito secundário da paixão. É sintomático que no século XXI os comunistas continuem aconfundir os dois conceitos, preferindo perorar sobre "opções ideológicas manipuladoras" e a propagação de ideias subversivas.Soraia está nua e Abílio pensa na militância. É por isso que o Muro de Berlim caiu.
os comunistas fossem capazes de ver no mundo outras cores para além do vermelho, perceberiam que Call Girl não é um filme sobre corrupção - é um filme sobre a paixão e o poder das mulheres. Aquele autarca nunca é retratado de forma negativa. Pelo contrário, no início é apresentado como um homem íntegro, que resiste corajosamente à investida do grande capital (esse malandro), até ao momento em que Soraia Chaves se lhe atravessa no caminho com dois argumentos imbatíveis. Na verdade, a personagem de Nicolau Breyner não se deixa corromper - ela deixa-se seduzir. Perdidamente. A corrupção é apenas um efeito secundário da paixão. É sintomático que no século XXI os comunistas continuem aconfundir os dois conceitos, preferindo perorar sobre "opções ideológicas manipuladoras" e a propagação de ideias subversivas.Soraia está nua e Abílio pensa na militância. É por isso que o Muro de Berlim caiu.
João Miguel Tavares (DN)
PS em DERROCADA
Barómetro Marktest: PS e Sócrates continuam a cair Pelo terceiro mês consecutivo, o PS volta a registar uma queda nas intenções de voto, as quais se situam agora nos 36,1%, revelam os dados obtidos pelo Barómetro Político Marktest referente ao mês de Fevereiro. O mesmo acontece com o líder do partido e primeiro-ministro, José Sócrates.
Depois de terem conseguido 38,1% das intenções de voto em Janeiro, os socialistas registam agora uma quebra de 2%, enquanto os seus principais adversários, o PSD, mantém praticamente inalterada, face ao mês anterior, a sua percentagem – 33,4%. Ou seja, menos 2,7 pontos percentuais do que o PS.
Reforçadas surgem as intenções de voto no PCP/CDU (12,8%), coligação que alcança, em Fevereiro de 2008, o valor mais alto desde Janeiro de 2007, percentagem que mantém os comunistas à frente de outras forças políticas, como o BE (8%) e o CDS/PP (5.6%).
A subir estão também as intenções de voto no Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, político que, depois de registar uma queda em Janeiro de 2008, sobe agora dois pontos percentuais nas preferências dos portugueses, apresentando um score positivo de 66,2%.
Depois de terem conseguido 38,1% das intenções de voto em Janeiro, os socialistas registam agora uma quebra de 2%, enquanto os seus principais adversários, o PSD, mantém praticamente inalterada, face ao mês anterior, a sua percentagem – 33,4%. Ou seja, menos 2,7 pontos percentuais do que o PS.
Reforçadas surgem as intenções de voto no PCP/CDU (12,8%), coligação que alcança, em Fevereiro de 2008, o valor mais alto desde Janeiro de 2007, percentagem que mantém os comunistas à frente de outras forças políticas, como o BE (8%) e o CDS/PP (5.6%).
A subir estão também as intenções de voto no Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, político que, depois de registar uma queda em Janeiro de 2008, sobe agora dois pontos percentuais nas preferências dos portugueses, apresentando um score positivo de 66,2%.
22 Fevereiro 2008
O "Estado" do País

O Estado e os políticos são os principais visados
21.02.2008 - 23h00 Luciano Alvarez (Jornal Público)
Sente-se em Portugal “um mal estar difuso”, que “alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional”. Este mal-estar e a “degradação da confiança, a espiral descendente em que o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento”. Este é um dos muitos alertas lançados pela Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES) - uma das mais antigas e conceituadas associações cívicas de Portugal –, num documento hoje concluido e dirigido ao país.Sente-se em Portugal "um mal-estar difuso", que "alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional". Este mal-estar e a "degradação da confiança, a espiral descendente emque o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento". E se essa espiral descendente continuar, "emergirá, mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever".Este é um dos muitos alertas lançados pela Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (Sedes) - uma das mais antigas e conceituadas associações cívicas portuguesas -, num documento ontem concluído e dirigido ao país.Esta tomada de posição é uma reflexão sobre o momento que Portugal vive, com a associação a manifestar o seu dever de ética e responsabilidade para intervir e chamar a atenção "para os sinais de degradação da qualidade de vida cívica". Principais visados: o Estado, em geral, e os partidos políticos, em particular.E para este "difuso mal-estar", frase que é o pilar de todo o documento, a Sedes centra-se em algumas questões: degradação da confiança no sistema político; sinais de crise nos valores, comunicação social e justiça; criminalidade, insegurança e os exageros cometidos pelo Estado.Acirrar de emoçõesO acentuar da "degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários" de todo o espectro político é o primeiro alerta da associação. E, aqui, os relatores do documento (ver texto nestas páginas) não têm dúvidas sobre a crise que surgirá caso não seja evitado o eventual fracasso da democracia representativa: "criará um vácuo propício ao acirrar das emoções mais primárias em detrimento da razão e à consequente emergência de derivas populistas, caciquistas, personalistas".E para que a democracia representativa seja preservada, a Sedes aponta três metas aos partidos: "Têm de ser capazes de mobilizar os talentos da sociedade para uma elite de serviço; a sua presença não pode ser dominadora a ponto de asfixiar a sociedade; e não devem ser um objectivo em si mesmos".A associação considera ainda preocupante "assistir à tentacular expansão da influência partidária" - quer "na ocupação do Estado", quer "na articulação com interesses da economia privada". Outro factor que a Sedes diz contribuir para a "degradação da qualidade da vida política" é o resultado "da combinação de alguma comunicação social sensacionalista com uma justiça ineficaz", que por vezes deixa a sensação de que "também funciona subordinada a agendas políticas". Essa combinação "alimenta um estado de suspeição generalizada" sobre a classe política. "É o pior dos mundos", acrescentam. "Sendo fácil e impune lançar suspeitas infundadas, muitas pessoas sérias e competentes afastam-se da política, empobrecendo-a."Neste capítulo, o Estado, que "tem uma presença asfixiante sobre toda a sociedade", também não é poupado: "Demite-se do seu dever de isenta regulação, para desenvolver duvidosas articulações com interesses privados, que deixam em muitos casos um perigoso rasto de desconfiança".E nesta sequência de constatações sobre o comportamento dos agentes do Estado, surge pela primeira vez a palavra "corrupção". "É precisamente na penumbra do que a lei não prevê explicitamente que proliferam comportamentos contrários ao interesse da sociedade e ao bem comum. E é justamente nessa penumbra sem valores que medra a corrupção, um cancro que corrói a sociedade e que a justiça não alcança."Criminalidade e exagerosE depois vêm a criminalidade e os recados aos exageros do Estado directamente dirigidos à ASAE, embora esta autoridade nunca seja explicitamente citada. A Sedes não tem dúvidas em afirmar que a criminalidade violenta "progride"; que a "crescente ousadia dos criminosos transmite o sentimento de que a impune experimentação vai consolidando saber e experiência na escala da violência"; e que, enquanto "subsiste uma cultura predominantemente laxista no cumprimento da lei, em áreas menos relevantes para as necessidades do bom funcionamento da sociedade emerge, por vezes, uma espécie de fundamentalismo ultrazeloso, sem sentido de proporcionalidade ou bom senso". "Calculem-se as vítimas da última década originadas por problemas relacionados com bolas-de-berlim, colheres de pau ou similares e os decorrentes da criminalidade violenta ou da circulação rodoviária e confronte-se com o zelo que o Estado visivelmente lhes dedicou."Por tudo isto, e para evitar que se chegue à já referida "crise social de contornos difíceis de prever", a Sedes apela depois à sociedade civil para intervir e participar "no desbloqueamento da eficácia do regime". Mas, para que isso aconteça, será necessário que o Estado se "abra mais do que tem feito até aqui".Prestar contasE aqui, as principais críticas vão para os partidos. Para a Sedes, a dissociação entre os eleitores e os partidos "deve preocupar todos aqueles que se empenham verdadeiramente na coisa pública e que não podem continuar indiferentes perante a crescente dissociação entre o conceito de res publica e o de intervenção política". Partidos que, de acordo com a Sedes, "têm a obrigação de prestar contas de forma permanente sobre o modo como o exercem". "Em geral, o Estado tem de abrir urgentemente canais para escutar a sociedade civil e os cidadãos. Deve fazê-lo de forma clara, transparente e, sobretudo, escrutinável. Os portugueses têm de poder entender as razões que presidem à formação das políticas públicas que lhes dizem respeito", conclui o documento.
20 Fevereiro 2008
19 Fevereiro 2008
Couvert
Ninguém é obrigado a pagar couvert se não o pedir, mesmo que o coma
A Associação Portuguesa de Direito do Consumo (APDC) alertou hoje que qualquer consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes sem ser pedido, mesmo que seja consumido.
A Associação Portuguesa de Direito do Consumo (APDC) alertou hoje que qualquer consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes sem ser pedido, mesmo que seja consumido.
Segundo a associação, se o cliente recusar pagar o couvert e o restaurante exigir o dinheiro, o proprietário do estabelecimento poderá estar a incorrer no crime de especulação.Se num restaurante colocarem a «entrada» na mesa sem o cliente a pedir, em circunstância alguma terá de a pagar, defende a APDC porque como o couvert lhe foi apresentado sem o ter pedido, poderá mesmo consumi-lo sem ter de o pagar, porque a lei a tal não obriga.«O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa», explica a APDC em comunicado.«Não são os usos comerciais que fazem lei. É a lei expressa que tem de ser observada com todo o rigor. A aposição dos acepipes na mesa - sem prévia solicitação - pode configurar um ilícito», ao abrigo do o n.º 4 do art.º 9.º da Lei de Defesa do Consumidor, lê-se no mesmo texto.Segundo a Associação Portuguesa de Direito do Consumo, o DL 143/2001, de 26 de Abril, corrobora esse entendimento no seu artigo 29, ao consagrar que «é proibido o fornecimento ou a prestação de serviços ao consumidor que incluam um pedido de pagamento, sem que este os tenha previamente encomendado».A associação acrescenta que «o destinatário de bens ou de serviços recebidos sem que por ele tenham sido encomendados ou solicitados, ou que não constituam o cumprimento de qualquer contrato válido, não fica obrigado à sua devolução ou pagamento, podendo conservá-los a título gratuito».A APDC sublinha ser a mesma lei a consagrar que a «ausência de resposta do destinatário não vale como consentimento».Qualquer empresário de restauração que não respeite estes preceitos legais incorre no pagamento de coimas que, nos casos de sociedades mercantis, oscilam entre os 3.500 e os 35.000 euros, além de eventuais penas acessórias, refere o mesmo comunicado.Acrescenta ainda que a Lei Penal do Consumo (art.º 35 do DL 28/84, de 20 de Janeiro) tem também solução para os autores de tais ilegalidades, prevendo uma pena de prisão de seis meses a três anos e multa não inferior a 100 dias pelo crime de especulação.
Fonte:Lusa / SOL
Fonte:Lusa / SOL
13 Fevereiro 2008
Uma notícia histórica para um espectáculo histórico!
Julian JaenYa han dado el primer paso. Por primera vez en la historia de la democracia española un partido político, el PP (Partido Popular) incluye en su programa electoral el compromiso de defender la Fiesta de Toros desde su contenido como patrimonio cultural y desde su aportación ecológica y económica. Para quienes, desde hace muchos años, venimos demandando y exigiendo al sector político una definición clara y sin ambigüedades sobre el toreo, la noticia es una satisfacción personal. Para el toreo, la mejor de todas las noticias posibles. El aficionado ya tiene un criterio a la hora de decidir cómo y donde puede apostar por el futuro de la Fiesta. Por sus raíces, por sus convicciones.
Reconocemos todos los apoyos particulares que miembros del PSOE han hecho a favor de esta corriente, como los de Andalucía, pero este paso era insospechado. Viene en el mejor de los momentos, cuando más y más fuerte se ha agredido al toreo. Viene para decirle decir al aficionado que tenemos la posibilidad de poner fin al temor de nuestro futuro. Es una noticia histórica para un espectáculo histórico. Es la mejor de todas las noticias posibles.
El toreo no puede vivir de voluntades personales, sino de posiciones morales, políticas y sociales colegiadas. Este es un espectáculo cuyo derecho tradicional fue ratificado en Francia en los años 60. Por eso se celebran toros en este país vecino. Esta es una actividad que aporta el 1,55 al PIB (Producto Interior Bruto) de España. Una actividad que tiene en su extensión verde y ecológica (la dehesa) una extensión superior a la provincia de Vizcaya en donde se preserva fauna y flora en vías de extinción. Este es un espectáculo saneado en deuda pública y del que se recaudan buenos ingresos administrativos. Todo esto lo reconoce ahora el PP. Han movido ficha. Ahora nos toca moverla a nosotros.
(Em Portugal continua o desprezo pela nossa cultura e pelas nossas tradições, seria bom seguir o exemplo de Países civilizados e desenvolvidos como França e Espanha e assumir aquilo que nos diferencia de todos os outros, as nossas tradições além de serem a nossa vivência cultural, são ao mesmo tempo um bem de "escassez" que nos pode trazer imensos frutos.....em inumeros campos)
Senhores aficionados não nos podemos esquecer que os antitaurinos são dezenas, e nós somos milhões, não os podemos deixar levantar cabeça com os seus falsos e gastos argumentos, vamos sim disfrutar e divulgar aquilo que é nosso, sem VERGONHA E COM TODAS AS NOSSAS FORÇAS!)
Arrogan(te)mente!!!
socrates el aldrabon. com este gajo a ética bate no fundo, a verdade é relativa, a mentira é a regra e a relação minima de confiança que deve haver entre o governante e o eleitorado consegue descer abaixo de zero. socrates acha que qualquer tipo de denuncia em relação á sua pessoa é uma conspiração internacional, é uma cabala contra si. tem dificuldades em viver com a critica e prestar contas sobre as suas incongruencias e mentiras descaradas, nunca. com socrates tudo é relativo, tudo é possivel..até ele ser engenheiro, astronauta, veteranario, medico e calista.
(Comentário publicado (Pag Expresso por Odisseia na Terra) sobre noticia em que Pedro Santana Lopes pede a sócrates para explicar sobre assinatura de projectos que não eram seus)
11 Fevereiro 2008
Verdade!
"O aparelho público usa os seus poderes para controlar, não para servir o público. O Governo Sócrates não é socialista, reformador ou sequer maçon. É só corporativo".
João César das Neves, "Diário de Notícias", 11-02-2008
João César das Neves, "Diário de Notícias", 11-02-2008
28 Janeiro 2008
Badajoz Elvas
O artigo abaixo explica bem a situação, agora no nosso caso (Elvas / Badajoz) é ainda mais evidente o fosso entre os dois lados da fronteira.
Os Caramelos Espanhóis!
Afrase é do insuspeito presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDRN), Carlos Laje, e foi proferida a este jornal em Maio do ano passado "O Norte está no seu pior momento". Agora, passado quase um ano, não parece estar melhor.Perante esta evidência, que é suportada nos números e visível no dia-a-dia das pessoas, nem o facto de Carlos Laje liderar uma das melhores e mais qualificadas equipas dirigentes da história da CCDRN nos pode servir de magro contentamento, porque isso por si só não basta - nem bastará nunca, num quadro de mera desconcentração de poderes, sem qualquer autonomia política - para alavancar o desenvolvimento que deixámos de ter, ao ritmo que se desejaria.Basta olhar para o vizinho do lado, para a Galiza, para percebermos que o crescimento e desenvolvimento do Norte nas últimas duas décadas deixam imenso a desejar. Uma comparação que seria pior ainda sem a plena integração portuguesa no espaço político e económico europeu e o correspondente advento dos fundos estruturais, mesmo que estes tenham sido mal aplicados, desbaratados ou desviados para finalidades espúrias.Longe vai o tempo em que a Galiza era uma das regiões mais pobres da Europa e, manifestamente, o "patinho feito" do Estado espanhol. Nessa altura, até o Norte português servia de "El Dorado" para os remediados galegos que o demandavam em busca de uma vida melhor. E nós, os portugueses do Norte, apenas visitávamos a Galiza pelas únicas três coisas que a mais atlântica região de Espanha tinha para nos oferecer um caminho até Santiago para a expiação dos males terrenos; uma excursão até Vigo por causa do inovador "El Corte Inglés"; e os caramelos comprados em Tui, logo ao passar da fronteira, numa espécie de ingénua analogia com Elvas e Badajoz, reflexo de um país triste e atrasado que julgava ser auto-suficiente em quase tudo (e o melhor do Mundo em muitas coisas
), menos nos ditosos caramelos espanhóis.Daí para cá, andámos a divergir, o que quer dizer que a Galiza cresceu a um ritmo mais acelerado do que o Norte de Portugal. Não é por masoquismo, é por necessidade de fazermos alguma coisa contra este estado das coisas, que vale a pena insistir nos dados que nos vão confrontando com a real dimensão do nosso atraso no que diz respeito ao rendimento disponível bruto das famílias ("per capita"), o Norte português encontra-se na cauda de todas as regiões ibéricas, enquanto na Galiza esse mesmo rendimento chega a ser o dobro! Aliás, nem precisamos da muleta da estatística: basta atravessar a fronteira e percebem-se a olho nu as diferenças - acentuadas nos anos mais recentes - entre estas duas regiões historicamente irmanadas.Querem assustar-se com mais alguns números, sobretudo com aqueles que mais directamente percepcionamos, porque nos mexem no bolso? Vamos a isso, que infelizmente eles são aos magotes nos últimos dez anos, a riqueza produzida no Norte (por habitante, em paridade do poder de compra) desceu dos 67% da média comunitária para os 59%. E apesar de a região albergar dois terços dos trabalhadores por conta de outrem, a desqualificação da sua mão-de-obra tem uma relevante consequência prática: em termos médios, segundo dados de 2006, um trabalhador do Norte recebe mensalmente menos 78 euros do que a média nacional e menos 252 euros do que um lisboeta. Se fizermos as contas ao ano inteiro, são menos 1092 e 3528 euros, respectivamente.Há que fazer alguma coisa, e não ficar eternamente à espera que uma solução milagrosa caia do céu - ou que o poder sediado em Lisboa contribua para essa solução. Até porque também existem muitas culpas próprias no estado lastimável a que o Norte chegou.Neste quadro, talvez não fosse má ideia aproveitar o dinamismo insuflado na Universidade do Porto pela equipa liderada pelo reitor Marques dos Santos e, juntando-lhe as universidades públicas de Aveiro e do Minho, eventualmente com o apoio logístico da CCDRN e do INE, criar um grupo que monitorize em permanência a Região Norte nos seus múltiplos aspectos. Um grupo de base académica, prestigiado e politicamente independente, que funcionaria como "lobby" assumido, organizado e transparente para pressionar o Poder Político a entender, de uma vez por todas, que existem problemas nacionais - os problemas que ditam o atraso do país - que só podem ser resolvidos no plano nacional quando forem prioritariamente resolvidos na Região Norte.
Luís Costa escreve no JN, semanalmente, aos sábados
18 Janeiro 2008
Fantasma?
30 Dezembro 2007
14 Dezembro 2007
Praça Toiros Terrugem
12 Dezembro 2007
07 Dezembro 2007
Direitos Humanos
Dia 10 de Dezembro é o dia Internacional dos Direitos Humanos, nunca é demais relembra-los como fizemos no post em baixo; penso que Portugal tem feito alguns atropelos a esses mesmos direitos, primeiro foi José Sócrates não ter recebido Dalai Lama, um dos simbolos máximos da Paz e dos direitos Humanos, outro factor negativo é receber agora com pompa e cricunstância com a cimeira UE-África toda a espécie de ditadores e corruptos que simbolizam o contrário daquilo que a humanidade quer e precisa: Direitos e Paz05 Dezembro 2007
Direitos Humanos
Todo o ser humano tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e de as poder divulgar e manifestar livremente.
04 Dezembro 2007
Faz hoje 27 anos que morreu Sá Carnerio

Foi um dos políticos mais marcantes do século XX português. A luta pela democracia norteou-lhe a vida. Foi um herói romântico que desafiou os preconceitos da sociedade onde vivia. Fundou o Partido Popular Democrata (PPD) e em 1980 tornou-se primeiro-ministro. Francisco Sá Carneiro chegou ao fim como viveu: de forma brutal. Morreu num acidente de avião, cujas circunstâncias não foram completamente esclarecidas. “Sá Carneiro ajudou-nos a mobilizar contra todo o tipo de ditadura”, diz Fernando Seara, presidente da Câmara de Sintra.
03 Dezembro 2007
28 Novembro 2007
26 Novembro 2007
Festas Santo António 2008
Diga-se que tomaram uma atitude bastante Nobre, tanto pelo projecto que abraçam, assim como por trazerem verdade à tradição: O pendão foi apregoado e agora "apanhado", por estes jovens. Resta desejar-lhe que tudo corra pelo melhor, e que os Terrugenses se possam divertir, e receber os forasteiros e Amigos como tanto sabem e prezam...
25 Novembro 2007
Pedro Namora acusa, e BEM José Sócrates
O ex-casapiano Pedro Namora responsabiliza o primeiro-ministro, José Sócrates, o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, e a actual presidente do Conselho Directivo da Casa Pia, Joaquina Madeira, por abusos sexuais que ocorram na instituição. Em declarações ao CM, Pedro Namora acusa o Governo de ter nomeado uma equipa que não é capaz de responder às necessidades dos alunos da instituição.
“Responsabilizo José Sócrates, Vieira da Silva e Joaquina Madeira por todos os abusos que ocorram na Casa Pia. Vamos denunciar este Governo por ter nomeado uma equipa que não responde às necessidades da instituição”, afirmou o ex-casapiano, referindo-se às diligências que têm levado a cabo junto de organizações internacionais: “Queremos denunciar o caso internacionalmente. Já denunciámos que a equipa da PJ que iniciou a investigação foi desmantelada e que o anterior procurador foi afastado. Mais, já demos conta de que Vieira da Silva, que há dois anos e meio atacava as vítimas, descredibilizando-as, foi colocado por José Sócrates à frente da instituição mais afectada com todo este problema”.Pedro Namora afirma ainda que “as crianças da Casa Pia estão em pânico”, devido à reorganização da rede de angariação de jovens para actos pedófilos: “Com estas pessoas, não há hipótese de fazer a recuperação da instituição. O núcleo central que actua na provedoria e em alguns colégios da Casa Pia está a refazer-se rapidamente e isso não podemos aceitar”. O ex-casapiano conclui, dando conta da falta de confiança e desânimo existentes nos alunos: “Com a tutela da Casa Pia em Vieira da Silva e com a colocação da Joaquina Madeira na provedoria, toda a confiança que existia na antiga provedora morreu. "DIAS ANDRÉ TEM CONHECIMENTO"“Noto a ausência de magistrados que estiveram na investigação destes crimes há cinco anos, como o inspector-chefe da PJ, Dias André, que até está aposentado e que conhece bem o meio e sabe lidar com as crianças”, afirmou Pedro Namora, referindo-se à equipa nomeada pelo procurador-geral da República para vigiar a situação das crianças em instituições do Estado, liderada por Maria José Morgado.
André Pereira (Correio da Manhã)
“Responsabilizo José Sócrates, Vieira da Silva e Joaquina Madeira por todos os abusos que ocorram na Casa Pia. Vamos denunciar este Governo por ter nomeado uma equipa que não responde às necessidades da instituição”, afirmou o ex-casapiano, referindo-se às diligências que têm levado a cabo junto de organizações internacionais: “Queremos denunciar o caso internacionalmente. Já denunciámos que a equipa da PJ que iniciou a investigação foi desmantelada e que o anterior procurador foi afastado. Mais, já demos conta de que Vieira da Silva, que há dois anos e meio atacava as vítimas, descredibilizando-as, foi colocado por José Sócrates à frente da instituição mais afectada com todo este problema”.Pedro Namora afirma ainda que “as crianças da Casa Pia estão em pânico”, devido à reorganização da rede de angariação de jovens para actos pedófilos: “Com estas pessoas, não há hipótese de fazer a recuperação da instituição. O núcleo central que actua na provedoria e em alguns colégios da Casa Pia está a refazer-se rapidamente e isso não podemos aceitar”. O ex-casapiano conclui, dando conta da falta de confiança e desânimo existentes nos alunos: “Com a tutela da Casa Pia em Vieira da Silva e com a colocação da Joaquina Madeira na provedoria, toda a confiança que existia na antiga provedora morreu. "DIAS ANDRÉ TEM CONHECIMENTO"“Noto a ausência de magistrados que estiveram na investigação destes crimes há cinco anos, como o inspector-chefe da PJ, Dias André, que até está aposentado e que conhece bem o meio e sabe lidar com as crianças”, afirmou Pedro Namora, referindo-se à equipa nomeada pelo procurador-geral da República para vigiar a situação das crianças em instituições do Estado, liderada por Maria José Morgado.
André Pereira (Correio da Manhã)
24 Novembro 2007
23 Novembro 2007
Verdadde
Como disse um grande toureiro Espanhol:
"El Mundo entero es una enorme plaza de toros,
onde aquele que no torea, embiste,
y eso és todo".
20 Novembro 2007
Abusos Sexuais em Portugal - Silêncio do PCP
Hoje estão em prisão preventiva ,e em cumprimento de pena , vários individuos , centenas, muitas centenas.Portugal despertou para o abuso sexual com o Processo Casa Pia.Foi como se tivessem aberto as portas do Inferno. De um momento para o outro o provinciano, arcaico e conservador Portugal despertou para uma realidade atroz: O abuso sexual de que são vitimas as crianças e jovens portugueses.O Portugal dos "brandos costumes" , católico, moralista, humanista, afinal é uma terra onde as taras estão à solta.O Partido Comunista Português nunca censurou, condignamente ,esta triste realidade que nos desmerece e que nos envergonha.Porque será?Haverá telhados de vidro no PCP? Mesmo nos deputados do PCP?Seja como for é estranho este silêncio do PCP. Muito estranho, a não ser que haja um pacto entre o PCP e o PS para não fazerem ondas!Mas que fica mal ao Partido Comunista , lá isso fica.Sobretudo no caso da Casa Pia o silêncio do PCP é intolerável, inadmissível.Pobres jovens e crianças portuguesas .
(In blog Advogado , José Maria Martins)
09 Novembro 2007
Foi assim
Vale a pena ler este livro, a prova na primeira pessoa do que foi e ainda resta do comunismo, e caso para dizer: Do que nós nos livrámos!Nunca devemos seguir um ideal sem o conhecer por fora e por dentro, mas ter acima de tudo uma mente aberta e diversificada, Zita Seabra teve a coragem de relatar na primeira pessoa aquilo que é o comunismo, e além da coragem, teve a sorte de ser em Portugal, porque se fosse na Ex URSS não teria tido essa sorte....
Atenção que ainda existem animais desta raça, é verdade que está quase em extinção mas ainda existem e alguns estão disfarçados...
Dá que pensar, com o acesso a todo tipo de informação de que dispomos nos dias de hoje como é que ainda existem pessoas que defendem estes ideais,
31 Outubro 2007
A verdade sobre o processo Casa Pia
Vale a pena ler a entrevista de Catalina Pestana, séria, verdadeira, triste e revoltante; reveladora de uma grande Mulher calada pelo poder politico vigente...
1ª Parte da entrevista
2ª Parte da entrevista
30 Outubro 2007
O Engenheiro sanitário ENXOVALHA Luis Amado
A arrogância já se mistura com a falta de educação; nojento mesmo..... é só confirmar no link abaixo,
Acho que ele ainda viu a tempo que o Luis (neste caso Mal Amado) não tinha as mãos lavadas; e vai daí... não podemos esquecer que o homem é eng. sanitário, uma espécie de asae.... mas de fato e gravata.
29 Outubro 2007
Maior mercado Antiguidades do Alentejo em crise. Estremoz
Maior feira de antiguidades do Alentejo atravessa tempos de crise
A maior feira de antiguidades e velharias do Alentejo é montada todos os fins-de-semana em Estremoz, num negócio que envolve peças raras e valiosas, mas que vive dias de crise, apesar de atrair muitos curiosos.
"O negócio está em crise", garantiu à agência Lusa António Oliveira, comerciante de Évora, que faz habitualmente a feira de Estremoz, a quase 50 quilómetros de distância.
Embora observando um grande número de visitantes, lamentou que a maioria ande "só a passear".
As mesmas queixas são partilhadas por outros comerciantes, que alegam estar o "negócio fraco" desde há algum tempo, embora reconhecendo tratar-se da principal feira do Alentejo, nesta área, e uma das "boas" do país, com muitos visitantes, mas a maioria apenas vê e não compra.
José Teles, vendedor de Redondo, também reconheceu que "o negócio já teve dias melhores", embora admitindo que, mesmo assim, "vai dando, mas pouco", enquanto outra comerciante, Albertina Inácio, de Loures, considerou que "os portugueses querem comprar, mas não têm dinheiro".
Mobiliário, cerâmica, faianças, porcelanas, cobres, arte sacra, livros, discos, moedas, postais, selos, utensílios agrícolas antigos e uma vasta gama de velharias são alguns dos objectos exibidos nas diferentes bancas, que constituem um atractivo para os apreciadores e coleccionadores.
Montado nas manhãs de sábado, no centro da cidade de Estremoz, ao ar livre, o certame atrai habitualmente, desde há alguns anos, dezenas de comerciantes portugueses e espanhóis, mas também turistas e gente interessada de outros países.
A feira funciona numa das alamedas do Rossio Marquês de Pombal, a principal praça da cidade e uma das maiores do país, em simultâneo com o típico mercado semanal de sábado, que decorre também ao ar livre.
Além dos visitantes portugueses, sobretudo provenientes das vizinhas localidades alentejanas, observam-se com frequência espanhóis interessados nas antiguidades e velharias, assim como comerciantes oriundos da região da Extremadura espanhola.
Juan Hereda, espanhol, de Badajoz, coleccionador de antiguidades, que visita todos os sábados a feira, considerou o certame "excepcional", enquanto o holandês Den Hartogh, que tem casa de férias na região, aprecia antiguidades, gosta "muito" da feira e "compra peças de vez em quando".
Muitas pessoas, sobretudo residentes na Grande Lisboa, que têm montes alentejanos, também recorrem a estes comerciantes para comprar os móveis e objectos que necessitam para decorar as casas, assim como para as unidades de turismo rural.
Apreciador de "coisas antigas", José Saianda, de Lisboa, que tem um monte próximo de Avis (Portalegre), disse à Lusa que costuma visitar a feira e comprar ferramentas para o monte.
Os comerciantes exibem peças que retratam a vida de tempos passados, como utensílios caseiros e adornos.
Também é frequente o negócio entre os próprios comerciantes, no sentido de satisfazer pedidos de clientes.
O alemão Nikolaus Dollman, que vive em Albufeira e fundou a revista "Feiras de Velharias", a única do sector que se editou em Portugal, até 2005, disse que visita o certame de Estremoz, duas vezes por mês, para comprar peças.
Nikolaus Dollman, coleccionador de azulejos antigos, que organiza feiras de antiguidades no seu país, montou banca este fim-de-semana, pela primeira vez, na feira da cidade alentejana, para vender, sobretudo, artigos relacionados com as suas colecções.
Por seu turno, Vanusa Silva, que nasceu no Brasil e vive na região de Óbidos, vem com frequência vender antiguidades a Estremoz e assegura que "a deslocação compensa".
"É uma feira interessante, que tem todo o tipo de antiguidades e velharias, e os visitantes apreciadores gostam desta variedade de oferta, mas é pena ser muito curta", referiu.
Vanusa Silva trabalha com o marido, que é português, e ambos estiveram radicados 32 anos em Colónia, na Alemanha, onde tinham um restaurante de comida portuguesa.
Começaram como coleccionadores e depois passaram a dedicar-se ao negócio das antiguidades e velharias.
O comerciante António Fonseca, da Guarda, que vende na feira de Estremoz uma vez por mês, realçou que o certame tem "a particularidade de ser um dos poucos do país que decorre todos os fins-de-semana".
Alguns comerciantes reconheceram que o local da feira é o melhor para este efeito, mas queixaram-se da lama nos dias de chuva e da poeirada quando há vento.
Na região realizam-se também feiras de antiguidades e velharias em Évora, Redondo, Monsaraz, Vendas Novas e Elvas.
Em Badajoz (Espanha), decorre um certame idêntico no primeiro sábado de cada mês e alguns comerciantes portugueses vendem também naquele certame.
A 12 quilómetros de Estremoz, na vila de Borba, há 16 estabelecimentos que se dedicam ao negócio das antiguidades, a maioria na Rua de S. Bartolomeu, à entrada da localidade, para quem se desloca de Lisboa.
TCA.
Lusa/Fim
19 Outubro 2007
Arrogância !!
Perante um País afundado e a andar para tráz; sobre problemáticas gerais, o primeiro ministro apresenta resoluções e resultados pontuais. Congratula-se com remédios de cura imediata e para doenças passageiras, sendo que o caso é grave.
A sua arrogância enerva o mais paciente, pede mais e mais sacrifícios e oferece dificuldades e mais dificuldades, não mostra criatividade na resolução dos problemas, e acentua a flexibilidade perante os poderosos, e os criminosos. O país assiste de braços cruzados?? vamos ver até quando resiste.......
17 Outubro 2007
Sócrates
Engenheiro???????????????????????????????
Só pergunto se fosse o Santana Lopes como é que era?
11 Outubro 2007
Corações de Ferro
03 Outubro 2007
Atenção Aficionados
Caros aficionados,
Na próxima 5ª feira, dia 4 de Outubro, será transmitida pela RTP 1, da Praça de Touros do Campo Pequeno, mais uma Corrida à Portuguesa em directo.
Têm havido alguns protestos por parte dos anti-taurinos para o Provedor, pelo facto da RTP ter efectuado algumas transmissões directas de Corridas de Toiros, durante este ano e em particular porque no dia 4 de Outubro é o Dia Mundial da Protectora Animal.
Os, ditos, "protectores dos animais" estão a inundar as caixas de e-mail da RTP e do Provedor da RTP com protestos pelo facto deste canal, que também é nosso, apoiar a tauromaquia.
Como irão concordar, nós aficionados, somos grandes apaixonados pelo mundo animal e muito particularmente pelo toiro e pelo cavalo. Acreditamos que o ciclo de vida do toiro bravo termina na luta que trava com a maior dignidade, dentro de uma arena de uma praça de toiros. É essa a sua natureza e é essa a nossa cultura e tradição.
Vamos, mais uma vez, cerrar fileiras em defesa das nossas raízes!
Assim apelo a todos os aficionados que enviem um e-mail para provedor.telespectador@rtp.pt , a congratularmo-nos pelo facto de apoiarem a tauromaquia.
Não esquecer que além das referidas transmissões e do programa "Arte & Emoção", no Canal 2, ainda podemos usufruir das repetições de corridas antigas na RTP Memória e que se conseguiu que estas tivessem início através duma campanha de sensibilização do director deste canal, no final do ano 2005, ao qual foram enviados um elevado número de pedidos para que estas transmissões fossem uma realidade.
É importante mostrar a força da aficion portuguesa!
Carlos Pegado.
Na próxima 5ª feira, dia 4 de Outubro, será transmitida pela RTP 1, da Praça de Touros do Campo Pequeno, mais uma Corrida à Portuguesa em directo.
Têm havido alguns protestos por parte dos anti-taurinos para o Provedor, pelo facto da RTP ter efectuado algumas transmissões directas de Corridas de Toiros, durante este ano e em particular porque no dia 4 de Outubro é o Dia Mundial da Protectora Animal.
Os, ditos, "protectores dos animais" estão a inundar as caixas de e-mail da RTP e do Provedor da RTP com protestos pelo facto deste canal, que também é nosso, apoiar a tauromaquia.
Como irão concordar, nós aficionados, somos grandes apaixonados pelo mundo animal e muito particularmente pelo toiro e pelo cavalo. Acreditamos que o ciclo de vida do toiro bravo termina na luta que trava com a maior dignidade, dentro de uma arena de uma praça de toiros. É essa a sua natureza e é essa a nossa cultura e tradição.
Vamos, mais uma vez, cerrar fileiras em defesa das nossas raízes!
Assim apelo a todos os aficionados que enviem um e-mail para provedor.telespectador@rtp.pt , a congratularmo-nos pelo facto de apoiarem a tauromaquia.
Não esquecer que além das referidas transmissões e do programa "Arte & Emoção", no Canal 2, ainda podemos usufruir das repetições de corridas antigas na RTP Memória e que se conseguiu que estas tivessem início através duma campanha de sensibilização do director deste canal, no final do ano 2005, ao qual foram enviados um elevado número de pedidos para que estas transmissões fossem uma realidade.
É importante mostrar a força da aficion portuguesa!
Carlos Pegado.
02 Outubro 2007
A Razão
A razão nunca nos deixa sozinhos....
Imagina lo que sintió
el General Custer, quando tras
gritar
adelante mis muchachos
se volvió
y comprobó que no le sguia
nadie
AntónioM Figueras
Imagina lo que sintió
el General Custer, quando tras
gritar
adelante mis muchachos
se volvió
y comprobó que no le sguia
nadie
AntónioM Figueras
28 Setembro 2007
O Cante
O cante alentejano é outro som
é voz que se constrói como instrumento.
Mas não é cante sem - é cante com.
O cante alentejano é mais de dentro.
Voz do avesso quase gesso quase cal
unha no branco: esse é o ritmo.
O cante alentejano é espiral
de logaritmo em logaritmo
Manuel Alegre
é voz que se constrói como instrumento.
Mas não é cante sem - é cante com.
O cante alentejano é mais de dentro.
Voz do avesso quase gesso quase cal
unha no branco: esse é o ritmo.
O cante alentejano é espiral
de logaritmo em logaritmo
Manuel Alegre
26 Setembro 2007
25.09.2007 - 20h58 Lusa
A selecção portuguesa de râguebi despediu-se hoje da fase final do Mundial de 2007 com uma derrota por 14-10 frente à Roménia. O XV nacional estava a ganhar a oito minutos do fim da partida, mas um ensaio dos romenos impediu que o primeiro Mundial dos portugueses terminasse com uma vitoria.
A formação das quinas chegou ao intervalo a vencer por 7-0, graças a um ensaio do pilar Joaquim Ferreira, aos 18 minutos, seguido de transformação por parte de Duarte Cardoso Pinto, mas não aguentou na segunda metade a pressão dos romenos.Depois de a Roménia ter igualado a 10, Portugal ainda chegou aos 10-7, através de um pontapé de Gonçalo Malheiro, mas, a oito minutos do final, os romenos conseguiram novo ensaio e viraram em definitivo o resultado.No final do jogo, algum jogadores não conseguiram conter as lágrimas, juntamente com o capitão Vasco Uva - que assistiu à partida no banco de suplentes, lesionado -, numa altura em que os "Lobos" saíam do relvado aplaudidos pelo público de Toulouse e pelo XV da Roménia.
A selecção portuguesa de râguebi despediu-se hoje da fase final do Mundial de 2007 com uma derrota por 14-10 frente à Roménia. O XV nacional estava a ganhar a oito minutos do fim da partida, mas um ensaio dos romenos impediu que o primeiro Mundial dos portugueses terminasse com uma vitoria.
A formação das quinas chegou ao intervalo a vencer por 7-0, graças a um ensaio do pilar Joaquim Ferreira, aos 18 minutos, seguido de transformação por parte de Duarte Cardoso Pinto, mas não aguentou na segunda metade a pressão dos romenos.Depois de a Roménia ter igualado a 10, Portugal ainda chegou aos 10-7, através de um pontapé de Gonçalo Malheiro, mas, a oito minutos do final, os romenos conseguiram novo ensaio e viraram em definitivo o resultado.No final do jogo, algum jogadores não conseguiram conter as lágrimas, juntamente com o capitão Vasco Uva - que assistiu à partida no banco de suplentes, lesionado -, numa altura em que os "Lobos" saíam do relvado aplaudidos pelo público de Toulouse e pelo XV da Roménia.
25 Setembro 2007
Alentejos
O Alentejos. No Barreiro.Um restaurante inteiramente dedicado à cozinha, aos sabores e à cultura gastronómica das várias regiões do Alentejo. O que há de melhor dos vários Alentejos.
Em todos eles, o restaurante Alentejos recuperou as autênticas receitas da cozinha de outros tempos e trá-las de novo ao prazer de todos. Feitas com ingredientes genuinos, das melhores origens e proveniências, de todas as partes do Alentejo.
O espaço. E o tempo. Recatado, discreto, simples e acolhedor proporciona o conforto e a tranquilidade de uma refeição bem degustada, com tempo para saborear, conversar, sentir, viver.
Virado para o rio, no novo edifício Esteiros do Tejo, no final da Av. Alfredo da Silva com a Rua Miguel Pais, o restaurante Alentejos deixa-se encontrar por quem procura uma mesa farta e sossegada. Com tempo.
24 Setembro 2007
20 Setembro 2007
14 Setembro 2007
A juventude Elvense merecia mais!!
Este "Cromático" é um dos cabeças de cartaz para o São Mateus de Elvas deste ano; repleto de música, pimba e de mau gosto ( com excepção do fado, claro ) Cidade que se quer identificar com a cultura, e bom exemplo disso é o novo MACE, devia ter mais cuidado na escolha dos artistas, de estilos mais abrangentes e diversificados, sem esquecer a qualidade. Agora um cromo destes que canta com barrete de campino, camisa da seleção e crucifixo ao pescoço, (Faltando ao respeito a tão importantes simbolos de Portugal) não deveria ter cabimento nesta festas. Outro facto curioso é quase todos os artistas serem acompanhados das suas "Bailarinas", se a moda pega qualquer dia é ver o José António" em vez dos seus "socialistas amestrados", arranjar também um grupo de bailarinas. 11 Setembro 2007
Força Portugal
Elvas no seu melhor???
Entra-se na rotunda, ao centro está a estátua de um ganadeiro - "inaugurada pelo presidente da câmara de Elvas, Rondão de Almeida". Dali sai-se para uma rua larga: estamos na avenida Rondão de Almeida. A meio da rua há uma fonte. Com uma placa - "arranjos urbanos exteriores inaugurados por Rondão de Almeida". E o bairro, como se chama? Será?... Que não senhor, esta zona não se chama assim: "O bairro Rondão... é lá mais para cima."Estamos em Santa Eulália, uma das sete freguesias rurais do concelho de Elvas. Como as restantes (11 no total, contando as da cidade), a aldeia guarda em pedra o périplo de inaugurações do presidente da autarquia. Já lá vão muitos anos - 14 - que o socialista José António Rondão de Almeida lidera a câmara elvense. O que é o mesmo que dizer que já lá vão muitas inaugurações. E neste concelho alentejano isso é sinónimo de placa evocativa. Os habitantes falam em dezenas. O próprio Rondão de Almeida não faz por menos e fala em centenas. Com orgulho e sem ver razão para que alguém se admire: "É muito bom sinal haver placas por todo o lado com o meu nome, como entidade que o fez. É porque há obra. E qual é a obra que não tem uma placa a marcar a inauguração?!".Nem toda a gente concorda. "Elvas bem podia deixar de se chamar Elvas", diz João Picado, militar reformado: "Não sou a favor nem contra o presidente. Ele tem feito muitas coisas, mas é a obrigação dele, é a obrigação de qualquer autarca."Vasco Pulido Valente, numa crónica no Público, chamou-lhe em tempos a Rondónia. É que, placas de inauguração à parte, Rondão de Almeida também faz parte da toponímia - dá nome à avenida de Santa Eulália e a uma das urbanizações da freguesia -, e a alguns equipamentos do concelho. Um lar em Vila Fernando, um parque subterrâneo no centro histórico de Elvas e o mais monumental dos novos edifícios da cidade: o coliseu Rondão de Almeida. "Deviam era homenagear pessoas da história de Elvas", concordam Sandra Silva e Elizabete Maurício, duas jovens elvenses. "Não acho nem bem nem mal, isso vai do critério dele", diz por sua vez Francisco Valentim.Rondão de Almeida diz que não, que não foi e não é do seu critério. Que durante três mandatos, e apesar dos pedidos, não consentiu que se pusesse o seu nome onde quer que fosse. Depois, abriu um precedente. "Em Santa Eulália pediram para pôr o meu nome numa avenida, dizendo que tinham a tradição de pôr nomes de presidentes. Pensei: 'não deixa de ter algum jeito'. Abriu-se assim o precedente. Depois, Vila Fernando também pediu". Argumenta que já não podia dizer que não: "Entre as aldeias do concelho há uma grande rivalidade."Um "rondosismo completo"Um "pecadilho" será a forma de resumir como os elvenses, mesmo os mais críticos, olham para tanta profusão de citações do nome do presidente da câmara. A avaliação da acção do autarca parece roçar o unanimismo. "Tem sido um presidente que tem auxiliado as pessoas", diz Paula Garriapa, 41 anos, habitante de Santa Eulália. "Antes estava tudo escavacado, agora as ruas estão arranjadinhas", corrobora Francisco José Badalo, 72 anos, de Vila Fernando, que diz votar em Rondão de Almeida "desde sempre". "A cidade melhorou bastante", "nota-se muito a diferença", sublinham também Sandra e Elizabete. Ouça-se então a oposição elvense, pela voz de Eurico Candeias, do PSD, vereador sem pelouro no município: "Fez coisas que mais nenhum Executivo fez. É um trabalhador nato e quando pensa executar uma obra, faz. É um homem com coragem política." Um discurso muito diferente das guerras de comunicados e conferências de imprensa que em tempos manteve com o presidente da câmara. O social-democrata faz um resignado encolher de ombros - "O povo gosta dele, dá-lhe uma grande maioria, até demais, a oposição fica sem voz... Até a direita vota nele... Isto é um rondosismo completo". Que se explica como? A resposta do próprio Rondão de Almeida é um desfilar de obras e programas: "Hoje, o concelho de Elvas tem 16 polidesportivos, estádios de futebol e de atletismo, piscinas, museus, lares e centros de dia em todas as freguesias, é um concelho que ocupa todos os jovens que estão desempregados, que tem o cartão da Idade de Ouro" para os mais velhos. E excursões patrocinadas pela câmara a Fátima, à Batalha e a Braga. E jantares anuais, mais o jantar de Natal para maiores de 60. Rondão de Almeida usa a expressão "as minhas obras", invoca-as como a razão para votações na ordem dos 60 a 70% que tem registado em sucessivas eleições autárquicas. Mas garante que não gosta de unanimismos: "Fico satisfeito por, de quando em quando, encontrar uma pessoa que me olha de lado."
Susete Francisco (DN)
29 Agosto 2007
Faleceu Flamínio Roza

José Flamínio Roza, 61 anos, advogado, fundador e presidente da Fundação Alentejo Terra-Mãe, faleceu na madrugada de hoje, 28 de Agosto, vítima de doença prolongada. Era natural de São Cristóvão, concelho de Montemor-o-Novo, onde nasceu em 17 de Junho de 1946. Licenciado em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa, teve uma carreira discreta mas fulgurante, quer como advogado – considerava-se "um operacional" , quer como consultor jurídico, tendo-se destacado em processos de arbitragem nacionais e internacionais.
A doença atingiu-o cerca de um ano depois de ter concretizado o sonho da sua vida: a instituição de uma fundação destinada a preservar e promover as tradições, a história e a cultura do Alentejo, bem como a contribuir para o seu progresso e desenvolvimento. Essa instituição tornou-se realidade em Fevereiro de 2005 com o nome de Fundação Alentejo Terra-Mãe. Tem sede na zona histórica da cidade de Évora, edita uma revista e possui uma estação de rádio, ambas como o nome de Alentejo Terra-Mãe), além de se aplicar em múltiplas actividades, incluindo a solidariedade social, com a distribuição diária de refeições aos mais necessitados de Évora, iniciativa a que o próprio fundador chamou "Sopa Rica".
O corpo de José Flamínio Roza estará em câmara ardente no Salão de Exposições da Fundação, Rua dos Penedos, nº 13, B, Évora, a partir das 19 horas de hoje. O funeral realiza-se, amanhã, 29 de Agosto, às 12 horas, no cemitério da Ferreira do Alentejo.
Diário do Sul
28 Agosto 2007
Tourada
Se a vida fosse uma tourada
Ai como seria adorada!
Ter de ultrapassar obstáculos
Com lealdade e coragem
Com arte e sacrifício!
Ai que bela seria a vida
Se a honestidade fosse um vício
Se os obstáculos fossem encarados de frente
Se houvesse um toureiro em toda a gente!
FNCV
Ai como seria adorada!
Ter de ultrapassar obstáculos
Com lealdade e coragem
Com arte e sacrifício!
Ai que bela seria a vida
Se a honestidade fosse um vício
Se os obstáculos fossem encarados de frente
Se houvesse um toureiro em toda a gente!
FNCV
08 Agosto 2007
06 Agosto 2007
01 Agosto 2007
31 Julho 2007
Voltaram as Festas de Santo António
As mulheres caivam de branco as casas e os muros dos quintais; as costureiras ( A Maria Fitas, a Balbina, a Maria Manecas e outras) não davam maõs a medir para acabarem, nos dias aprazados, os vestidos para a festa que se aproximava;
Os alfaiates de Borba, de Vila Viçosa, e de Elvas viam-se gregos para aprontarem os fatos que o Escada (vendedor ambulante de fazendas de lã) havia vendido nos últimos meses.
Os festeiros andavam numa roda viva para terem, a tempo e horas, os bois para as touradas, a banda para a animação das festas e, sobretudo, o dinheiro para o pagamento das despesas de organização.
Durante anos e anos, o festeiro foi quase sempre o Zé Bajanca, sapateiro de profissão, que não era muito dado ao trabalho e que conseguia, com os lucros resultantes da realização das festas, alguns cobres que lhe permitiam suportar as despesas domésticas ao longo dos restantes onze meses do ano.
Mas o festeiro era ajudado por muita gente:
As raparigas e os rapazes que enrolavam os bilhetes para a quermesse e depois os vendiam na noite de arraial;
As mulheres que faziam as bandeiras de papel para ornamentação do adro e de algumas ruas;
O Zé do Músico que, invarialvelmente, preparava o adro da igreja com o coreto, a quermesse, as tômbolas e as bandeiras;
A população mais abastada que contribuia com as fogaças que os próprios arrematavam nas noites de arraial;
Os lavradores e seareiros que contribuiam com as suas esmolas em alqueires de trigo;
Os proprietários que emprestavam os carros de parelha e as zorras para se fazer o redondel onde decorriam as touradas;
Os rapazes que , quase sempre com o Mestre Mário à frente, se encarregavam da venda dos bilhetes para o dito espectáculo taurino e depois controlavam as entradas;
O povo anónimo que deitava na "bacia" as esmolas para o Santo António, verba que revertia para o festeiro e não para a igreja, como era de supor;
E, finalmente o abastado lavrador que emprestava os bois para a tourada à vara larga.
A festa começava no Sábado com a chegada da banda de música que vinha quase sempre de Elvas, de Veiros, do Vimieiro ou da vizinha colónia de Vila Fernando.
No Domingo e na Segunda-feira tinham lugar as cerimónias religiosas _ Missa Solene e Procissão em honra de Santo António - touradas e arraiais com fogo preso e de ar.
Mais modernamente, começaram a realizar-se os bailes em recintos fechados, a par de concertos musicais que ficaram apenas para os mais velhos e para os menos endinheirados.
Um dos pontos altos da festa tinha lugar imediatamente a seguir à tourada de segunda-feira - era o apregoar do pendão.
Acompanhado pela banda e por alguns dos seus colaboradores, o festeiro, do úlimo degrau da escadaria do adro da igreja, fazia , perate a população, o balanço dos festejos, agradecia a colaboração e perguntava: Quem quer pegar no pendão de Santo António para fazer a festa para o ano que vem, com mais aumento se puder?
Normalmente não havia candidatos e o amigo Zé Bajanca lá fazia o sacrifício de assegurar a festa por mais um ano.
Organizava-se então uma procissão com o pendão, empunhado pelos novos festeiros, até á residência de um deles, onde era oferecido um beberete.
O dito pendão ficava ali guardado até ao inicio das novas festas.
Outro momento alto era a tourada à vara larga.
Quando o gado era manso, a populaça exclamava em grande algazarra:
Venha o dono que também se agarra!
Mas se pelo contrário, o lavrador emprestava touros realmente bravos, havia feridos por tudo quanto era sitio, nem o ratadas de Vila Boim era capaz de os agarrar e todos refilavam que a corrida não prestara.... "porque não tnha havisto pega nenhuma"
No rescaldo dos festejos havia sempre uma almoçarada para o festeiro e colaboradores mais chagados e, quase invariavelmente, surgia o lamento de que o dinheiro nem sequer dera para as despesas....
Hoje em dia é diferente: há comissões de festas, na dependência da autarquia ou paróquia, e os lucros, bastante apreciáveis, revertem a favor da igreja ou de obras de beneficência.
Mas o progresso nem sempre é sinónimo de eficácia
Lembro-me de ouvir contar que, há alguns anos, na publicidade inserida no programa das festas, podia ler-se este anúncio caricato que teve honras de publicação no jornal "OS RIDÌCULOS":
Barbearia Central, junto ao recinto das festas fornece cortes de cabelo, barbas , pirolitos, laranjadas e cervejas; TUDO GELADO.
( Figuras e factos da Terrugem) João Ribeirinho Leal)
Pois é; este ano voltamos novamente a ter festas, e queremos assim dar os parabéns a quem as organiza de forma desprendida e sem qualquer tipo de contrapartida, sem ser o muito trabalho, de muitos e muitos dias e ainda nos próprios dias de festa (Aqui ainda mais trabalho) além de abdicar do tempo que poderia dedicar à família e amigos, para assim poderem oferecer 4 dias de puro divertimento à população e forasteiros. Um cartaz que junta tradição e inovação, que julgamos ser do melhor.Parabéns e que tudo corra da melhor forma possível.
30 Julho 2007
Redondo Ruas Floridas
27 Julho 2007
Custom Circus Terrugem
24 Julho 2007
Terrugem2007
Uma Companhia Portuguesa que viaja num comboio de camiões antigos e com uma estética pouco habitual no nosso País, estará presente nas festas de verão de Terrugem.Os conteúdos do Custom Circus são irreverentes e espectaculares.
O Custom Circus é um teatro diferente como tu nunca viste!!! Espectacular do inicio ao fim!!!
Fim que depois acaba numa festa com DJ's e Bandas Rock num espaço surpreendente e muito, muito ritmo.....
Visita www.customcircus.com para "aguçares o apetite"
CONTAMOS COM A TUA PRESENÇA E A DE TODOS OS TEUS AMIGOS
23 Julho 2007
19 Julho 2007
O Famoso Chico dos Lobos
Para quem não conhece o Famoso "Chico dos Lobos" que fez furor na Terrugem nos anos 80, aqui está ele na nova faceta de actor / realizador, agora com o nome de "Chico Power" do melhor
Basta pesquisar no youtube, a palavra Terrugem e veja os seus magnificos videos, aqui fica o ex de como passar a ferro:
http://www.youtube.com/watch?v=gFZlbDPDXQ0
Força Chico
Basta pesquisar no youtube, a palavra Terrugem e veja os seus magnificos videos, aqui fica o ex de como passar a ferro:
http://www.youtube.com/watch?v=gFZlbDPDXQ0
Força Chico
Rota da Morte
Vale a pena dar uma vista de olhos ao seguinte blog e ler o artigo: A ROTA DA MORTE e reflectir , reflectir , reflectir.
A isto se chama desenvolvimento, ou melhor. comparar isto a desenvolvimento é o mesmo que comparar o ARROTAR COM RECITAR POESIA......
16 Julho 2007
Tentativas para um regresso à terra.
O sol ensina o único caminho
a voz da memória irrompe lodosa
ainda não partimos e já tudo esquecemos
caminhamos envoltos num alvéolo de ouro fosforescente
os corpos diluem-se na delicada pele das pedras
falamos rios deste regresso e pelas margens ressoam
passos
os poços onde nos debruçamos aproximam-se
perigosamente
da ausência e da sede procuramos os rostos na água
conseguimos não esquecer a fome que nos isolou
de oásis em oásis
hoje
é o sangue branco das cobras que perpetua o lugar
o peso de súbitas cassiopeias nos olhos
quando o veludo da noite vem roer a pouco e pouco
a planície
caminhamos ainda
sabemos que deixou de haver tempo para nos olharmos
a fuga só é possível dentro dos fragmentados corpos
e um dia......quem sabe?
chegaremos
Al Berto
a voz da memória irrompe lodosa
ainda não partimos e já tudo esquecemos
caminhamos envoltos num alvéolo de ouro fosforescente
os corpos diluem-se na delicada pele das pedras
falamos rios deste regresso e pelas margens ressoam
passos
os poços onde nos debruçamos aproximam-se
perigosamente
da ausência e da sede procuramos os rostos na água
conseguimos não esquecer a fome que nos isolou
de oásis em oásis
hoje
é o sangue branco das cobras que perpetua o lugar
o peso de súbitas cassiopeias nos olhos
quando o veludo da noite vem roer a pouco e pouco
a planície
caminhamos ainda
sabemos que deixou de haver tempo para nos olharmos
a fuga só é possível dentro dos fragmentados corpos
e um dia......quem sabe?
chegaremos
Al Berto


























































